terça-feira, 20 de março de 2012

Mensalão - José Dirceu, acusado de “formação de quadrilha”, está de olho no ritmo de trabalho de Lewandowski. E nós também!




Por Cardoso Lira


"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto". (Rui Barbosa)

"Os lugares mais quentes do inferno, estão reservados para àqueles que em tempo de crise moral, optam por ficar na neutralidade". (Dante Alighieri)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS".

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber".

Revanchismo, falsas premissas, iniquidades administrativas, sapiências tulúricas, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha ou bando, apropriação indébita e peculato, este é jeito desta organização criminosa, desta horda de malfazejos, malfeitores, ignóbeis, repugnantes, pragmáticos, amaldiçoados, comunistas e bandidos que se encontram no poder da República, governar nosso país. Ou seria o país dos petralhas?

"O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes; práxis, em seu sentido mais amplo é a atividade humana em sociedade e na natureza, podemos mudar o rumo do nosso país, pela práxis do conhecimento e do saber".

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nestas premissas nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos bandidos e falsificadores da história". (Cardoso Lira


Por Reinaldo Azevedo

O chefe de quadrilha (segundo o procurador-geral da República) José Dirceu está de olho no trabalho de Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal e revisor do processo do mensalão. O país também está. Por razões diferentes, é claro! O ministro andou dando entrevistas sobre a necessidade de moralizar a política, defendendo que aqueles que tiveram contas de campanha rejeitadas no passado não possam se candidatar — a imprensa, de modo, com direi?, imp(r)ensado, deu ampla acolhida à sua tese (direi depois por que as coisas podem não ser como parecem).
Muito bem! A mim também me encanta, como a todos, esse lado moralizador da atuação de Lewandowski. Por isso mesmo, pergunto: “E o processo do mensalão, ministro?”
Eis um bom jeito de moralizar a política, não é mesmo? Enquanto aquelas práticas criminosas restarem impunes e enquanto restar a sensação de que aquela lambança toda pode ser admitida na política, a moral está correndo um sério risco. Ah, sim:  boa parte daquela turma certamente é “ficha limpa” e “conta limpa”. Não obstante…
Por que falo de Lewandowski? Porque ele é o revisor do processo do mensalão. O relator, Joaquim Barbosa, ainda não entregou o seu voto final — que se pode, em boa parte, presumir, dado o andamento dos trabalhos até aqui. O processo todo — quase 50 mil páginas — já está à disposição do ministro revisor. Mas há no Supremo a mais absoluta escuridão sobre os caminhos que Lewandowski pode seguir. Uma coisa é certa: ou esse processo é julgado no primeiro semestre, ou as coisas começarão a ficar complicadas. Mais: há certa feitiçaria correndo nos bastidores de Brasília, segundo a qual um processo dessa natureza não poderia ser julgado em ano eleitoral porque prejudicaria o… PT! É mesmo? A ser assim, matérias polêmicas, que podem ter — e isso não depende da vontade do tribunal — desdobramentos eleitorais só seriam julgadas em anos ímpares.
Por que é preciso que esse processo seja julgado no primeiro semestre? Cezar Peluso, que preside o tribunal até 18 de abril — no dia 19, assume o ministro Ayres Britto, que ficará pouco tempo no cargo (já chego lá) faz 70 anos no dia 3 de setembro e, por lei, tem de deixar a Corte. A escolha da ministra Rosa Weber — que levou quatro longos meses — já deixou claro não se tratar de um procedimento muito simples. É consenso que um processo com essa importância terá de contar com os 11 membros do tribunal. Assim, caso o mensalão não seja julgado até agosto, terá de ser adiado ainda mais. Duvido que se tenha o tribunal completo até as eleições de outubro. E pronto! O desejo nada secreto do PT estará se cumprindo.
Mas não é só:  caso fique tudo para depois das eleições, aí será  a vez de o próprio Ayres Britto, que faz 70 anos no dia 18 de novembro, se aposentar. De novo, então, voltará a questão: “Temos de ter o tribunal completo… Por que não se deixa tudo para 2013?” E assim vamos seguindo para as calendas…
Estima-se que o julgamento não dure menos de um mês. São 38 réus. O advogado de cada um deles tem uma hora para fazer a defesa de seu cliente — ou seja, 38 horas apenas de sustentação oral da defesa. Não se sabe se o recesso de julho terá de ser ou não suspenso — porque Lewandowski, até agora, não dá pistas do que tem em mente. Dá-se de barato que só as sessões plenárias das quartas e quintas serão insuficientes para dar conta do recado até, reitero, o fim de agosto, quando Peluso deixa o tribunal.
Zé Dirceu, o chefe da quadrilha (segundo a Procuradoria Geral da República), e, parece, de alguns indivíduos disfarçados de jornalistas, também está de olho nessa aposentadoria porque se estima que Peluso não está entre aqueles dispostos a condescender com as práticas criminosas de quadrilheiros e ladrões do dinheiro público.
Já estamos no terço final de março e, até agora, nada! Aos olhos de boa parte do mundo civilizado, já deve ser um escândalo que um processo com essa importância, que resume alguns emblemas da má prática política, esteja já no seu sétimo ano. A revista VEJA que trouxe a reportagem sobre a cobrança de propina nos Correios, que levou à denúncia do mensalão, chegou aos leitores no dia 14 de maio de 2005!!! No dia 6 de julho daquele ano, Roberto Jefferson botava a boca no trombone numa entrevista à Folha e expunha as entranhas do modo petista de governar. Sete anos!!! E, até agora, nada vezes nada!
Os advogados, por seu turno, é evidente, também têm lá o seu estoque de ações procrastinadoras. E, obviamente, tentarão fazer uso delas. Márcio Thomaz Bastos, por exemplo, que defende José Roberto Salgado, executivo do Banco Rural, pede que o caso de seu cliente seja enviado para a primeira instância, já que este não tem prerrogativa de foro (o que chamam de foro privilegiado). Argumenta que, por isso, não pode ser julgado pelo STF.  E assim vai. Os outros 37 farão também as suas tentativas. Não há o risco da prescrição de crimes, entende a maioria dos juristas, antes de 2015 ao menos (para o caso de formação de quadrilha). Os interessados podem ler uma boa explicação técnicaaqui. A questão mais urgente não é essa. O fato é que, a depender do ritmo de Lewandowski, o julgamento acabará ficando para 2013… E será difícil convencer a sociedade de que não foi por influência do calendário eleitoral.
Com a palavra, Ricardo Lewandowski. É claro que José Dirceu, o quadrilheiro (segundo a Procuradoria Geral da República) está de olho nele. E a sociedade brasileira também.
Conto com vocês para fazer apenas comentários que incentivem o ministro Lewandowski a acelerar os trabalhos! Força, ministro!Parafraseando aquele melô breganejo, “liga pro Brasil/ não, não liga pra ele/ Não chore por ele…”



Em briga de pastores grandes na República...

Deixa estar e aí está, o mundo televisivo globalizado está boquiaberto e tentando entender por que o programa Domingo Espetacular, da grande TV Record do  "Reino de Deus", investiu nada menos do que 25 longos minutos em uma grande reportagem sobre supostas denúncias contra o autodenominado “Apóstolo” Valdemiro Santiago,         o ilustre        pastor e  fundador     da       Igreja           Mundial   do     Poder      de              Deus.
A excelente  matéria, comandada por Marcelo Rezende, revelou que o “apóstolo” desvia dinheiro dos fiéis para benefício próprio.

O curioso é que o nobre  e digamos   pastor Valdemiro foi da Universal do Reino de Deus durante 18 anos e saiu     de               lá    em   1998    para   carreira   solo   que,    agora,  parece  incomodar o Bispo Macedo.


Marinha desaparelhada

Uma triste constatação do desaparelhamento,  sucateamento e definhamento de nossas Forças Armadas.

A Marinha do Brasil confirmou que fará hoje seu segundo sobrevoo sobre a região do vazamento de petróleo no campo de Frade, operado pela transnacional Chevron.

O trabalho seria normal não fosse o fato de o fiscal da Marinha usar um helicóptero da Chevron...Cadê e onde estão os helicópteros da Marinha?

Temos que fazer Pressão para retirar este governo corrupto do poder da República. 

Postado Pelo Lobo do Mar

segunda-feira, 19 de março de 2012

Expulsão de invasores em Brasiléia (AC). Versão em HD

Gastos secretos com cartão corporativo chegam a R$ 89,7 milhões em três anos




Dyelle Menezes e Yuri Freitas

Do Contas Abertas

O primeiro ano do governo Dilma Rousseff trouxe novidades em favor da transparência, como, por exemplo, a Lei de Acesso às Informações Públicas, que começa a vigorar em maio. Apesar disso, entre 2009 e 2011, os gastos sigilosos do governo federal por meio do cartão corporativo – cuja natureza não pode ser divulgada “para garantia da segurança da sociedade e do Estado”, nos termos da legislação – atingiram a cifra de R$ 89,7 milhões. O valor representa 44,1% do total de gastos com cartões corporativos durante o período. (veja tabela)



Em 2011, os gastos secretos do cartão corporativo atingiram o montante de R$ 29,9 milhões, cerca de R$ 2 milhões a menos do que em 2010, quando R$ 32 milhões foram empregados nas despesas deste tipo. Contudo, em 2009, R$ 27,8 milhões foram utilizados nas despesas secretas do cartão.



Nos três últimos anos, o órgão superior que mais se utilizou da confidencialidade de gastos foi a Presidência da República (PR), com montante de R$ 48,5 milhões – R$ 16,5 milhões apenas em 2011. Logo em seguida está o Ministério da Justiça, com despesas no valor de R$ 40 milhões.



Para fechar a conta, vêm bem atrás o Gabinete da Vice-Presidência da República (R$ 1,8 milhões), o Ministério da Fazenda (R$ 488 mil) e o Ministério da Defesa (R$ 92,4 mil).



Dentro das despesas não descriminadas da PR, 61,8% são de responsabilidade da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), totalizando R$ 29,3 milhões, com gastos aproximados de R$ 6,8 milhões em 2009, R$ 11,2 milhões em 2010 e R$ 11,3 milhões em 2011.



O restante dos gastos secretos, realizados através do cartão corporativo, foi feito pela Secretaria de Administração da Presidência da República, com cerca de R$ 18,1 milhões – que, ao contrário da ABIN, apresentou processo de redução desse tipo de despesas no período, com R$ 6,8 milhões em 2009, R$ 6,2 milhões em 2010 e R$ 5,2 milhões em 2011.



Da parte do Ministério da Justiça, quase a totalidade dos gastos secretos nos três anos foi destinada ao “Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal” (PF), ultrapassando a marca de R$ 39,9 milhões.



As despesas foram majoritariamente empregadas nas superintendências regionais da PF nos estados (cerca de R$ 29,1 milhões), mas também há despesas referentes à Coordenação de Administração (R$ 9,2 milhões), Diretoria Técnico-Científica (R$ 181,9 mil), além de outras unidades gestoras igualmente vinculadas à PF.



O Gabinete da Vice-Presidência da República, por sua vez, teve aumentos gradativos de gastos dessa espécie durante os anos. Foram aproximadamente R$ 469,8 mil em 2009, R$ 618,6 mil em 2010 e R$ 672,5 mil em 2011.



Nesse espaço de tempo, 77,3% dos gastos restritos do Ministério da Fazenda, cerca de R$ 377 mil, provieram da Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação da Receita Federal. O restante dos dispêndios está relacionado ao Fundo Constitucional do DF e à Polícia Civil.



Dentro do Ministério da Defesa (R$ 92,4 mil, já citados), os gastos dessa natureza correspondem a R$ 11,7 mil do Comando do Exército, R$ 25,7 mil da Marinha e R$ 55 mil da Aeronáutica.



Controle



De acordo com recomendações da Controladoria Geral da União (CGU), os servidores que utilizam o cartão devem se pautar pelos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O cartão substitui a modalidade de gasto chamada suprimento de fundos. Nela, um adiantamento é concedido ao servidor, a critério e sob a responsabilidade da figura do controlador de despesas em cada instituição. Há um prazo estipulado para a aplicação e a comprovação dos gastos, mas não há um controle na internet como ocorre com os cartões.



Além do controle interno, o Tribunal de Contas da União (TCU) também atua na fiscalização destes gastos. Entre as irregularidades já identificadas pelo tribunal estão a aquisição de material permanente e os pagamentos de gratificações a informantes e colaboradores.

Postado pelo Lobo do Mar



PT afirma que pagou o empréstimo fraudulento e não contabilizado do Mensalão.

Por Cardoso Lira
 
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra; de tanto ver creser as injustiças; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir da própria honra, a ter vergonha de ser honesto" (Rui Barbosa)
 
É pra isso que servirá a EMENDA 29 e a volta da CPMF?
 
Em uma reportagem especial feita por Eduardo Faustini e André Luiz Azevedo, o Fantástico mostrou como funciona um esquema criminoso para fraudar licitações de saúde pública, feito entre empresas fornecedoras e funcionários públicos corruptos, normalmente indicados pala própria facção do PT.
 
Veja a íntegra da reportagem no G1
 
 Com o conhecimento do diretor e do vice-diretor do hospital pediátrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o repórter Eduardo Faustini fingiu ser o novo gestor de compras da instituição. Todos os outros funcionários acreditavam que ele era mesmo o responsável pelo setor de compras, onde pôde acompanhar livremente todas as negociações e contratações de serviços. Duas das empresas apresentadas na reportagem não se manifestaram. Outra afirmou que afastou o diretor, que é investigado e que negou ao Fantástico conhecimento das fraudes. Eles não sabiam que estavam sendo filmados. “Todo comprador de hospital, a princípio, é visto como desonesto. Acaba que essa associação do fornecedor desonesto com o comprador desonesto acaba lesando os cofres públicos. E a gente quer mostrar que isso não é assim, em alguns hospitais não é assim que funciona”, disse Edmilson Migowski, diretor do hospital. As negociações foram todas filmadas de três ângulos diferentes e levadas até o último momento antes da liberação do pagamento. Nenhum negócio foi concretizado, nenhum centavo do dinheiro do contribuinte foi gasto. O delegado Victor Poubel, titular da delegacia de repressão a crimes financeiros da Polícia Federal do Rio de Janeiro, informou que vai abrir um inquérito para investigar a denúncia do Fantástico. Segundo ele, todas as pessoas que aparecem na reportagem serão intimadas a prestar depoimento e todos os contratos serão investigados. A fraude A lei brasileira prevê que toda empresa que vá fazer um serviço para um hospital público dispute uma licitação, com outras que oferecem o mesmo serviço. É uma maneira de tentar garantir que o dinheiro público não vai ser desperdiçado.
 
 Insubordinação não é característica dos militares, muito pelo contrário. Mas a partir do momento em que se evidência o desrespeito, o revanchismo público, o mal caratismo com as Forças Armadas, com os militares e a humilhação parece visivelmente estúpida e proposital, o que poderia ser uma inaceitável insubordinação se torna uma elogiável reação em defesa de sua dignidade e do patriotismo dos militares, homens de bem deste país. Ou seria o país dos petralhas?
 
No Estadão
 
Às vésperas do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), o Partido dos Trabalhadores inseriu no processo uma declaração de que quitou uma milionária dívida que tinha contraído no Banco Rural, uma das instituições financeiras envolvidas no escândalo de compra de apoio político de parlamentares no governo Lula. No dia 2 de março, a defesa de José Genoino, um dos réus da ação e ex-presidente do PT, comunicou ao ministro Joaquim Barbosa, relator do mensalão, que o partido pagou integralmente um empréstimo que havia tomado no Rural. O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, cuja defesa também subscreve o documento, sempre sustentou que os empréstimos tiveram origem lícita e serviram para pagar dívidas do partido e de aliados da campanha de 2002. Em suas alegações finais no processo do mensalão, Genoino disse ter assinado os contratos das transações tidas como fraudulentas por 'obrigação estatutária'. Era uma forma, complementou, de o PT atenuar as dificuldades financeiras por que diziam passar os diretórios regionais do partido após aquela eleição. Ao atestar a quitação do débito, Genoino e Delúbio, em conjunto com os ex-dirigentes do Rural, reforçam a estratégia jurídica de que os recursos foram tomados dentro das normas de fiscalização do Banco Central. Se essa tese for aceita, todos vão se livrar das acusações feitas pelo ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza de formação de quadrilha, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta.
 
 Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 17 de março de 2012

Estranhos, revanchistas, malfeitores, malvados, malandros e malfazejos



Por Cardoso Lira

"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto". (Rui Barbosa)

"Os lugares mais quentes do inferno, estão reservados para àqueles que em tempo de crise moral, optam por ficar na neutralidade". (Dante Alighieri)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS".

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber".

Revanchismo, falsas premissas, iniquidades administrativas, sapiências tulúricas, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha ou bando, apropriação indébita e peculato, este é jeito desta organização criminosa, desta horda de malfazejos, malfeitores, ignóbeis, repugnantes, pragmáticos, amaldiçoados, comunistas e bandidos que se encontram no poder da República, governar nosso país. Ou seria o país dos petralhas?

"O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes; práxis, em seu sentido mais amplo é a atividade humana em sociedade e na natureza, podemos mudar o rumo do nosso país, pela práxis do conhecimento e do saber".

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nestas premissas nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos bandidos e falsificadores da história". (Cardoso Lira)

Deixa estar e aí está, durante o Estado Novo, a partir de 1937, tivemos algumas experiências frustadas, principalmente com o Departamento de Imprensa e Propaganda que causou todas as distorções no corrupto e abominável processo político em curso, nesta época trouxeram as bases que complicaram as décadas que vieram.

Muito bem, comissões e revisões são arquitetadas sempre olhando o passado, e ainda por cima a visão é apenas para um lado ou faceta. Agora surgem os sistemas de controle tal como o SNIAV, Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos, via chips eletronicos idênticos aos que teremos nas novas Carteiras de Identidade. O Controle total do Estado petista sobre nós se intensifica. Agora sim estamos vivendo numa verdadeira ditadura. Tempos difíceis e complicados.....

Raros são os meios de comunicação que mantém suas linhas de contato com a realidade e vão tocando o barco com as decorrentes punições, canalhices e malvadezas a que estão expostos.

Os movimentos para restabelecimento do controle exacerbado dos meios de comunicação são fortes e surgem em todas as pontas e em todos os viés, às vezes mais sutis outras nem tanto. Por que tal comportamento se perpetua? Já não é tempo de encontrarmos um caminho que mais nos interessaria ao invés de repetir mais uma vez os erros do passado ou cometer esses mesmos erros?

Todas as experiências que tivemos depois do Estado Novo, a partir de 1937, não foram nada importante para o Brasil, na verdade trouxeram muito mais problemas do que solução para o nosso país, grandes sequelas; principalmente esta lástima, desta organização corrupta e criminosa que hoje se encontra no poder da República.

Em 'o Capital' Max afirma que o Estado é um produto do antagonismo inconciliável das Classes, aqui na República dos corruptos, a classe social que manda em todas as outras é a classe dos bandidos, malfazejos e abomináveis petralhas.

"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DE TODOS OS POLÍTICOS E BANDIDOS QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

EM NOME DA IGUALDADE E DA JUSTIÇA SOCIAL.

"O que me preocupa não é o grito dos maus, dos sem ética, dos sem caráter. O que me preocupa é o silêncio dos bons." (Matin Luther King)

Meus nobres e prezados amigos, quando Martin Luther King tombou com um tiro em 1968, o mundo perdeu umas das melhores e mais eloquentes vozes pelos direitos civis dos negros no EUA, cuja revolução pacífica levou as profundas mudanças na legislação norte-americana.
Neste período entre 1955 e 1956, com apenas 26 anos, Martin Luther King foi lançado para o centro da atenção pública por liderar o boicote aos ônibus em Montgomery, no alabama, na época, havia assentos reservados para brancos nos transportes públicos; se estes acabassem, os negros eram obrigados a levantar e ceder seus lugares.
Em 1957, ele estava sendo aclamado pela imprensa negra como o líder número um de 16 milhões de negros nos Estados Unidos. Como presidente da Conferência de Liderança Cristã do Sul e atuando em conjunto com outras organizações de direitos civis, Martin Luther King, contribuiu para uma dramática transformação nas práticas raciais dos Estados do Sul dos EUA. Protestos coordenados em diversas regiões levaram à aprovação de legislações marcantes, como o Ato dos Direitos Civis (1964), que bania a segregação em locais públicos e acomodações, e o Ato dos Direitos ao voto (1965), que garantiu a muitos negros do sul o direito de votar, algo que, por muito tempo, lhes fora negado.

Martin Luter King se tornou o mais celebrado representante líder do movimento de direitos civis dos negros. Em 1964, foi apontado o Homem do Ano pela revista Time e agraciado com o prêmio Nobel da Paz. Durante os últimos anos de sua vida, ampliou seu campo de atuação, adotando uma crescente postura de luta contra a injustiça social como um todo, sua atenção se desviou dos direitos civis para os direitos humanos. Assim, passou a criticar a política externa norte americana no Vietnã, rotulando seu país como o maior fornecedor de violência no mundo atualmente.

Um de seus projetos no fim da vida, foi a formação de uma coalizão de pobres e marginalizados, que marcharam até Washington, capital do EUA, a fim de cobrar uma melhor distribuição de renda e riquezas. Ele era um democrata, bem como os negros que o acompanhavam. E por meio de um pensamento sinérgico, ativista, pacífico, justo e democrático. Ele tornou-se nas décadas de 1950 e 1960 o líder mais evidente e convincente na intensificação do protesto negro focado em ações direta. Mas ele afirmou que conscientemente de que era apenas uma peça de um movimento muito maior, e não o próprio movimento. Ele se considerava um empregado ou uma espécie de mordomo do povo. Apenas dois meses antes do dia do seu assassinato, King deu seu próprio testemunho no púlpito na Igreja Batista Ebenezer, em Atlanta. Geórgia. Ele disse à congregação que não queria ser enaltecido como um grande líder em seu funeral. Tudo que ele queria era ser lembrado como alguém que tentou lutar pela igualdade, que tentou ser correto com relação à questão da guerra no Vietnã, que tentou alimentar os famintos, que tentou vestir os desprotegidos, que tentou servir a humanidade e que deu a sua vida tentando servir aos outros. E que assim seja. Disse o ilustre democrata americano...

Qual a relação destes fatos, deste período com as Forças Armadas e os militares brasileiros nos dias de hoje?

Muito bem, com o atual momento de crise que estão passando os militares das Forças Armadas brasileira. É simples, precisamos de um (Martin Luther King), ou tentar como ele tentou, e ao final saber que nem mesmo um tiro nas costas e covarde foi capaz de matar os seus sonhos, seus ideais, muito pelo contrário, o sonho de M.L.King virou realidade e esta vivo até os dias atuais em cada um militar das Forças Armadas.

Não só os militares como os demais cidadãos brasileiros, ao invés de ficarmos olhando para a Janela de Overton, deveriam tentar ser um mordomo do povo. Assim como outros grandes lideres; F.Kennedy, Gandhi que trabalharam pelos direitos civis e foram assassinados. Fica bem claro para todos nós que a democracia sofre perseguições de homicidas, covardes, criminosos e comunistas, para não dizer mercenários do povo, pessoas que jamais trabalharam em favor do povo. Algo muito comum no Brasil dos dias atuais. Ao invés de direitos civis, deveríamos ler, direitos dos militares das Forças Armadas, imaginem se fizermos um protestos pacífico de ninguém comparecer as urnas ou votar nulo, ou buscar uma outra forma de protestar pacificamente, boicotando algo que é muito peculiar aos militares, desde que não seja contrário as suas atribuições constitucionais e de ofícios.

Se por este caminho da passividade e da tentativa de diálogo, não tivermos nenhum êxito, só nos resta medidas bem mais radicais e pouco ortodóxa, de maneira que os bandidos, criminosos e malfazejos que se encontram no poder, possam de maneira bem clara entender a mensagem.

O estúpido e digamos 'pensador' italiano Nicolau Maquiavel, 1469-1527, deixou um legado ditatorial e tirânico, quando em sua obra intitulada. O Príncipe, ele afirma que um soberano deve fazer tudo o estiver ao seu alcance para se manter no poder, ainda que seja moralmente questionável. Um príncipe não deve temer a má fama de cruel, desde que, através dela, mantenha seus súditos unidos e leais, defende.
A história registra um grande número de líderes que seguiram e que ainda seguem essa máxima em estabelecer tiranias opressoras e de dominio, mesmo que tenham de pagar um preço.

Por aqui este governo que está no poder há quase 10 anos, usa o maior programa de assistencialismo e de troca de voto do planeta terra, (BOLSA FAMÍLIA) para se tornar popular e continuar no poder, custe o que custar, passando por cima de tudo e de todas as pessoas que cruze o seu caminho.

A obra de ficção, 1984, do escritor britânico George Orwell, trás até nós, um impressionante retrato do Brasil atual. Um regime autoritário onde descreve a realidade apoiando-se na vigilância contínua, na distorção dos fatos e na personificação do poder na figura de um líder digamos "zeloso", algo que remete a qualquer ditadura fascista ou, o que é ainda mais alarmante, muitas políticas empregadas por governos ditos democráticos, que na verdade são muito piores do que muitos regimes comunistas.

Orwell conhecia bem perto o assunto, pois ele se juntou ás forças republicanas para lutar contra o governo fascista do General Francisco Franco na guerra civil espanhola,1936-1939. A experiência também serviu para abalar suas convicções, simpatizante de esquerda, ele testemunhou a violência da intervenção dos soviéticos no confronto, não muito diferente da empregada pelo regime que tentava derrubar. O impacto dessa convicção pode ser refletido em outra obra intitulada como. A revolução dos bichos, onde ele compara os porcos encabeçando o movimento e depois se tornam tão exploradores, assim como na revolução russa, por Stalin, que é comparado ao porco que manipula as regras e persegue seus opositores. Essa visão de Orwell, enaltece uma revisão de conceitos, pois, em um análise mais acurada, quando se chega a conclusão de que diante do poder corruptor e desencanto com o idealismo político, o que Orwell propõe na verdade, é algo que Maquiavel subestimava. Contra tiranias de direita ou esquerda, a melhor arma da qual o povo dispõe é o espírito crítico, e esse espírito nos faz pensar e protestar com inteligência e senso de justiça, sem aceitar as distorções da realidade e da verdade, ou seja, não aceitamos mais as mentiras como verdades.

No Brasil o livro, o País dos Petralhas é, um golpe em favor da civilização na longa batalha contra a truculência, contra a corrupção, contra o crime organizado, contra o banditismo institucionalizado e contra a barbárie.

Uma subserviência cavalar

Por Valmir Fonseca

Uma das extravagantes conseqüências do Manifesto Interclubes Militares, do “Alerta à Nação” e seus signatários tem sido a reação da caserna.

Na medida em que “ladraram os velhos cães de pijama” e não foram punidos, conforme a ordem dos ofendidos, os comandos militares não cumprindo a decisão da suprema governança, por impossibilidade legal, se empenham em demonstrar um servilismo, que soa como uma desculpa para os seus superiores por sua “falta de competência”.

É uma modesta compensação para remediar a falta de amparo para sancionar os infratores, pois se assim não fosse, teriam aplicado o Regulamento Disciplinar.

Por certo, prometeram acalmar os militares de pijama. Como sabemos um preso é um cidadão, um drogado é um cidadão, um corrupto é um cidadão, um patife é um cidadão, mas um militar de pijama (?) não é um cidadão.

Sua impotência diante dos fatos parece tê-los colocado em má situação perante as autoridades, e eles se empenham em minimizar a mossa, clamando por paciência e para a contemporização, para uma atitude passiva que deve ser banida do dicionário de qualquer individuo, que tenha um mínimo de vergonha na cara (artigo escasso no mercado).

Não sabemos que tipo de individuo pode apelar para o bom - senso, para a boa - vontade, ou para qualquer tipo de trégua, quando recentemente, haviam determinado a punição de cidadãos acima de qualquer suspeita por exercerem o seu direito de opinião.

Mesmo antes da Lei da Anistia, que permitiu o retorno de uma canalha (muitos conhecidos criminosos) para o País, corria à solta a avalanche de propaganda e ações psicológicas que objetivaram desmoralizar as Forças Armadas e denegrir e, se possível, condenar os que haviam lutado contra a subversão.

Bom, depois eles assumiram o poder, e a partir de então, com o aval, e até a mão do governo, a perseguição sem quartel adquiriu tal dimensão que ficou caracterizada como um ignóbil REVANCHISMO.

O REVANCHISMO tem sido implacável e uma serie sem conta de eventos e de maléficas e estudadas atitudes corroboram que ele foi, é, e prosseguirá.

É preciso sofrer de amnésia profunda para esquecer tantas repugnantes ações. A Comissão da Verdade é um de seus últimos atos, mas, certamente, não será o último.

Portanto, é de estarrecer que entre pessoas esclarecidas, convivam ingênuos que possam vir a sussurrar em nossos ouvidos para que acalmemos os ânimos, para que nos calemos, e apenas por amor, a não sabemos bem “a que, ou a quem”, enfiemos a viola no saco.

Hoje, não se trata tão somente de denunciar, de bradar em defesa da honra militar, mas de alertar que muito pior do que desmoralizar e enfraquecer as Forças Armadas, de crucificar antigos agentes da repressão, está em andamento uma tirania programada, que submeterá a todos, e que se propõe a destruir esta terra como nação soberana e democrática.

E um dos passos é a subserviência militar, que vai bem obrigado, o que estraga é esta cachorrada de vira-latas de pijama.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.

Comento

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)

O socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente consiste na distribuição equitativa da miséria" (Wiston Churchill) Insubordinação não é característica dos militares, muito pelo contrário. Mas a partir do momento em que se evidência o desrespeito, o revanchismo público, o mal caratismo com as Forças Armadas, com os militares e a humilhação parece visivelmente estúpida e proposital, o que poderia ser uma inaceitável insubordinação se torna uma elogiável reação em defesa de sua dignidade e do patriotismo dos militares, homens de bem deste país. Ou seria o país dos petralhas?

Postado pelo Lobo do Mar

sexta-feira, 16 de março de 2012

Governo revanchista, corrupto e truculento

Por Cardoso Lira

Forças Armadas, definhadas, sucateadas, desmanteladas e milicos passando fome, este é o país dos bandidos petralhas.

A PF não quer ir pra fronteira porque a diária é pouca? Chamem os milicos.
A PM não quer subir o morro porque é perigoso? Chamem os milicos.
A PM faz greve porque o salário é baixo? Chamem os milicos.
A Anvisa não quer inspecionar gado no campo? Chamem os milicos.
O Ibama não dá conta de fiscalizar os desmatamentos? Chamem os milicos.
Os corruptos ganham milhões e não constroem as estradas? Chamem os milicos.
As chuvas destroem cidades? Chamem os milicos.
Caiu avião no mar ou na selva? Chamem os milicos.
Em caso de calamidades públicas, a Defesa Civil não resolve? Chamem os milicos.
Desabrigados? Chamem os milicos.
A dengue ataca? Chamem os milicos.
O Carnaval, o Ano Novo ou qualquer festa tem pouca segurança? Chamem os milicos.
Certeza de eleições livres? Chamem os milicos.
Presidentes, primeiros-ministros e visitantes importantes de outros países? Chamem os milicos.

Adicional noturno? Não temos!
Periculosidade? Não temos!
Escalas de 24 por 72 horas? Não temos!
Hora extra, PIS, PASEP? Não temos!
Residência fixa? Não temos!
Certeza de descanso no fim de semana? Não temos!
Salário adequado? Não temos!

Acatar todas as ordens para fazer tudo isso e muito mais, ficando longe de nossas famílias, chama-se respeito à hierarquia.
Aceitar tudo isso porque amamos o que fazemos chama-se disciplina.
Quer conhecer alguém que ama o Brasil acima de tudo? Chame um milico!

É isso aí! Está em curso, apelando a flagrantes ilegalidades, uma campanha que resulta em óbvia tentativa de desmoralizar as Forças Armadas. Em nome da disciplina, os militares da ativa estão proibidos de se manifestar. Os da reserva, que podem falar (porque amparados em lei), encontram-se sob o assédio de um surto de autoritarismo. De fato, as Forças Armadas estão presentes em todos aqueles eventos, alguns nascidos da mais escancarada incúria de governos civis.

Alguns bobalhões, ao fazer a defesa da revanche, ignorando leis e decisão do Supremo, tentam inculcar nos militares da ativa certa aversão aos da reserva — “afinal, os que estão aí hoje não participaram de 64″, argumentam… É preciso desconhecer o básico da história dos militares do Brasil e do mundo para tornar público argumento tão cretino. Ai do país que tivesse Forças Armadas sem o sentido da lealdade!

No inferno os lugares mais quentes estão reservados para àqueles que em tempo de crise moral, escolheram ficar na neutralidade". (Dante Alighieri)

Revanchismo, falsas premissas, iniquidades administrativas, sapiências tulúricas, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha ou bando, apropriação indébita e peculato, este é jeito desta organização criminosa, desta horda de malfazejos, malfeitores, comunistas e bandidos que se encontra no poder da República, governar nosso país. Ou seria o país dos petralhas?

O socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente consiste na distribuição equitativa da miséria" (Wiston Churchill)

O PETISMO estúpido, selvagem e corrupto da desindustrialização, da criminalidade, da bandidagem,
da Era dos guerrilheiros, bandidos e boçais! São três décadas de petismo que geraram os “fascistas” cheios de “consciência social”, que trazem em si a ditadura, a corrupção e o revanchismo na alma.

No Estadão

A rebelião na base aliada do governo no Congresso pode ganhar adesões na seara petista. Descontentes com o que chamam de 'descoordenação política' do Palácio do Planalto, deputados e senadores do PT pedem mais 'atenção' da presidente Dilma Rousseff e preveem 'dias difíceis' pela frente, com focos de incêndio por todos os lados, depois da troca repentina de líderes do governo na Câmara e no Senado.

'Quem é da base aliada tem de votar sob orientação do governo. Se não for assim, que saia da base e entregue os cargos. Isso serve para o PT também', disse o líder do partido na Câmara, Jilmar Tatto. Apesar de admitir divergências entre o PT e o governo, porém, Tatto avalia que as maiores dificuldades estão no relacionamento com o PMDB e cobrou fidelidade. 'O PMDB tem de tratar o PT com mais carinho, se quiser o nosso apoio na eleição para a presidência da Câmara, em 2013. Nós temos acordo para apoiar o deputado Henrique Eduardo Alves, mas o PMDB não pode ficar batendo assim, lançando manifesto contra a gente', insistiu Tatto, numa referência ao texto assinado por 53 dos 79 deputados do PMDB, com críticas à hegemonia petista no governo.

O motim do PMDB, a crise que levou a bancada do PR no Senado a romper com o Planalto e a destituição do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, preocupam a cúpula do PT. No intervalo da reunião da Executiva Nacional do partido, ontem, petistas se queixaram da forma como Vaccarezza foi substituído pelo deputado Arlindo Chinaglia - que também é do PT, mas integra uma corrente menor no mosaico ideológico da legenda - e escancararam a insatisfação com a articulação política do Planalto. 'Nós vamos trabalhar para manter o equilíbrio na base aliada e evitar desgaste para o governo, mas política é também aritmética', afirmou o deputado André Vargas, secretário de Comunicação do PT. 'Se o governo orientar que temos de votar o Código Florestal, vamos votar, mas a pergunta é: tem voto para isso?'

Adiada pelo governo por falta de acordo, a reforma do Código Florestal é outro tema que divide o PT. O Planalto avalia que corre o risco de ser derrotado pelos ruralistas e decidiu segurar a votação até que seja construído um acordo em torno do projeto de lei. Na prática, o governo teme o impacto da desfiguração do código na Rio+20, a conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável. O vaivém sobre a venda de bebidas nos estádios durante os jogos da Copa de 2014 também é citado pelos petistas como exemplo da 'descoordenação' política do governo. Nos bastidores, deputados e senadores do partido criticam a titular das Relações Institucionais Ideli Salvatti (PT) e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que é do PC do B.

'A presidente acertou nas mudanças no Congresso, mas precisa ficar mais próxima dos parlamentares', observou o senador Lindbergh Farias (PT). Com receio de que o rompimento do PR com o Planalto interfira em votações no Senado, a cúpula petista prega a reaproximação com o partido do senador Blairo Maggi. 'O PR sempre apoia o PT nas eleições e, nesse ponto, é até mais generoso do que nós', disse Tatto. 'Então, mesmo se o PR não ficar com o ministério (dos Transportes), acho que deve levar diretorias de estatais.' Foi justamente essa oferta feita por Ideli ao PR e rejeitada por Maggi. 'Cansei dessa novela. PT saudações', devolveu ele.

Comento

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)

Por Reinaldo Azevedo

O PT piorou o que já era ruim. Ou: Um país com este modelo está pedindo para ser assaltado. E é!
Comecemos do começo: quem ganha a eleição quer governar. É a regra do jogo! No mundo inteiro, presidentes e primeiros-ministros nomeiam pessoas de sua base política para cargos de confiança. Então o que há de errado com o Brasil? Um monte de coisa. Em primeiro lugar, o número de cargos que são da livre escolha de quem governa: mais de 24 mil só no governo federal — fora as autarquias, estatais, fundos de pensão de empresas públicas etc. Vamos comparar? Nos EUA, há 9 mil — já é um escândalo! No Reino Unido, são 300; na Alemanha, 170. É evidente que esses países têm, portanto, uma primeira barreira — estabelecida pela própria legislação — que dificulta o assalto aos cofres públicos, além, claro!, da rigidez da lei com quem é pego com a boca na botija.

Os petistas, é verdade, herdaram essa legislação de governos passados. Tentaram corrigi-la? Ao contrário: aumentaram o número de cargos de confiança! E ainda lamentaram as privatizações feitas pelo governo FHC. Afinal, imaginem quantos companheiros deixaram de ser empregados nas telefônicas, na Vale, na Embraer, nas empresas elétricas etc.

Assim, até que não se reduza drasticamente esse número de cargos de confiança, dificilmente a administração será realmente profissionalizada, e a política, moralizada. Legendas se grudam a este ou àquele candidato não para ver implementadas as suas teses, a sua visão de mundo, as suas propostas. Querem cargos. O senador Blairo Maggi (PR-MT) foi de uma sinceridade quase angelical e pôs a nu o sistema. Em outras palavras, disse o seguinte: “Temos sete senadores e nenhum ministério; se o governo quer os nossos votos, tem de nos dar a compensação; é assim que o modelo funciona”. E ele estava mentindo?

Já perguntei em outro texto e indago de novo: por que um partido faz tanta questão de ter a diretoria financeira de uma estatal? É evidente que esses milhares de agentes partidários que tomam a administração vão se encarregar, no poder — e lidando com dinheiro público — do fortalecimento dos esquemas que representam. O povo que se dane!. Ministérios, estatais, autarquias etc. servem aos partidos como fonte de caixa — além, como se sabe, de atrair notórios ladrões.

Partidos
Essa ocupação do estado por partidos induz, é evidente, a formação de… partidos! Grupos se organizam, então, para criar legendas porque sabem que isso lhes dará poder de negociação. Existem 29 partidos legalizados no país. Há ainda alguns com registro apenas em TREs. Há nada menos de 32 outros em formação. Sei que vem chiadeira, mas é fato: esse número é evidência de atraso político e sinal de que alguma coisa errada está em curso. As grandes democracias do mundo ou são, na prática, bipartidárias ou contam, no máximo, com uma terceira força. Sim, queridos, se vocês forem pesquisar, encontrarão uma lista imensa de legendas de papel nos EUA — passam de 70! Veem-se bizarrices como o Partido Multiculturalista de Illinois e o Partido da Escolha Pessoal. Mas só dois têm condições de chegar ao poder; na Alemanha, três. Nas democracias organizadas, inexistem essas legendas com força para chantagear o governo em razão do tal “presidencialismo de coalizão”. É bem verdade que Republicanos e Democratas têm, cada um segundo seus marcos, as suas respectivas alas direita e esquerda e o centro. Mas os ministérios — ou secretarias — não são loteados segundo essa lógica.

Então cabe uma pergunta: por que o Brasil conta com tantos partidos — uns 10 — com poder de fogo real para criar dificuldades para Executivo e lhe vender facilidades? Por causa, se quiserem saber, do paternalismo da legislação. Poucos se lembram, mas é fato: uma vez legalizado, o partido já passa a ter acesso a um fundo, que é dinheiro público. Vira cartório! Ganha o direito também ao horário político gratuito, e lá vemos a TV ser invadida por aqueles senhores de cabelo acaju e bigodes mais negros do que as asas da graúna a dizer sandices.

E há o mais perverso dos fatores de desestruturação da vida político-partidária: o horário eleitoral gratuito. Trata-se de uma excrescência autoritária e cara. Nada tem de gratuito porque as emissoras são compensadas. Sob o pretexto de dar uso público a uma concessão também pública (os rádios e as TVs), cria-se o riquíssimo mercado da venda do horário de TV. O PMDB não custa tão caro a cada eleição porque os candidatos estão interessados em seu, sei lá como chamar, aporte ético! Sim, o partido está organizado no país inteiro, tem uma enorme rede de influência e tal, mas o que se busca mesmo são os seus preciosos minutos.

Outro viés da crise
Isso tudo torna o ambiente político quase irrespirável. Esses elementos estão na raiz da crise vivida pela presidente Dilma. Neste ponto, alguém poderia perguntar: “Mas não é assim com todo mundo? Por que essa barafunda agora? Já não era assim nos governos Lula e FHC?” Vamos ver.

É claro que FHC distribuiu cargos também — no seu último ano de governo, eram 18.374; a companheirada achou pouco! O PT é tão autoritário, tem tal viés totalitário, que desestabiliza mesmo o sistema de loteamento. Os peemedebistas, do ponto de vista da lógica desse sistema perverso, têm razão de reclamar: os seus “parceiros” estão sempre nos seus calcanhares. Um peemedebista até pode estar no comando de uma pasta, mas o segundo escalão é quase sempre ocupado pela turma da estrela. E há, escrevi ontem a respeito, a incompetência pura e simples. Com Lula, a chance de crispação era menor porque ele tinha o que Dilma não tem: domínio da máquina partidária. Bastava um peemedebista reclamar de alguma inconveniência dos petistas, e o chefão dava um jeito. Dilma manda no PT menos do que eu…

Por isso, é uma bobagem essa história de que a base aliada está rebelada porque Dilma está tentando moralizar o poder. Aliás, em algum lugar, li que Fernando Haddad teria se saído com essa. A ser assim, está dizendo o quê? Lula optava pela imoralidade? O caso é bem outro. O petismo piorou o que já era perverso: um país que tem esse número de cargos de confiança — imaginem se contarmos todos os governos estaduais, todas as prefeituras, estatais e autarquias não-federais… — está pedindo para ser assaltado e estimulando a pistolagem partidária. Na gestão desse modelo, Dilma está perdida porque não conseguiu controlar os “companheiros”, que não aceitam dividir o butim, conforme o combinado.

Comento

"O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes; práxis, em seu sentido mais amplo é a atividade humana em sociedade e na natureza, podemos mudar o rumo do nosso país, pela práxis do conhecimento e do saber".

"O futuro cobrará justiça de todos os políticos e bandidos que tentaram falsificar a própria história"

As Hienas do Kremilin

Artigo do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Marco Antonio Felício da Silva

Quando recebi a nota do PCB, “Por que ladram os cães de pijama listrado”, e li algumas de suas linhas, lembrei-me imediatamente do mundo natural que está abarrotado de animais perigosos dos mais variados tipos. Existem os peçonhentos, os que provocam alergias, os que transmitem doenças, os nojentos, os animais violentos e os assassinos natos. Na categoria de assassinos natos, estão as hienas. É um animal sem atrativos. Seu modo furtivo, sujo, o grito áspero e o cheiro desagradável não ajudam muito sua reputação. Dentre elas há uma extremamente traiçoeira, que eu chamo de hienas do Kremlin.

Nada como receber algo proveniente das hienas do Kremlin, ainda mais com a validade de ser uma nota política. Para bom entendedor, um pingo é letra. Isto é, uma nota de cunho ideológico marxista-leninista! E como tal, seguindo o instrumental teórico marxista, plena de acusações descabidas, mentiras, meia-verdades, falsidades, etc...

Isso me traz a mente, de imediato, o livro do ex-capitão da então Artilharia soviética, também, um grande escritor, Alexandre Soljenítsin. É o autor do livro “Arquipélago Gulag”, um campo de concentração criado por Stalin, onde esteve por vários anos, modelo para vários outros, em toda a União Soviética, com o intuito de reeducar políticamente milhões de soviéticos que não aceitavam a tirania comunista.

Foi um livro escondido pelo sanguinária ditadura comunista soviética durante anos, a mesma ditadura que vocês comunistas, capachos da então União soviética, aqui tentaram implantar em 1935, assassinado companheiros na calada da noite, enquanto dormiam e no período de 64 à 74, utilizando o terrorismo, seqüestros, assaltos, assassinatos, a mentira, tudo aquilo que existia nos campos de concentração do Arquipélago Gulag, tudo visto e vivido por Alexandre Soljenítsin e por milhões, repito para melhor enfatizar, milhões de seres humanos que não aceitavam e não tinham a liberdade para não aceitar, a feroz ditadura comunista e que perderam as suas vidas em atroz sofrimento !

Foi contra isso, com muito orgulho, que lutaram os militares brasileiros em 35 e no perído de 64 a 74, permitindo a vocês, hienas do kremilin, hoje, a liberdade que usam para tentar matá-la.

Ora! Isso não é surpresa, pois, as hienas figuram com honras na categoria dos animais nojentos. Isso porque a hiena vive de comer restos, porque, como as hienas do Kremilin, são na maioria das vezes predadores oportunistas. Predadores como vocês, hienas do kremilin, dos direitos humanos e das liberdades que qualquer cidadão tem o direito de usufruir.

Marco Antonio Felício da Silva é General na Reserva.

Postado pelo Lobo do Mar

quinta-feira, 15 de março de 2012

Amorim driblado

Por Cardoso Lira

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nestas premissas nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos bandidos e falsificadores da história". (Cardoso Lira)

Revanchismo, falsas premissas, iniquidades administrativas, sapiências tulúricas, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha ou bando, apropriação indébita e peculato, este é jeito desta organização criminosa, desta horda de malfazejos, malfeitores, comunistas e bandidos que se encontra no poder da República, governar nosso país. Ou seria o país dos petralhas?

"O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes; práxis, em seu sentido mais amplo é a atividade humana em sociedade e na natureza, podemos mudar o rumo do nosso país, pela práxis do conhecimento e do saber".

Por Jorge Serrão

O Ministro da Defesa, Celso Amorim, não será atendido sua ordem de punir militares na reserva que exerceram seu direito à livre expressão. Não receberão qualquer punição os que assinaram o manifesto “Alerta à Nação” – escrito em desagravo ao “Manifesto Interclubes Militares” e que foi “censurado” pelo Governo Dilma Rousseff. A promessa de que não haverá punidos foi do Comandante do Exército, General Enzo Peri, em reunião fechada com oficiais da ativa e generais na reserva, segunda-feira passada, no “Forte Apache”, em Brasília.

Um resumo do conteúdo do encontro foi passado, para e-mails e grupos de militares, pelo General de Exército na Reserva Antônio Medeiros, com a seguinte observação: “Não me pediram reserva a respeito, portanto eu, também, não lhes peço”. Além de três dos quatro atuais Ministros do Superior Tribunal Militar, estavam presentes 20 dos 29 Generais de Exército da Reserva que residem em Brasília. Todos foram recebidos pelo Comandante Enzo e pelos membros do Alto Comando da Ativa que servem na Guarnição da Capital. Após um papo descontraído e o cafezinho de praxe, a reunião ocorreu ao auditório do Gabinete.

No encontro, Medeiros informou que ouviu do General Enzo: “Ele teceu comentários sobre O manifesto do Clube Militar e ao artigo do Marco Felício em apoio ao citado manifesto. Nesse contexto, foi levantado o NÃO CONSENSO entre os três Clubes Militares, a INOPORTUNIDADE do surgimento do Manifesto (sem citar os motivos), bem como OS TERMOS apresentados nos textos dos já citados documentos. Ademais, o Cmt nos informou sobre a sua exclusiva responsabilidade em resolver o impasse e que ninguém seria punido pelo fato de ter subscrito o artigo do Felício. Essa Conversa foi objetiva e sintética”.

O General Medeiros reproduziu seu pronunciamento no final da reunião: “Externei a minha posição, de quem assinou o artigo do Marco Felício, e que, contrariando as palavras do Min Defesa, entende que não o havia ofendido, nem tampouco cometido alguma transgressão. Por oportuno, li o trecho, já remetido a vocês, que finaliza com as palavras PARA FAZÊ-LO. Acrescentei, ainda, que ele (Min Def) e o Sr CMT (!), NÃO TINHAM AUTORIDADE, NEM LEGITIMIDADE para mudar as decisões do Clube Militar”.

Medeiros acrescentou: “Além disso, falei que ele, Cmt, por ter pedido a retirada do manifesto do site do CM e o Tibau por tê-lo atendido, FORAM OS RESPONSÁVEIS POR TODA ESSA CELEUMA. Aproveitei, também, a oportunidade para dizer que nós, da Reserva, nos sentimos ofendidos e desconsiderados quando tivemos a infelicidade de ler na mídia as palavras do ex – presidente Lula, na Colômbia, dizendo que: O MILITAR BRASILEIRO É FACILMENTE CONTROLADO, BASTA LHE OFERECER QUALQUER MIGALHA. E o pior, aceitamos essas ofensas sem dizer nada!”

Medeiros relatou que, depois dele, falou o General Benito sobre a Comissão da Verdade, enfatizando os pronunciamentos das duas Ministras. “Em seguida, o General Max Hoertel reclamou sobre a troca de nome de uma rua em Porto Alegre. O General Fernades, do STM, fez comentários semelhantes aos do General Benito, e, por último, falou o General Magioli, argumentando não ter assinado o Manifesto, baseado em duas premissas consideradas por ele como falsas: uma seria a de que o Min Def teria dado “ordem” ao Gen Enzo para determinar a retirada do manifesto do site do CM, e a outra seria a de ter passado a responsabilidade ao Cmt Ex para punir os que subscreveram o artigo do Felício. Segundo o Magioli, se isso tivesse acontecido, o Enzo teria colocado o seu cargo à disposição”.

Segundo o General Medeiros, outras quatro intervenções foram muito interessantes: “1ª - O General Paiva Chaves, bastante sintético, disse não ter gostado do texto do Manifesto do Clube, entretanto, o Clube Militar não podia sofrer ingerência das autoridades já mencionadas. 2ª - O General Raposo perguntou sobre a suspensão das festividades do 31 Mar. A resposta do Cmt não foi convincente”.

Ainda de acordo com relato de Medeiros: “3ª - O Gen Montedônio, após afirmar que havia assinado o artigo do Felício, mas que seu nome não havia aparecido nas últimas relações por problemas de computador, lembrou que precisamos nos unir a fim de evitar, por todos os meios, uma cisão na Instituição. Ressaltou, ainda, as contantes investidas sofridas pelo Exército e que temos de rebatê-las”.

O General continua no texto enviado por e-mail: “4º - O General Cerqueira do STM, fez uma observação muito oportuna sobre a Comissão da Verdade. Ele se referiu à possibilidade de surgirem duas vertentes advindas de um relatório manipulado. Uma é, no mínimo, com o intuito de denegrir a figura de muitos militares que passarão a ser vilipendiados através da mídia e a outra, pior do que a primeira, é conseguir tamanho respaldo na opinião pública que permita entrar com uma ação no STF, a fim de obter a revisão da lei da anistia”.

O General Medeiros fez uma sintética e nada otimista avaliação do final do encontro com Enzo Peri, ministros do STM e demais Generais de Exército na Ativa: “Prezados amigos, eu saí muito preocupado da Reunião, principalmente, por testemunhar uma difícil situação pela qual está passando nosso Comandante. Ainda, não sei como ajudá-lo, mas precisamos, desde já, CERRAR FILEIRAS EM TORNO DO MESMO a fim de EVITAR UMA POSSÍVEL CISÃO NO NOSSO QUERIDO EXÉRCITO”.

Comento

Serenidade, Presidente Dilma!

Muito bem, na verdade o resumo da Ópera é o seguinte: se a Presidenta Dilma Rousseff não retomar seu equilíbrio emocional, mais grave crise militar da história deste país, só tende a se agravar muito, e ainda deve ter um desfecho, digamos inesperado.

Por Reinaldo Azevedo

Até agora, são 1238 os militares que assinam protesto — 112 oficiais-generais

Os respectivos Comandos das Forças Armadas teriam certa dificuldade em cumprir as “ordens” do ministro Celso Amorim (Defesa) e da presidente Dilma Rousseff e punir os militares da reserva que são signatários do documento Eles que venham. Por aqui não passarão. Em primeiro lugar, autoridade que dá uma ordem contra a lei — e é o caso — está pedindo que ela não seja cumprida. E a lei garante àqueles militares o direito de se manifestar. Em segundo lugar, a sanha punitiva fez com que as assinaturas se multiplicassem

Quando a dupla decidiu dar o murro na mesa, apenas 98 pessoas assinavam o texto — 13 delas oficiais-generais. Agora, já são 1238 militares, assim distribuídos (balanço da 0h45 de ontem): 112 oficiais-generais, 693 coronéis, 176 tenentes-coronéis, 35 majores, 94 capitães, 123 tenentes e 5 aspirantes. O texto conta ainda com a adesão de 788 civis, sendo um desembargados e dois parlamentares.

Pois é… Além de a lei amparar, sem sombra de dúvida, o protesto, existem as regras para as punições — ainda que uma simples advertência. Os códigos militares garantem o amplo direito de defesa. Seria necessário criar forças-tarefas só pra esse fim. E os punidos sempre poderiam recorrer à Justiça. Quem decidisse levar a coisa adiante chegaria ao Supremo. E tudo por quê?
- porque Maria do Rosário, ministra dos Direitos Humanos, decidiu não acatar a lei — no caso, a da Anistia (e reitera na prática);
- porque a própria Dilma e Amorim decidiram não cumprir a lei — no caso, a que garante aos militares da reserva o direito de se manifestar.

Dada a cadeia de irresponsabilidades, joga-se, então, a bomba no colo dos comandantes das três Forças, muito especialmente no do Exército, que concentra a maior parte das assinaturas? Ora, tenham a paciência!

E, claro!, o Ministério Público também cumpre a sua parte no estímulo para que essa lista se adense.

Comento

"O futuro cobrará justiça, de todos os políticos, bandidos e farsantes que tentaram falsificar a própria história".

"O socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorancia e o evangelho da inveja . Sua virtude inerente é a distribuição equitativa da miséria" (Wiston Churchill)

O PETISMO estúpido, selvagem e corrupto da desindustrialização, da criminalidade, da bandidagem,
da Era dos guerrilheiros, bandidos e boçais! São três décadas de petismo estúpido que geraram os “fascistas” cheios de “consciência social”, que trazem em si a ditadura e o revanchismo na alma.

"Artilheiro, justenta o fogo, que a vitória é nossa".

Postado pelo Lobo do Mar