sexta-feira, 13 de abril de 2012

O ESTADO, AS CLASSES SOCIAIS E AS FORÇAS ARMADAS


Por Cardoso Lira


"Uma nação capitaneada por guerrilheiros, revanchistas e corruptos que no passado cometeram tantas atrocidades não pode atracar num porto seguro".



Enquanto as Forças Armadas brasileiras, continuam sendo sucateadas, não podemos deixar de pensar uma teoria do Estado, e nos remetemos a Karl Marx, que desenvolveu a mais interessante e provocativa teoria econômica do Estado.



Muito bem, Para Marx o Estado como produto do antagonismo inconsiliável das massas, é o instrumento no qual uma classe domina, escraviza e explora outra classe. O Estado deveria proteger a sociedade e adotar política de geração de emprego e destribuição honesta da renda, mas na verdade funciona totalmente o contrário, como: o comitê executivo da burguesia. Ex- Eike Batista, Daniel Dantas, Pallocci, Zé Dirceu, Marcos Valério, Carlos Cachoeira,  Demóstenes Torres e tantos outros políticos.



Muito bem, no manifesto comunista, Marx e engels, explicitam que o sujo poder político, adequadamente assim denominado, é meramente o poder organizado de uma classe governante para oprimir as outras classes. Nos dias de hoje esta  teoria fica bastante clara quando observamos o que o PT, está fazendo com os militares das Forças Armadas.



Estamos vendo de maneira inequivoca o Estado Brasilero oprimir as FFAA,  os militares estão sendo tratados como simples proletariado. A teoria de Estado elaborada por Marx, é derivada do que Marx teorizava como classes sociais, a luta entre as mais variadas classes é o que configura a história de toda sociedade, uma história construída por grupos de interesses organizados, as classes sociais. Classes que são egoístas, não lhe importam os interesses nacionais, seus interesses estão acima do nacional, muito menos as classes opositoras. Eles passam por cima de tudo e de todos para atingir seus objetivos mais sujos e nojentos.



Qualquer semelhança com a facção criminosa dos petralhas, não é só mera coincidência, Para Marx as classes não seriam somente um grupo de que compartilha de um certo status social, mas é definida em relações de propriedade, nessa premissa, o Estado brasileiro é dominante. Para ele havia aqueles que possuíam o capital  produtivo, mesmo sendo roubado do Estado, com o qual expropriavam a mais-valia, constituindo assim a classe exploradora, de outro lado estava os simples assalariados, os quais não possuíam a propriedade, constituindo assim o proletariado.



Deixa estar e aí está, desta maneira vemos que Marx definiu a classe, ao invés de relacionada com a posição social ou do prestigio de seus membros, relacionou esta com a propriedade produtiva, ou seja detentores de capital ou não. Isto porque se fossem relacionadas como a posição social, as classes de renda distintas não comungariam dos mesmos interesses.



Numa sociedade capitalista os membros desta, ou as classes sociais, perdem ou ganham, a partir do momento em que os preços e salários se alteram, assim seus interesses estariam ligados a estas perdas e ganhos, reunindo desta forma neste interesses de uma classe. Interesses estes que seriam econômicos, e que para sua superação em relação a outra classe são usados todos os métodos, inclusive a violência, que poderia ser usada na revolta dos explorados contra os exploradores que controlam a expropriação da mais-valia.



Muito bem, Marx desprezava qualquer grupo que considerava a natureza do homem como sendo benevolente, pois se a classe é egoísta o individuo também é, que era atribuído segundo Marx, a ideologia burguesa e ao sistema capitalista, visto que a burguesia não deixou que restasse nenhum outro nexo entre homem e homem além de um cru interesse individual, de um invisível pagamento à vista.







O corrupto governo e os ricos na grande maioria bandidos com suas ideologias mascaram todo o processo de exploração, onde por exemplo se leva a evangelização, lavagem cerebral, que por sua vez transformaria o bárbaro em trabalhador disciplinado, e submisso àqueles que Deus aprovou em colocar acima dos explorados.



Em síntese, Marx via os indivíduos agindo para satisfazer seus interesses, pois estes teriam interesses próprios egoístas, mas muitos críticos acreditam que muitas pessoas não se interessam com classe, e nem sabem quais são os interesses de sua classe. Já para um membro da burguesia, o importante é concentrar-se em interesses pessoais,



Enquanto isto o Estado Brasileiro; esta hidra de corrupção e crimes, que hoje se encontra no poder, segue com seu revanchismo oprimindo algumas classes como: os militares das FFAA e tantas outras.



Precisamos mudar o destino da nação brasilera, nem que para isto seja necessário empregar métodos mais radicais e pouco ortodoxo, pois sem isto este governo que aí está, continuará a fazer mais vítimas pelo país afora.



LOBO DO MAR E TIGRE DO CARIBE, ATENÇÃO! TIMONEIRO MANTER O RUMO CERTO! ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA. A LUTA CONTINUA, PARA TIRAR ESTA HIDRA, ESTA SUJA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA  DO PODER.



CERTAMENTE OS LUGARES MAIS QUENTES DO INFERNO ESTÃO RESERVADOS PARA AQUELES QUE EM TEMPO DE CRISE MORAL, ÓPTAM POR FICAR NA NEUTRALIDADE. (Dante Alighieri).

Bem, quando vejo a estrela do PT do presente e a comparo com a do passado, noto que está tão esvaziada daquela ética pregada com muita euforia e sem pudor e quanto a sua cor vermelho forte, comparada ao sangue dos seguidores, que está hoje enfraquecida pelo tempo de uso e de vergonha com tanta roubalheira, negociata ,  favorecimento, tegiversação e silogismo bolivariano.



Logo penso nos sonhadores e adeptos dessa abominável sigla, que lutaram por uma causa utópica, que pregava a igualdade dos homens e a distribuição de renda, eles devem está envergonhados pelo desempenho do PT, enriquecimento dos membros e pelas negociadas ilícidas sem qualquer identificacão ideológica.



Paro então para pensar, será que foi um erro defender a Democrácia, após a contra-revolução de 1964, mas logo vejo que, se o comunismo fosse vencedor muitos democratas e opositores iriam morrer, e depois de muita lutas entre eles pelo poder e pela divisão territorial, o Brasil seria esfacelado entre a Rússia, China e outros comunistas. Com certeza não seriamos mais esta bela Nação poderosa e com futuro promissor e sim um abastecedor da pobreza comunista e do socialismo mundial.



O Brasil de hoje é respeitado e reconhecido como um país do futuro. Bem meus amigos, vamos continuar nesta luta pela manutenção da democracia e pela defesa das nossas Forças Armadas e dos militares que, se unidos sem preconceitos fará desta nação uma bela pátria.

Processo Judicial investiga o petista Luiz Marinho por eventual ameaça a juíza e promotor do ABC

Por Cardoso Lira

Visão Militar, um olhar Direto e uma forma moderna de ver a Corrupção na Política, o Brasil, as Forças Armadas e os Militares.

Paradoxal êxito e suas consequências trágicas, eleitorais para a República como:  corrupção, bandidagens e safadezas, formação de quadrilha e peculato, sendo que o bolsa família, é o maior esquema criminoso, eleitoreiro e de compra de votos do planeta terra.


"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos, que estão no poder da República, nestas premissas, nenhum bandido ou político farsante escapará da vala comum reservada aos canalhas e falsificadores da história".(Cardoso Lira).


"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)


"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (José Maria Eça de Queiroz).


Práxis, em seu sentido mais amplo, é a atividade humana na sociedade e na natureza, Karl Marx e a práxis revolucionária, algumas das teses sobre Feuerbach, em a Ideologia Alemã e em (A Sagrada Família), Marx desenvolve o conceito de práxis ao criticar o materialismo, o banditismo, o idealismo e o estado burguês. Qualquer semelhança com o estado petista, não é só mera coincidência.



O mega chefão responsável por essa "podridão" na República,  molusco da Silva ficou meio tenso com a divulgação, pelo Diário do Grande ABC, de que seu afilhado político e petista, o abominável prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, é investigado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por eventual crime de formação de quadrilha, corrupção ativa, coação e ameaça de morte contra um promotor e uma juíza que atuam em um processo que se enrola há 20 anos. Confirma-se a previsão de que os PETRALHAS e seus dirigentes sofrerão uma onde de ataques nas esferas policial e judicial. O objetivo é varrê-los e elimina-los do poder político que viabiliza esquemas empresariais em que faturam alto, com a bandidagem e a corrupção no nosso país.

Muito bem, a ação contra o petista corrupto corre em “segredo de Justiça”, porque o digamos  "prefeito" tem foro privilegiado para ser investigado diretamente em segunda instância. Quem comanda o processo é o desembargador Fábio Gouvêa, da 10ª Câmara de Direito Criminal, no Fórum João Mendes. O magistrado devolveu o caso à 3ª Vara Criminal de Santo André, pedindo mais informações.

Na verdade esta organização criminosa precisa ser  punida de forma exemplar, todos esses petistas bandidos precisam ser atingidos no próprio bolso, antes de ir para cadeia. Será que não vamos conseguir retitrar estes canalhas corruptos do poder?

Já existe outro indicador de que esta organização nociva, chamada  o (Partido dos Trabalhadores), sofrerá ataques ainda  muito mais pesados. Vejamos os ministros do Tribunal Superior Eleitoral desaprovaram ontem as contas da facção do PT referentes a 2005. Lógico que são gastos inesplicáveis. Com esta punição, a referida organização criminosa, ficará por um mês sem os R$ 3,8 milhões do Fundo Partidário.

"O futuro cobrará justiça de todos os políticos farsantes, que tentaram falsificar a própria história". (Cardoso Lira)

Postado pelo Lobo do Mar








quinta-feira, 12 de abril de 2012

Agressores de militares das Forças Armadas no Clube Militar, são pagos com dinheiro público, Políbio Br...

Uma das maiores e mais corruptas estrelas do PT brilha nas gravações do Cachoeira.


Por Cardoso Lira


Visão Militar
,   um olhar  Direto,  uma  forma  moderna de ver a Corrupção     na

 Política,  o Brasil, as Forças Armadas e os Militares.


No Estadão

Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira, que deverá ser instalada na semana que vem, vai exigir do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), explicações sobre a suposta cobrança de fatura por parte da Delta Construções por supostas doações eleitorais. "O governador de Brasília terá de explicar isso na CPI", disse o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), um dos dois titulares dos tucanos da Câmara na Comissão Parlamentar.
De acordo com as gravações feitas pela Polícia Federal para a Operação Monte Carlo, que desmontou o esquema feito pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a empresa negociava facilidades diretamente com a cúpula do governo de Brasília. Nas conversas gravadas na Operação Monte Carlo, reveladas nesta quinta pelo jornal O Estado de S. Paulo, aliados de Carlinhos Cachoeira, segundo a PF, dizem que a diretoria da empresa no Rio exigia agora, em contratos, a contrapartida pelas doações. E fazia pressão no Palácio do Buriti por nomeações e liberação de verbas. Ao todo, a Delta consta como doadora de R$ 2,3 milhões a comitês partidários no País. A prestação de contas de Agnelo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não registra doação da empresa, em indício de caixa 2, segundo investigadores. Do total, R$ 1,1 milhão foi destinado ao Comitê Nacional do PT e o restante ao PMDB. 

De acordo com a Polícia Federal, assim que Agnelo foi eleito, a Delta tentou emplacar aliados em cargos-chave de administrações regionais e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) de Brasília, o que facilitaria seus negócios. Além disso, tentava receber débitos do GDF por serviços supostamente prestados.
Para o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP,), as exigências feitas pela Delta para receber a fatura do governador Agnelo Queiroz mostram que é preciso mudar o sistema de financiamento das campanhas. "Isso vai nos levar a tratar do tema. Essas cobranças de faturas, que não devem acontecer só aqui na capital, são fruto do financiamento privado. Por isso é que nós defendemos o financiamento público de campanha. Só a mudança acabará com esse tipo de coisa, em que empreiteiros exigem contratos e outras benesses depois da eleição", disse Tatto. 

"Veja só a situação em que chegamos. A Delta é uma empresa nacional, legalmente constituída, com CNPJ conhecido, que participa das licitações e vence. Tem aí não sei quantas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). E agora aparecem essas notícias de que está cobrando a fatura pelas doações", disse Jilmar Tatto. Ele afirmou que tem confiança no governador e que, na sua opinião, Agnelo Queiroz vai explicar tudo.

Comento

Corrupção, bandidagem e crime hediondo, não é novidade na facção criminosa do PT, na verdade desde de quando esta organização nociva chegou no poder, aumentou e muito, todas as safadezas bolivarianas na repúbliqueta dos petralhas.


PT quer enterrar o Mensalão e a liberdade de imprensa.
Na Folha

A Executiva Nacional do PT aprovou nesta quinta-feira (12) documento em que usa o caso envolvendo o empresário Carlinhos Cachoeira para cobrar a fixação de um marco regulatório para os meios de comunicação. Sem citar o nome de qualquer publicação, o documento afirma que "ficou evidente a associação de um setor da mídia com a organização criminosa da dupla Cachoeira-Demóstenes, a comprovar a urgência de uma regulação que, preservada a liberdade de imprensa e livre expressão de pensamento, amplie o direito social à informação". 

O alvo primário do PT é a revista "Veja". Em alguns grampos já divulgados do caso, um jornalista da publicação tem o nome citado por membros do grupo do empresário, acusado de contravenção. A revista publicou texto informando que Cachoeira era fonte de seu jornalista, o chefe da sucursal de Brasília Policarpo Júnior, e que não havia impropriedades éticas nas conversas. O documento afirma ainda que cabe ao PT "impedir que se consume uma operação abafa em torno do envolvimento do senador Demóstenes Torres com a organização criminosa comandada pelo notório Carlos". O mesmo texto ainda defende a instalação da Comissão da Verdade para esclarecer casos.

Comento

"O Futuro cobrará justiça de todos os políticos corruptos, que tentaram falsificar a própria história".



Por Rosa Costa, no Estadão Online:

Apesar da tentativa do deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) de esconder sua proximidade com Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, pelo menos duas interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo mostram que da parte do operador do contraventor Carlinhos Cachoeira, a situação era outra. Dadá não apenas fala de sua amizade por Protógenes, como também que chegou a se indispor com o então delegado da PF, Daniel Lorenz, para defender o amigo.
No grampo de mais de 5 minutos, no dia 20 de dezembro de 2011, Dadá conversa com o policial civil Ventura, da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, sobre a nomeação de Lorenz para comandar o órgão. O faz-tudo de Cachoeira diz que Lorenz “é um cara bom”, mas acrescenta: “Meu problema com ele é que ele queria que eu botasse o Protógenes na mão dele e esse negócio é o seguinte, cara, você vai para vala com os amigos, né”. Dadá e Cachoeira estão presos desde fevereiro, acusados de integrar esquema de exploração de jogo ilegal.
Em outra conversa de 6 minutos, grampeada no dia 14 de janeiro do ano passado, Dadá conta para um determinado Serjão que tentou arrumar emprego no gabinete do deputado Protógenes para uma ex-secretária do deputado Laerte Bessa (PMDB-DF), derrotado nas eleições. No meio da conversa ele diz: “…Aí eu liguei para o Protógenes, eu sou muito amigo do Protógenes, ele está na Bahia, na Bahia. Falei: ‘Protógenes em seu gabinete como é que tá?’ Ele disse: ‘Tá fechado, não tem jeito de botar mais ninguém’”. Mais na frente, o diálogo grampeado chama a atenção por ser um dos poucos em que Dadá fala o nome completo de Cláudio Monteiro, chefe de gabinete do governador Agnelo Queiroz, que deixou o cargo na última terça-feira para se defender da acusação de receber propina para favorecer empresas de limpeza urbana. Dadá pergunta a Serjão: “O pessoal foi lá no Cláudio Monteiro ou não….mas que foram, foram, né?”. No final, ele retoma o nome do ex-auxiliar de Agnelo para falar da nomeação do diretor do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). “Amanhã, os meninos vão estar com Cláudio Monteiro, só pra saber como é que está a questão do SLU, quando é que o João Monteiro assume”.
A reação do deputado Protógenes de desqualificar sua ligação com Dadá, com quem ele nega ter “relação de amizade profunda” ocorreu após o Estado divulgar conversas em que eles acertam encontros para tratar dos depoimentos no inquérito da Operação Satiagraha.

Comento

"A CORRUPÇÃO é a suprema PERVERSÃO da vida de uma SOCIEDADE, uma estupidez, é a SUBVERSÃO dos valores legítimos, ela é o agente da DESORDEM SOCIAL, a negação da ética e a destruição das INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS".





Museu do PT e do Lula será pago com dinheiro público. Poderia ter a forma de uma picareta.
Na Folha de São Paulo

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), vão anunciar amanhã o início da construção de um museu que lembrará as greves de metalúrgicos comandadas pelo ex-presidente Lula no ABC. As obras devem custar R$ 18 milhões aos cofres públicos, sendo R$ 14,4 milhões do governo federal e R$ 3,6 milhões do município. O valor inclui apenas as despesas com instalações físicas. O anúncio será feito um dia antes do primeiro ato público de Lula após o desaparecimento do câncer, a inauguração de um CEU em São Bernardo. Ele dividirá o palanque com Marinho, que tenta a reeleição, e Fernando Haddad, pré-candidato do PT a prefeito de São Paulo. 

O Museu do Trabalho e do Trabalhador será erguido num terreno de cerca de 10 mil m2 ao lado do Paço Municipal, um dos cenários das greves que antecederam a criação do partido. Entre as principais atrações está uma sala vai recriar, com recursos audiovisuais, o ambiente das reuniões históricas lideradas pelo petista nas décadas de 1970 e 1980. "Não é um museu do Lula, mas é evidente que ele terá uma presença muito forte. Queremos que o visitante se sinta como se estivesse dentro das assembleias de metalúrgicos", diz o prefeito. 

O entorno do edifício terá um jardim com ferramentas das fábricas da época. "Incluindo um torno como o que o Lula usava quando perdeu o dedo", anima-se Marinho. O convênio com o Ministério da Cultura foi assinado em 2010, mas atrasou devido a problemas burocráticos e só agora começará a sair do papel, com um repasse inicial de R$ 1 milhão do Tesouro. A obra deve durar um ano e poderá ser acompanhada pelo prefeito da janela de seu gabinete. Segundo aliados, Marinho, que foi ministro do Trabalho e da Previdência de Lula, quer usar o museu como símbolo de sua gestão no município. Ele é cotado para disputar o governo de São Paulo em 2014, mas diz não ter intenção de concorrer. 

O plano é usar a Lei Rouanet (mecanismo de renúncia fiscal do Ministério da Cultura) para bancar os gastos com o interior do prédio e a montagem das exposições. "Isso pode ser mais caro ou mais barato que o prédio. Ainda não sabemos", diz Marinho.(Folha de São Paulo)

Postado pelo Lobo do Mar  

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Zé Dirceu diz que imprensa poupa DEM no caso Cachoeira

Por Cardoso Lira


"A CORRUPÇÃO é a suprema PERVERSÃO da vida de uma SOCIEDADE, uma estupidez, é a SUBVERSÃO dos valores legítimos, ela é o agente da DESORDEM SOCIAL, a negação da ética e a destruição das INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS".


Por Daiene Cardoso - Agência Estado
Réu no processo do Mensalão, o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu acusou a imprensa de tentar poupar o DEM das "ações de sua maior estrela", o senador Demóstenes Torres (GO). Demóstenes deixou a legenda na última semana após as denúncias de envolvimento com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira."(É) preciso agir já, antes que abafem o caso Demóstenes", defendeu Dirceu em seu blog.
Ao citar um artigo publicado no site do PT e assinado pelo secretário-geral, Elói Pietá, o ex-ministro diz que a imprensa provoca "o abafamento do caso que envolve o velho partido que já se chamou PFL, PDS, ARENA, UDN..."
Em outro comentário sobre o caso, Dirceu saiu em defesa do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. Segundo Dirceu, a imprensa tenta envolver Agnelo em uma "rede de intrigas" com denúncias "infundadas". "Ainda que ele (Agnelo) conteste e prove a cada nova pseudo denúncia, tentam envolvê-lo no escândalo deflagrado com as revelações sobre a proximidade entre o empresário da contravenção, Carlos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO)", reclamou o ex-ministro.
Apesar das denúncias já terem provocado a queda de Cláudio Monteiro, chefe de gabinete de Agnelo, por suspeita de ligação com o grupo de Cachoeira, Dirceu afirma que as denúncias publicadas contra Agnelo são "distorcidas". "Agem mais ou menos como agem comigo - veiculam a notícia truncada ou distorcida", afirma.
Ação imediata
As críticas sobre a divulgação das denúncias foram primeiro encampadas pelo secretário-geral do PT, que defendeu em seu artigo a abertura de uma "campanha de esclarecimento" em prol da luta contra a corrupção e pela reforma política."Temos uma grande oportunidade para tornar mais clara a política brasileira. Não podemos perdê-la", pregou o secretário-geral.

Comento

Muito bem, deixa estar e aí está, é lógico que as duas   maiores facções criminosas do planeta terra, PT e PMDB dividirão comando da CPI no caso do bandido e corrupto Cachoeira.

O corrupto senador Demóstenes Torres (GO), diz que, se ele cair a República do PT, vai desmoronar de vez, vamos ver se estes malditos ratos vermelhos, vão realmente para o inferno.

Será que ainda não chegou a hora das Forças Armadas e os militares, saírem da  longa inércia em que se encontram?


Visão Militar,   um olhar  Direto,  uma  forma  moderna de ver a Corrupção na
 Política,  o Brasil, as Forças Armadas e os Militares.


"O Futuro cobrará justiça, de todos os políticos que tentaram falsificar a própria história"


Postado pelo Lobo do Mar


terça-feira, 10 de abril de 2012

O GLOBO DE 31 DE MARÇO DE 2012 (A ditadura civil-militar).

Por Cardoso Lira


"Eles que venham. Por aqui não passarão"!

Daniel Aarão Reis

Tornou-se um lugar comum chamar o regime político existente entre 1964 e 1979 de "ditadura militar". Trata-se de um exercício de memória, que se mantém graças a diferentes interesses, a hábitos adquiridos e à preguiça intelectual. O problema é que esta memória não contribui para a compreensão da história recente do país e da ditadura em particular.

É inútil esconder a participação de amplos segmentos da população no golpe que instaurou a ditadura, em 1964. É como tapar o sol com a peneira.

As marchas da Família com Deus e pela Liberdade mobilizaram dezenas de milhões de pessoas, de todas as classes sociais, contra o governo João Goulart. A primeira marcha realizou-se em São Paulo, em 19 de março de 1964, reunindo meio milhão de pessoas. Foi convocada em reação ao Comício pelas Reformas que teve lugar uma semana antes, no Rio de Janeiro, com 350 mil pessoas. Depois houve a Marcha da Vitória, para comemorar o triunfo do golpe, no Rio de Janeiro, em 2 de abril. Estiveram ali, no mínimo, a mesma quantidade de pessoas que em São Paulo. Sucederam-se marchas nas capitais dos estados e em cidades menores. Até setembro de 1964, marchou-se sem descanso. Mesmo descontada a tendência humana a aderir à Ordem, trata-se de um impressionante movimento de massas.

Nas marchas desaguaram sentimentos disseminados, entre os quais, e principalmente, o medo, um grande medo.

De que as gentes que marcharam tinham medo?

Tinham medo das anunciadas reformas, que prometiam acabar com o latifúndio e os capitais estrangeiros, conceder o voto aos analfabetos e aos soldados, proteger os assalariados e os inquilinos, mudar os padrões de ensino e aprendizado, expropriar o sistema bancário, estimular a cultura nacional. Se aplicadas, as reformas revolucionariam o país. Por isto entusiasmavam tanto. Mas também metiam medo. Iriam abalar tradições, questionar hierarquias de saber e de poder. E se o país mergulhasse no caos, na negação da religião? Viria o comunismo? O Brasil viraria uma grande Cuba? O espectro do comunismo. Para muitos, a palavra era associada à miséria, à destruição da família e dos valores éticos.

É preciso recuperar a atmosfera da época, os tempos da Guerra Fria. De um lado, os EUA e o chamado mundo livre, ocidental e cristão. De outro, a União Soviética e o mundo socialista. Não havia espaço para meios-termos. A luta do Bem contra o Mal. Para muitos, Jango era o Mal; a ditadura, se fosse o caso, um Bem.

No Brasil, estiveram com as Marchas a maioria dos partidos, lideranças empresariais, políticas e religiosas, e entidades da sociedade civil, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB), as direitas. A favor das reformas, uma parte ponderável de sindicatos de trabalhadores urbanos e rurais, alguns partidos, as esquerdas. Difícil dizer quem tinha a maioria. Mas é impossível não ver as multidões - civis - que apoiaram a instauração da ditadura.

A frente que apoiou o golpe era heterogênea. Muitos que dela tomaram parte queriam apenas uma intervenção rápida, brutal, mas rápida. Lideranças civis como Carlos Lacerda, Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Ulysses Guimarães, Juscelino Kubitschek, entre tantos outros, aceitavam que os militares fizessem o trabalho sujo de prender e cassar. Logo depois se retomaria o jogo politico, excluídas as forças de esquerda radicais.

Não foi isso que aconteceu. Para surpresa de muitos, os milicos vieram para ficar. E ficaram longo tempo. Assumiram um protagonismo inesperado. Houve cinco generais-presidentes. Ditadores. Eleitos indiretamente por congressos ameaçados, mas participativos. Os três poderes republicanos eram o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. Os militares mandavam e desmandavam. Ocupavam postos no aparelho de segurança, nas empresas estatais e privadas. Choviam as verbas. Os soldos em alta e toda a sorte de mordomias e créditos. Nunca fora tão fácil "sacrificar-se pela Pátria".

E os civis? O que fizeram? Apenas se encolheram? Reprimidos?

A resposta é positiva para os que se opuseram. Também aqui houve diferenças. Mas todos os oposicionistas - moderados ou radicais - sofreram o peso da repressão.

Entretanto, expressivos segmentos apoiaram a ditadura. Houve, é claro, ziguezagues, metamorfoses, ambivalências. Gente que apoiou do início ao fim. Outros aplaudiram a vitória e depois migraram para as oposições. Houve os que vaiaram ou aplaudiram, segundo as circunstâncias. A favor e contra. Sem falar nos que não eram contra nem a favor - muito pelo contrário.

Na história da ditadura, como sempre, a coisa não foi linear, sucedendo-se conjunturas mais e menos favoráveis. Houve um momento de apoio forte - entre 1969 e 1974. Paradoxalmente, os chamados anos de chumbo. Porque foram também, e ao mesmo tempo, anos de ouro para não poucos. O Brasil festejou então a conquista do tricampeonato mundial, em 1970, e os 150 anos de Independência. Quem se importava que as comemorações fossem regidas pela ditadura? É elucidativa a trajetória da Aliança Renovadora Nacional - a Arena, partido criado em 1965 para apoiar o regime. As lideranças civis aí presentes atestam a articulação dos civis no apoio à ditadura. Era "o maior partido do Ocidente", um grande partido. Enquanto existiu, ganhou quase todas as eleições.

Também seria interessante pesquisar as grandes empresas estatais e privadas, os ministérios, as comissões e os conselhos de assessoramento, os cursos de pós-graduação, as universidades, as academias científicas e literárias, os meios de comunicação, a diplomacia, os tribunais. Estiveram ali, colaborando, eminentes personalidades, homens de Bem, alguns seriam mesmo tentados a dizer que estavam acima do Bem e do Mal.

Sem falar no mais triste: enquanto a tortura comia solta nas cadeias, como produto de uma política de Estado, o general Médici era ovacionado nos estádios.

Na segunda metade dos anos 1970, cresceu o movimento pela restauração do regime democrático. Em 1979, os Atos Institucionais foram, afinal, revogados. Deu-se início a um processo de transição democrática, que durou até 1988, quando uma nova Constituição foi aprovada por representantes eleitos. Entre 1979 e 1988, ainda não havia uma democracia constituída, mas já não existia uma ditadura.

Entretanto, a obsessão em caracterizar a ditadura como apenas militar levou, e leva até hoje, a marcar o ano de 1985 como o do fim da ditadura, porque ali se encerrou o mandato do último general-presidente. A ironia é que ele foi sucedido por um politico - José Sarney - que desde o início apoiou o regime, tornando-se ao longo do tempo um de seus principais dirigentes?civis.

Estender a ditadura até 1985 não seria uma incongruência? O adjetivo "militar" o requer.

Ora, desde 1979 o estado de exceção, que existe enquanto os governantes podem editar ou revogar as leis pelo exercício arbitrário de sua vontade, estava encerrado. E não foi preciso esperar 1985 para que não mais existissem presos políticos. Por outro lado, o Poder Judiciário recuperara a autonomia. Desde o início dos anos 1980, passou a haver pluralismo politico-partidário e sindical. Liberdade de expressão e de imprensa. Grandes movimentos puderam ocorrer livremente, como a Campanha das Diretas Já, mobilizando milhões de pessoas entre 1983-1984. Como sustentar que tudo isto acontecia no contexto de uma ditadura? Um equívoco?

Não, não se trata de esclarecer um equívoco. Mas de desvendar uma interessada memória e suas bases de sustentação.

São interessados na memória atual as lideranças e entidades civis que apoiaram a ditadura. Se ela foi "apenas" militar, todas elas passam para o campo das oposições. Desde sempre. Desaparecem os civis que se beneficiaram do regime ditatorial. Os que financiaram a máquina repressiva. Os que celebraram os atos de exceção. O mesmo se pode dizer dos segmentos sociais que, em algum momento, apoiaram a ditadura. E dos que defendem a ideia não demonstrada, mas assumida como verdade, de que a maioria das pessoas sempre fora - e foi - contra a ditadura.

Por essas razões é injusto dizer - outro lugar comum - que o povo não tem memória. Ao contrário, a história atual está saturada de memória. Seletiva e conveniente, como toda memória. No exercício desta absolve-se a sociedade de qualquer tipo de participação nesse triste - e sinistro - processo. Apagam-se as pontes existentes entre a ditadura e os passados próximo e distante, assim como os desdobramentos dela na atual democracia, emblematicamente traduzidos na decisão do Supremo Tribunal Federal em 2010, impedindo a revisão da Lei da Anistia. Varridos para debaixo do tapete os fundamentos sociais e históricos da construção da ditadura.

Enquanto tudo isso prevalecer, a História será uma simples refém da memória, e serão escassas as possibilidades de compreensão das complexas relações entre sociedade e ditadura.

DANIEL AARÃO REIS é professor de História Contemporânea da UFF.

O Estado e a Revolução; O Estado é um Produto do Antagonismo Inconciliável das Classes

Por Cardoso Lira


As Classes Sociais e o Estado

Meus prezados amigos, mais uma vez fica muito claro,  o que estamos passando neste atual momento na República do PT, é o que Marx definiu como: o definhamento das Forças Armadas e do Estado de Direito.

 Dá-se com a doutrina de Marx,  aquilo que, muitas vezes, através da História, tem acontecido com as doutrinas dos pensadores revolucionários e dos dirigentes do movimento libertador das classes oprimidas. Os grandes revolucionários foram sempre perseguidos durante a vida; a sua doutrina foi sempre alvo do ódio mais feroz, das mais furiosas campanhas de mentiras e difamação por parte das classes dominantes.

 Mas, depois da sua morte, tenta-se convertê-los em ídolos inofensivos, canonizá-los por assim dizer, cercar o seu nome de uma auréola de glória, para "consolo" das classes oprimidas e para o seu ludíbrio, enquanto se castra a substância do seu ensinamento revolucionário, embotando-lhe o gume, aviltando-o. A burguesia e os oportunistas do movimento operário se unem presentemente para infligir ao marxismo um tal "tratamento". Esquece-se, esbate-se, desvirtua-se o lado revolucionário, a essência revolucionária da doutrina, a sua alma revolucionária. Exalta-se e coloca-se em primeiro plano o que é ou parece aceitável para a burguesia. Todos os sociais-patriotas (não riam!) são, agora, marxistas. Os sábios burgueses, que ainda ontem, na Alemanha, se especializavam em refutar o marxismo, falam cada vez mais num Marx "nacional-alemão", que, a dar-lhes ouvidos, teria educado os sindicatos operários e principalmente os metalúrgicos tão magnificamente organizados, para uma grande e suja guerra de rapina.

É lógico que: em tais circunstâncias, e uma vez que se logrou difundir tão amplamente o marxismo/petismo deformado, a nossa missão  é, antes de mais nada, restabelecer a verdadeira doutrina de Marx sobre o Estado. Para isso, teremos de fazer longas citações das obras de Marx e de Engels. Essas longas citações tornarão pesada e exposição e não contribuirão para torná-la popular; mas, é absolutamente impossível dispensá-las. Todas as passagens de Marx e Engels, pelo menos as passagens essenciais que tratam do Estado, devem ser reproduzidas sob a forma mais completa possível, para que o leitor possa fazer uma idéia pessoal do conjunto e do desenvolvimento das concepções dos fundadores do socialismo científico. Assim, apoiados em provas, demonstraremos, à evidência, que o atual "kautskysmo" as deturpou.



Comecemos pela mais vulgarizada das obras de Engels, A Origem da Família, da Propriedade Privada, e do Estado, cuja sexta edição apareceu em Stuttgart, em 1894. Traduziremos os nossos extratos do original alemão, porque as traduções russas, embora numerosas, são, em sua maior parte, incompletas ou muito defeituosas.



Muito bem, resumindo a sua análise histórica, diz Engels:



"O Estado não é, de forma alguma, uma força imposta, do exterior, à sociedade. Não é, tampouco, "a realidade da Idéia moral", "a imagem e a realidade da Razão como pretende Hegel. É um produto da sociedade numa certa fase do seu desenvolvimento. É a confissão de que essa sociedade se embaraçou numa insolúvel contradição interna, se dividiu em antagonismos inconciliáveis de que não pode desvencilhar-se. Mas, para que essas classes antagônicas, com interesses econômicos contrários, não se entre devorassem e não devorassem a sociedade numa luta estéril, sentiu-se a necessidade de uma força que se colocasse aparentemente acima da sociedade, com o fim de atenuar o conflito nos limites da "ordem". Essa força, que sai da sociedade, ficando, porém, por cima dela e dela se afastando cada vez mais, é o Estado".



Eis aí, expressa com toda a clareza, a idéia fundamental do marxismo/petralismo no que concerne ao papel histórico e à significação do Estado. O Estado é o produto e a manifestação do antagonismo inconciliável das classes. O Estado aparece onde e na medida em que os antagonismos de classes não podem objetivamente ser conciliados. E, reciprocamente, a existência do Estado prova que as contradições de classes são inconciliável das classes. O Estado aparece onde e na medida em que os antagonismos de classes não podem objetivamente ser conciliados. E, reciprocamente, a existência do Estado prova que as contradições de classe são inconciliáveis.



É precisamente sobre esse ponto de importância capital e fundamental que começa a deformação do marxismo, seguindo duas linhas principais.



De um lado, os ideólogos burgueses petralhas e, sobretudo, os da pequena burguesia do poder, obrigados, sob a pressão de fatos históricos incontestáveis, a reconhecer que o estado não existe senão onde existem as contradições e a luta de classes, "corrigem" Marx de maneira a fazê-lo dizer que o Estado é o órgão da conciliação das classes. Para Marx, o Estado não poderia surgir nem subsistir se a conciliação das classes fosse possível. Para os professores e publicistas burgueses e para os filisteus despidos de escrúpulos, resulta, ao contrário, de citações complacentes de Marx, semeadas em profusão, que o Estado é um instrumento de conciliação das classes. Para Marx, o Estado é um órgão de dominação de classe, um órgão de submisso de uma classe por outra; é a criação de uma "ordem" que legalize e consolide essa submissão, amortecendo a colisão das classes. Para os corruptos e nocivos políticos da pequena burguesia, ao contrário, a ordem é precisamente a conciliação das classes e não a submissão de uma classe por outra; atenuar a colisão significa conciliar, e não arrancar às classes oprimidas os meios e processos de luta contra os opressores a cuja derrocada elas aspiram.



Assim, na revolução de 1917, quando a questão da significação do papel do Estado foi posta em toda a sua amplitude, posta praticamente, como que reclamando uma ação imediata das massas, todos os socialistas-revolucionários e todos os mencheviques, sem exceção, caíram, imediata e completamente, na teoria burguesa da "conciliação" das classes pelo "Estado". Inúmeras resoluções e artigos desses políticos estão profundamente impregnados dessa teoria burguesa e oportunista da "conciliação". Essa democracia pequeno-burguesa é incapaz de compreender que o Estado seja o órgão de dominação de uma determinada classe que não pode conciliar-se com a sua antípoda (a classe adversa). A sua noção do Estado é uma das provas mais manifestas de que os nossos socialistas-revolucionários e os nossos mencheviques não são socialistas, como nós, os bolcheviques, sempre o demonstramos, mas democratas pequeno-burgueses de fraseologia aproximadamente socialista.



Em Kautsky, a deformação do marxismo é muito mais sutil. "Teoricamente", não nega que o Estado seja o órgão de dominação de uma classe, nem que as contradições de classe sejam inconciliáveis; mas, omite ou obscurece o seguinte: se o Estado é o produto da inconciliabilidade das contradições de classe, se é uma força superior à sociedade, "afastando-se cada vez mais da sociedade ", é claro que a libertação da classe oprimida só é possível por meio de uma revolução violenta e da supressão do aparelho governamental criado pela classe dominante e que, pela sua própria existência, "se afasta" da sociedade. Esta conclusão teoricamente clara por si mesma, tirou-a Marx, com inteira precisão, como adiante veremos, da análise histórica concreta dos problemas da revolução. E foi precisamente essa conclusão que Kautsky "esqueceu" e desvirtuou, como demonstraremos detalhadamente no decurso da nossa exposição.



 Forças Armadas



Contrariamente à antiga organização patriarcal (da tribo ou do clã) - continua Engels - o Estado se caracteriza, em primeiro lugar, pela divisão dos súditos segundo o território.



Essa divisão nos parece "natural", mas representa uma longa luta com a antiga organização patriarcal por clãs ou famílias, sob a supervisão da força policial.



"O segundo traço característico do Estado é a instituição de um poder público que já não corresponde diretamente à população e se organiza também como força armada. Esse poder público separado é indispensável, porque a organização espontânea da população em armas se tornou impossível desde que a sociedade se dividiu em classes ... Esse poder público existe em todos os Estados. Compreende não só homens armados, como também elementos materiais, prisões e instituições coercivas de toda espécie, que a sociedade patriarcal (clã) não conheceu".



Engels desenvolve a noção dessa "força" que se chama Estado, força proveniente da sociedade, mas superior a ela e que dela se afasta cada vez mais. Em que consiste, principalmente, essa força? Em destacamentos de homens armados (PF) que dispõem das prisões, etc.



Temos o direito de falar em destacamentos de homens armados, porque o poder público próprio a cada Estado "já não corresponde diretamente" à população armada, isto é, à sua "organização espontânea em armas".

Trazendo esta obra para os dias de hoje no Brasil, fica claro que o sucateamento, o definhamento e o desmantelamento das Forças Armadas, é por conta de um revanchismo exacerbado desta hidra e desta organização criminosa, que se encontra no poder da República se locupletando do erário público, sem nenhum controle. 


"Os petistas são os BALUARTES, da bandidagem, da corrupção e do crime organizado".


Visão Militar,   um olhar  Direto,  uma  forma  moderna de ver a Corrupção na
 Política,  o Brasil, as Forças Armadas e os Militares.



"O Futuro cobrará justiça, de todos os políticos que tentaram falsificar a própria história"

"A CORRUPÇÃO é a suprema PERVERSÃO da vida de uma SOCIEDADE, uma estupidez, é a SUBVERSÃO dos valores legítimos, ela é o agente da DESORDEM SOCIAL, a negação da ética e a destruição das INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

(Luzes, Câmeras, ação e Corrupção, com o PT no poder, o Brasil não terá salvação).

"O solo petista, é propício à geração espontânea da bandidagem, da safadeza e do crime organizado". (Cardoso Lira)

"A natureza suja e criminosa da máquina de corrupção do PT, levará o país, ao fundo do poço". (Cardoso Lira)
 


"ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO”! 

Postado pelo  Lobo do Mar