terça-feira, 8 de maio de 2012

Por 15 votos a zero, Conselho de Ética do Senado aprova abertura de processo contra Demóstenes


Por Cardoso Lira
"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche) 


"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)

O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM O SILÊNCIO DOS BONS”( Martin Luther King).

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum  político corrupto e farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)


"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". 

"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)


Por Gabriel Castro, na VEJA Online:

O Conselho de Ética do Senado aprovou na manhã desta terça-feira a abertura de processo de cassação contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). Foram 15 votos a 0 pela aprovação do parecer do relator Humberto Costa (PT-PE), que disse haver indícios de quebra de decoro parlamentar. Demóstenes foi flagrado atuando como uma espécie de sócio da quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira.
O advogado de Demóstenes, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, chegou a pedir a abertura de um novo prazo para a defesa do parlamentar, alegando que o relatório de Humberto Costa traz novas acusações, diferentes das mencionadas na representação original contra o senador, mas o requerimento foi negado. “Nessa fase, o que existe para ser apreciado é um parecer prévio”, explicou o presidente do conselho, Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).
A tramitação do processo recém-aberto deve incluir o depoimento de Carlinhos Cachoeira, agendado previamente para 17 de maio. Delegados e procuradores responsáveis pelas investigações também devem ser ouvidos. A expectativa é de que o Conselho de Ética vote pela cassação de Demóstenes até o fim de junho. “Não há um prazo definido. A minha intenção é fazer com que mais rápido possível tenhamos um relatório para ser votado”, diz Humberto Costa.
Ao fim da coleta de provas, a defesa do senador terá novo prazo para apresentar as alegações finais ao Conselho de Ética, que votará sobre a cassação de Demóstenes. Se for aprovado, o pedido segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Só aí é que a cassação seria submetida ao plenário. As votações no conselho e na CCJ são abertas. Em plenário, o voto é secreto.
O senador acusado não compareceu à reunião: foi mais uma vez representado pelo advogado. Até agora, Demóstenes tem evitado contestar diretamente o conteúdo das gravações obtidas pela Polícia Federal e que mostram a ligação do parlamentar com Cachoeira. A defesa tem se prendido a aspectos técnicos e diz que as escutas telefônicas foram feitas de forma ilegal.
ReaçãoApós a decisão, o advogado de Demóstenes disse que pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque, segundo ele, não houve respeito ao princípio da ampla defesa; “Existe a hipótese jurídica de ir ao STF para garantir esse direito constitucional”, afirmou. a decisão, entretanto, será do próprio senador.



Novo julgamento do caso Celso Daniel ainda não atinge quem realmente mandou matar o prefeito petista





Por Jorge Serrão



O julgamento do cadáver politicamente insepulto, que apavora a petralhada, tem mais um capítulo na quinta-feira. Não devem surgir novidades do julgamento – e provável condenação – dos cinco acusados de sequestrar, seviciar, torturar e matar, em janeiro de 2002, o ex-prefeito petista de Santo André, Celso Daniel. Curioso como este não é o primeiro caso grave de violação violenta dos direitos humanos a ser investigado pela Comissão da Verdade...

Quem realmente mandou matar Celso Daniel nunca deve ir a julgamento. Seu nome dificilmente será pronunciado nos tribunais. O julgamento do suspeito de terceirizar a ordem de assassinato, o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, ainda não tem data para acontecer. A tese mais provável para o fim de Daniel é que o ex-prefeito atrapalhou o esquema de corrupção naquela cidade do ABC que ajudava a financiar campanhas eleitorais e outros mensalões ocultos da petralhada. 



Daniel seria o coordenador financeiro da campanha presidencial de Lula em 2002. O cargo foi herdado por Antônio Palocci Filho. O curioso é que Daniel administrava Santo André - uma cidade com denúncias de corrupção. Mais sintomático ainda é que Palocci também foi prefeito de Ribeirão Preto – outra grande cidade com denúncias idênticas. E tudo isto aconteceu bem antes de estourar o escândalo do mensalão – que ainda permanece impune e tem tudo para assim continuar.

Enquanto não chega a hora de Sombra (que, por um milagre, pode revelar algo novo sobre o brutal crime), o juiz Antonio Hristov, da 1.ª Vara da Comarca de Itapecerica da Serra, presidirá o juri popular de cinco acusados de participação no hediondo assassinato: Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro; Rodolfo Rodrigo dos Santos Oliveira, o Bozinho; Elcyd Oliveira Brito, o Jonh; Itamar Messias Silva dos Santos e José Edison da Silva. Acusado de dirigir um dos carros do sequestro, Marcos Roberto Bispo dos Santos, o Marquinhos, foi condenado, em novembro de 2010, a 18 anos de prisão.



O caso apavora a petralhada – que defende a absurda tese de crime comum, e não político. Em 2005, Bruno José Daniel Filho, irmão de Celso Daniel, revelou à CPI dos Bingos do Senado que o esquema corrupto de Santo André financiava campanhas eleitorais do PT. O Ministério Público sustenta que o prefeito de Santo André foi morto porque tentou acabar com as atividade de uma quadrilha que praticava crimes contra a administração pública da cidade.
A preocupação momentânea da petralhada é com o escândalo de Carlinhos Cachoeira - que pode respingar na cúpula do partido e em seus aliados de negócio mais próximos. Mas a confusão gerada pela CPI é apenas uma boa "justificativa" para dar uma providencial atrasada no julgamento do Mensalão, no Supremo Tribunal Federal. A intenção petralha é que tudo fique para depois da eleição municipal, de preferência no ano que vem.
Enquanto isto, o caso Celso Daniel é sempre uma apurrinhação. Aparentemente, sob controle para punir apenas os peixes pequenos. Mas os tubarões - que ordenaram o crime - sempre ficam com uma rêmora atrás da orelha, com o risco de alguma surpreendente verdade vir à tona no atual mar de lama do Brasil - a caminho de uma ruptura econômica-institucional. 


Comento



Milícias virtuais do PT atacam a Veja. Globo sai em defesa da liberdade de imprensa.


Muito bem, blogs  pagos com dinheiro público e veículos de imprensa chapa branca que atuam como linha auxiliar das células mais radicais da organização criminosa dos PETRALHAS, desfecharam uma campanha organizada contra a revista "Veja", na esteira do escândalo Cachoeira/Demóstenes/Delta.


Nunca antes na história deste país, existiu uma organização tão exacerbadamente criminosa, como esta que hoje encontra-se no poder da República, locupletando-se do erário público, sem nenhum controle.

"O futuro cobrará justiça, de todos os políticos e bandidos corruptos que tentaram falsificar a própria história".
Postado pelo Lobo do Mar

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A crise chegou ao Brasil


Por Cardoso Lira


"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DE TODOS OS   POLÍTICOS E CORRUPTOS QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche) 

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)

O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM O SILÊNCIO DOS BONS”( Martin Luther King).

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum  político corrupto e farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)
"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". 

"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

Raquel Landim no Estadão

A crise global desembarcou no Brasil. Já faz tempo que os economistas vêm alertando que um dos vetores de contágio da turbulência na economia brasileira seria o comércio exterior. Os dados de abril da balança comercial confirmaram esses temores.
As exportações brasileiras caíram 8% em abril em relação a abril de 2011. É a primeira queda na comparação interanual desde novembro de 2009, quando o mundo ainda vivia sob o impacto da primeira fase da crise. Uma análise de longo prazo mostra o quanto a desaceleração foi brutal. No acumulado em 12 meses até abril, as vendas externas cresciam 17,5%.
No mês passado, caíram as vendas em todas as categorias de uso – básicos (-7,2%), semimanufaturados (-19,2%) e manufaturados (-4%) – e para todos os principais destinos, com exceção dos Estados Unidos. O Brasil vendeu menos para a União Europeia (-8,5%), para a América Latina (-17,3%) e até para a China (-2,9%). As exportações para os EUA tiveram alta de 5,5%, provavelmente influenciadas pelos bons preços do petróleo, já que os americanos são cada vez mais um cliente importante desse tipo de produto.
Em matéria publicada pelo Estadão, mostramos que três fenômenos diretamente relacionados com a crise estão prejudicando as exportações brasileiras. O primeiro é a menor demanda. Com a Europa em crise e a desaceleração da economia da China, as duas maiores regiões importadoras do planeta estão comprando menos.
O segundo fenômeno é a queda dos preços das matérias-primas, provocada pela menor demanda. O “boom” das commodities tem sido um dos principais motores de crescimento do comércio exterior brasileiro desde 2003, primeiro ano do governo Lula. Em abril, o impacto foi significativo. Das 23 principais matérias-primas exportadas pelo Brasil, 16 tiveram queda na quantidade embarcada e 18 nos preços.
O terceiro é o protecionismo. Com a crise e a queda na demanda, os exportadores passaram a buscar novos mercados para seus produtos. A América Latina se tornou um alvo. Assustada com a invasão de importados, a Argentina acirrou seu ímpeto protecionista e praticamente fechou o seu mercado ao exigir autorização prévia para a importação. O Brasil, que vendia boa parte de seus manufaturados para a Argentina, sentiu o golpe. Em abril, as exportações para a Argentina caíram 27,1% (pelo critério de comparação das médias diárias).
O governo Dilma já reconheceu que 2012 será um “ano difícil” para as exportações. Já o ritmo das importações e, consequentemente o superávit, vai depender do desempenho do mercado interno e das medidas do governo para frear a entrada de importados, que tem se tornado cada vez mais duras e próximas do protecionismo. Infelizmente para o País – mas que dá algum alívio à balança – a economia não está se recuperando como o esperado.

Comento
"O futuro cobrará justiça de todos os políticos corruptos que tentaram falsificar a própria história".
Mais uma da série inédita, como diria o maior apedeuta de todos os tempos... "Nunca antes na história deste país"......

Postado pelo Lobo do Mar

domingo, 6 de maio de 2012

CACHOEIRA MONITOROU ZÉ DIRCEU


Por Cardoso Lira


"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DE TODOS OS POLÍTICOS E CORRUPTOS QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche) 

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)
EXCLUSIVO VEJA:

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A lente do espião financiado e o veneno do contraventor Carlos Cachoeira revelam, na Operação Monte Carlo, a briga velada entre dois caciques do PT: José Dirceu e Antônio Palocci. Foi num apartamento do Hotel Naoum, em Brasília, que José Dirceu foi monitorado recebendo um time de primeira grandeza do Partido dos Trabalhadores para articular a queda do “companheiro” ministro chefe da Casa Civil, marcando a primeira crise do governo Dilma.
A Revista Eletrônica Quidnovi revela com exclusividade uma conversa entre Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres, na qual o contraventor confidencia ao político que financiou o araponga Jairo Martins de Souza para fazer as filmagens clandestinas no apartamento de José Dirceu no Hotel Naoum.

O conhecido araponga da Abin, denunciado pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PDT-RJ) , em 2005, no escândalo dos Correios,  que culminou com o Mensalão do PT, sempre foi financiado por Cachoeira, que mantinha o esquema de arapongagem para se cacifar junto às autoridades fazendo chantagens.

Só para se ter uma noção dos  valores do serviço de Jairo, pelos Correios e pela cassação do deputado André Luiz (PMDB-RJ) foram duas camionetes blindadas: uma para a esposa de Jairo e outra para o próprio ( “presente “ de Cachoeira) e a extorsão de R$ 1 milhão em cima do deputado Roberto Jefferson, que pagou e ficou calado até hoje.

Já se sabe que o espião Jairo Martins de Souza entrou no quarto de Zé Dirceu no Hotel Naoum, mexeu na pasta pessoal do ex-ministro, e não se tem notícias se algum documento ou objeto foi subtraído. Ou, se o araponga plantou alguma escuta ambiente.

A gravação que chegou ao Supremo Tribunal Federal, durante a Operação Monte Carlo, mostra o diálogo entre o senador Demóstenes Torres e o contraventor Carlinhos Cachoeira  comentando o estrago que o vídeo feito  por Jairo no Hotel Naoum no início de 2011 iria provocar dentro do Governo Federal. O  vídeo foi apresentado no ano passado numa matéria da Revista Veja.

Carlinhos diz no áudio da Operação Monte Carlo, revelado agora  com exclusividade pelo Quidnovi,  que o jornalista Policarpo Junior, de Veja, procurou Jairo, fonte da Revista  em diversas matérias, e pediu a fita para publicar o furo. Cachoeira  explica ao senador Demóstenes que recomendou ao araponga que Policarpo Junior teria que pegar a fita com ele: Cachoeira.  A intenção era estreitar  uma relação de fonte com o jornalista.

Cachoeira comenta ainda com o senador que a matéria só seria veiculada duas semanas após a entrega da fita e isto “seria ótimo para a oposição. “ Demóstenes concorda e ambos falam do golpe de Dirceu sobre Palocci e comentam ainda que Dirceu está sempre envolvido nas grandes questões nacionais.

Neste troca-troca de informações entre o senador e o contraventor,  Demóstenes conta a Cachoeira que o colega de Senado Blairo Maggi (PR-MT), da base aliada do PT, estava abastecendo a oposição com o objetivo de derrubar o Governo Dilma.

No momento em que o país atravessa uma de suas maiores crises morais e éticas e que conversas vêm à tona e  começam a causar reboliços, talvez estejamos diante de um dos áudios mais esclarecedores do modus operandi do bando de Cachoeira. Num processo que tem mais de 300 mil escutas, com certeza ainda teremos outras revelações, mesmo a CPMI só podendo abrir os documentos do inquérito em sala absolutamente fechada.

Aparentemente,  o  que podia ter vazado do processo já está circulando livremente pelas mãos da imprensa, de empresários e advogados. Mas, como ultimamente temos sido surpreendidos e atropelados por fatos estarrecedores, quem sabe, como diriam os antigos, ainda tenha muita sujeira embaixo do tapete.

Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 5 de maio de 2012

Michael Jackson - Thriller 3D

Memórias da Guerra Suja

Por Cardoso Lira

LEONENCIO NOSSA / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

Biografia anterior diz que Cláudio Guerra entrou no Dops em 1975, agora, ele fala que incinerou corpos ao longo de 1974.

No recém-lançado livro Memórias da Guerra Suja, o ex-agente policial Cláudio Guerra diz que, na condição de agente do Dops, incinerou corpos de adversários da ditadura numa usina de cana em Campos dos Goytacazes (RJ), ao longo de 1974. O depoimento é uma reviravolta na história relatada por ele mesmo. Uma biografia autorizada por ele, Guerra, o cana dura, em 1980 e 1981, destaca que o ex-agente só ingressou no Dops em setembro de 1975.
A primeira biografia foi escrita pelo jornalista Pedro Maia, que tinha acesso direto a Cláudio Guerra, um agente que se destacou na estrutura do crime organizado do Espírito Santo e na organização criminosa Scuderie Le Cocq, acusada de extermínio na Região Sudeste. "Em setembro de 1975, o já experiente delegado Cláudio Antonio Guerra foi nomeado para chefiar a temida Delegacia de Ordem Política e Social, a Dops", escreveu Maia.

Agora, no novo livro, Guerra conta que virou "combatente dos subterrâneos da batalha contra a guerrilha no segundo semestre de 1972" e já era integrante do Dops há tempo.
O livro não confronta as diferenças de datas, mas cita a primeira biografia num trecho narrado por Guerra: "José Roberto Jeveaux (dono do jornal "O Povão", de Vitória) havia patrocinado um livro sobre mim, o Cana Dura, redigido por Pedro Maia, e eu não quis participar da sua execução. Frequentávamos a casa um do outro, e não me envolveram nisso", relata Guerra.
As declarações de Guerra no novo livro poderão pautar a Comissão da Verdade, na opinião de seus autores, os jornalistas Rogério Medeiros e Marcello Neto. Mas para isso, destacam, a presidente Dilma Rousseff terá de indicar para sua composição "pessoas maduras, isentas e equilibradas".

Comento


"A vida é a espera da morte, por isso faça de sua vida, um bom passaporte"



"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DE TODOS OS POLÍTICOS E CORRUPTOS QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche) 

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)

Quando o ser-homem estiver preparado para aceitar o que seus olhos não vê.
Ele estará se preparando para receber novos ensinamentos.
Pois está tão mecanizado em seus pensamentos que não aceita o que seu coração traz para sua evolução. Se fechando para o amor e para sua própria evolução.
Mais quando ele despertar do seu sono mecânico. Estará aberto para receber novos ensinamentos. E irá adentrar em sintonia com o alto, para juntos buscarmos a luz.

Em sua condição de movimento renovador das consciências, a Nova Revelação vem despertar o homem para o lugar determinado que a Providência lhe confere, esclarecendo-o, acima de tudo, de que o egoísmo, filho da ignorância e responsável pelos desvarios da alma, é perigosa ilusão. Trazendo-nos a chave dos princípios religiosos, vem compelir-nos à observância das leis mais simples da vida, revelando-nos o impositivo de colaboração a que não conseguiremos fugir. 
A vida, pródiga de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação, em todos os seus planos. 
O verme enriquece a terra e a terra sustenta o verme. 
A fonte auxilia as árvores e as árvores conservam a fonte. 
O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo. 
As águas formam as nuvens e a nuvens alimentam as águas. 
A abelha ajuda a fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas no fabrico do mel. 
Um pão singelo é gloriosa síntese do trabalho de equipe da natureza. Sem as lides da sementeira, sem as dádivas do Sol, sem as bênçãos da chuva, sem a defesa contra os adversários da lavoura, sem a assistência do homem, sem o concurso do moinho e sem o auxílio do forno, o pão amigo deixaria de existir. 
Um casaco inexpressivo é fruto do esforço conjugado do fio, do tear, da agulha e do alfaiate, solucionando o problema da vestidura. 
Assim como acontece na esfera das realizações materiais, a Nova Revelação convida-nos, naturalmente, a refletir sobre a função que nos cabe na ordem moral da vida. 
Cada criatura é peça significativa na engrenagem do progresso. 
Todos possuímos destacadas obrigações no aperfeiçoamento do espírito. 
Alma sem trabalho digno é sombra de inércia no concerto da harmonia geral. 
Cérebros e corações, mãos e pés, em disponibilidade , palavras ocas e pensamentos estanques constituem congelamento deplorável do serviço da evolução. 
A vida é a força divina que marcha para diante. 
Obstruir-lhe a passagem, desequilibrar-lhe os movimentos, menoscabar-lhe os dons e olvidar-lhe o valor é criar aflição e sofrimento que se voltarão, agora ou mais tarde, contra nós mesmos. 
Precatem-se, portanto, aqueles que julgam encontrar na mensagem do Além o elixir do êxtase preguiçoso e improdutivo. 

O mundo espiritual não abriria suas portas para consagrar a ociosidade. 
As almas que regressam do túmulo indicam a cada companheiro da Terra a importância da existência na carne.

Hillary e Dilma e o uso da transparência no combate à corrupção.mp4

"CACHOEIRODUTO"


Por Cardoso Lira


O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM, O SILÊNCIO DOS BONS” (Martin Luther King).

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". 

"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

Gilberto Carvalho quer CPI sendo usada para cuidar dos… mensaleiros!

capa-cpi-do-cachoeira
Gilberto Carvalho, vocês sabem, guarda os arcanos petistas. É o homem mais importante do partido depois de Lula. Era o braço direito do prefeito Celso Daniel quando foi assassinado. Um dos irmãos do prefeito o acusa de ter confessado que levava mala de dinheiro da Prefeitura para José Dirceu. Os dois negam. É uma espécie de olheiro de Lula no governo Dilma — para que nada fuja do controle “do chefe”. E está mobilizado, também, para que a CPI do Cachoeira atenda a um propósito político-partidário — na verdade, para atender a uma banda do partido —, não para que puna os corruptos. Leiam trecho da reportagem de Daniel Pereira, Otávio Cabral e Rodrigo Rangel:

O senador José Sarney já recomendou ao PT que “controle os radicais”, argumentando que ninguém tem a ganhar se essa CPI começar a sair do controle”. O recado tem endereço certo: a turma que vê na CPI uma chance única de desmoralizar o julgamento do mensalão. A primeira ofensiva desse grupo foi dada na sessão da semana passada, com a tentativa de convocação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para depor na CPI. Sob o argumento de que ele deve explicar por que retardou a abertura de uma investigação contra Demóstenes Torres, os petistas querem colocá-lo no banco dos réus da CPI para tentar des- moralizá-lo. A imprensa é outro alvo que, na estratégia dos radicais, precisa sair chamuscada da CPI. Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, reuniu, na quinta-feira passada, em seu gabinete no Palácio do Planalto deputados e senadores petistas para lembrá-los de que “o alvo da CPI é o mensalão”. Carvalho, só para lembrar, foi chefe de gabinete de Lula nos oito anos em que ele ficou na Presidência. Conhece de perto, portanto, as entranhas do esquema de compra de apoio no Congresso, parte substancial do escândalo do mensalão.
O cenário inicial da CPI do Cachoeira é muito semelhante ao da CPI dos Correios, instalada em 2005 a partir da gravação na qual Maurício Marinho, diretor da estatal, cobrava 3 000 reais de propina, o que deu origem à descoberta de novos fatos envolvendo dinheiro público e compra de apoios pelo governo. Aquela CPI nasceu com o intuito de blindar os aliados do governo e era controlada por parlamentares fieis ao Palácio do Planalto. Exatamente como agora. Também tinha o mesmo prazo de atuação: 180 dias.
Mas, logo no início dos trabalhos, depoimentos bombásticos, como o do deputado Roberto Jefferson e do marqueteiro Duda Mendonça, incendiaram a comissão e provocaram uma indignação popular que impediu qualquer tipo de acordo. A atual comissão também tem fios desencapados e personagens que podem contar muita coisa. Cachoeira e Cavendish, por exemplo. Com uma matéria-prima mais modesta do que a produzida pelas operações da PF, a CPI dos Correios produziu a denúncia do mensalão, a cassação de José Dirceu e Roberto Jefferson e a renúncia de meia dúzia de políticos, além de tisnar a imagem imaculada de virgem ética do PT. A CPI do Cachoeira, com seu farto material, tem potencial ainda maior. Basta que não se torne refém de arranjos políticos.




Esquema criminoso de Cachoeira fez lobby na Anvisa para liberar medicamentos

Por Vannildo Mendes e Fábio Fabrini, no Estadão:

Diálogos interceptados pela Polícia Federal colocam a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) no foco das investigações sobre a organização criminosa comandada pelo empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, desmantelada pela Operação Monte Carlo. Os grampos revelam que o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) fazia lobby no órgão para que o laboratório Vitapan, de Cachoeira, obtivesse licenças de medicamentos e renovações.
Nos diálogos, gravados em abril de 2011, Cachoeira pede ajuda de Demóstenes para resolver demandas na Anvisa. Os dois combinam uma operação para cooptar Norberto Rech, gerente geral de medicina do órgão. Os grampos indicam que, depois de uma suposta conversa entre o parlamentar e o servidor, em 13 de abril do ano passado, Cachoeira enviou emissários para uma reunião na agência.
Professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Norberto Rech foi levado em 2005 para o órgão com o patrocínio do senador Humberto Costa (PT-SP), então ministro da Saúde. O assessor nega ter feito qualquer ato de ofício para favorecer os negócios do contraventor. A oposição quer convocá-lo para prestar depoimento na CPI do Cachoeira e pediu que a Anvisa realize sindicância para verificar se o gerente facilitou a tramitação das demandas do bicheiro.
Cachoeira queria assegurar a renovação automática das liberações necessárias aos seus medicamentos e Demóstenes, conforme deixam claro os grampos, negociou uma “agenda programada” com Rech, então gerente-geral de Medicina. O objetivo do esquema seria obter licenças facilmente e, na hora das renovações, poupar o laboratório de burocracia e exigências técnicas.
“Aquele… o Norberto… você teve com ele ontem pra olhar aqueles trem que eu te pedi?”, questiona Cachoeira a Demóstenes num dos cinco telefonemas sobre o assunto, interceptados em 14 de abril de 2011.
UnidadeA estratégia dos dois era cooptar o assessor com a promessa de construir uma unidade do laboratório de Cachoeira em Santa Catarina. Nas conversas, Cachoeira cita Rech como “aquele rapaz do Ênio, que trabalha na Anvisa”. O bicheiro se referia a Ênio Branco, secretário de Comunicação do governo de Santa Catarina, antigo aliado de Demóstenes e que, na época dos telefonemas, presidia SCPar - Participações e Parcerias, empresa de desenvolvimento do Estado. Branco, que negou em nota ter realizado negócios com o contraventor, também deve ser chamado à CPI. Ele e Rech figuram como alvos de uma investigação devolvida para a primeira instância pelo ministro Ricardo Lewandowski, do STF, porque não têm direito a foro especial.
05/05/2012
 às 7:51


Postado pelo Lobo do Mar