quinta-feira, 28 de março de 2013


ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DO PT x PMDB: Rio entre a máfia do guardanapo e a turma da propina.

Após a divulgação de inquérito no qual é investigado por suposta cobrança de propina quando esteve à frente da Prefeitura de Nova Iguaçu, o senador Lindbergh Farias (PT) afirmou que se tornou opositor do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). O desembarque da gestão peemedebista, porém, tem resistência dentro do PT.
De acordo com a revista "Época", que revelou detalhes da investigação, o material faz parte de dossiê produzido pelo PMDB do Rio contra o petista, pré-candidato ao governo do Estado. A sigla, que defende a candidatura do vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), nega ter reunido os documentos. Cabral também afirmou não estar envolvido na divulgação do caso.
De acordo com a revista, os papéis mostram depoimentos de Elza Araújo, ex-chefe de gabinete da Secretaria de Finanças de Nova Iguaçu, segundo os quais Lindbergh exigiria propina de empresas contratadas pelo município para pagar despesas pessoais dele e de parentes. Procurada pela Folha, Elza Araújo não foi localizada. Os documentos integram inquéritos abertos em 2007 pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal do Rio enviados ao STF (Supremo Tribunal Federal) após a eleição do petista ao Senado -quando passou a ter foro privilegiado.
A investigação está sob segredo de Justiça por conter a quebra de sigilo bancário do senador e de familiares. Lindbergh nega as acusações e afirma que o Ministério Público Federal no Rio pediu que a investigação não fosse enviada ao STF por não haver indícios suficientes.
A divulgação do suposto dossiê fez com que o senador atacasse Cabral. "Eles querem jogar todo mundo na lama", disse o senador no último fim de semana. "Eles [o PMDB] me jogaram no terreno da oposição." Lindbergh, porém, encontra dificuldades no PT para emplacar o desembarque da gestão Cabral. No início do mês, o senador anunciou que o partido discutiria a entrega das duas secretarias que comanda no Estado (Ambiente e Assistência Social).
O debate, no entanto, sequer foi feito na Executiva Estadual. "Essa discussão nunca foi do partido", disse o presidente regional do PT, Jorge Florêncio, que defende a candidatura do senador. O presidente regional do PMDB, Jorge Picciani, criticou a reação do senador. "Em vez de ficar gastando energia tentando inverter a situação, o senador poderia responder à Justiça."
O PMDB do Rio ameaça não apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff caso o PT não apoie Pezão e lance Lindbergh como candidato. O recado foi repassado ao ex-presidente Lula em reunião com Cabral e Pezão. Em entrevista ao "Valor Econômico", Lula disse que não vai pedir para que o senador desista de concorrer em 2014, como fez em 2010. Mas, ao mesmo tempo, afirmou que a prioridade é o "projeto nacional", de reeleição da presidente Dilma. "Lindbergh pode ser candidato sem causar problema", disse o ex-presidente. (Folha de São Paulo)



AÇÃO ORDINÁRIA DE APLICAÇÃO DO ARTIGO 24 DO DECRETO 667/69 SOBRE A DIFERENÇA ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E PM/DF.



DECRETO 667/69



"Art 24. Os direitos, vencimentos, vantagens e regalias do pessoal, em serviço ativo ou na inatividade, das Polícias Militares constarão de legislação especial de cada Unidade da Federação, não sendo permitidas condições superiores às que, por lei ou regulamento, forem atribuídas ao pessoal das Forças Armadas..."



O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), através de reinteradas decisões já reconheceram essa legalidade, por entenderem não existir impedimento da nova ordem constitucional de 1988 às regras emanadas por esse decreto (667/69).







Já temos 8 decisões favoráveis, sendo 3 decisões de abril de 2009, determinando o respeito ao artigo 24 do decreto 667/69, sendo 5(cinco) do STF, 2(duas) do STJ e1(uma) TJSP. 



O referido decreto, portanto, assume a condição de lei ordinária federal, legislação que disciplina a organização das polícias militares de todos os Estados. Isso significa que, ao detalhar a organização de sua polícia e corpo de bombeiros militares, os Estados não podem conflitar ou deixar de observar o decreto n. 667/69.



A União aumentou o salário dos Policiais Militares (PM do DF) e esqueceu do direito ao aumento dos Militares das Forças Armadas (ativos, inativos, pensionistas e dependentes).



Militares das Forças Armadas PODEM RECEBER mais que Policiais Militares, mas Policiais Militares NÃO PODEM RECEBER mais que Militares das Forças Armadas, com isso que seja aplicado a todos os Militares da Marinha, Exército e Aeronáutica (ativos, inativos, pensionistas e dependentes) o direito de AUMENTO no salário uma vez que a União, ao pagar mais aos Policiais Militares, não está observado o que diz o Art. 24 do Decreto 667/69.



Observe-se, que os valores pagos aos militares das Forças Armadas constituem parâmetros aos Estados, por força da Constituição, por coerência, devem também balizar o numerário pago pela União aos policiais militares do Distrito Federal.



CONSTITUCIONALIDADE DO ARTIGO 24 DO DECRETO 667/69 AO ATRELAR A REMUNERAÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES AO MILITAR DAS FORÇAS ARMADAS



Ademais disso, muito embora inexista hierarquia administrativa entre a Polícia Militar dos Estados e as Forças Armadas, a Constituição de 1988 manteve relação de subordinação da primeira para com a segunda instituição, ao prever no art. 144, § 6º, que as Polícias Militares e corpos de bombeiros são forças auxiliares e reserva do Exército.



IMPORTÂNCIA CONSTITUCIONAL DAS FORÇAS ARMADAS



De acordo com o art. 142, caput, da CF/88: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. Como se observa, o art. 142 infere uma série de funções às Forças Armadas, funções essas basilares à mantença do Estado Democrático de Direito inaugurado pela ordem constitucional de 1988.



Com efeito, no cumprimento desses deveres, as Forças Armadas desempenham importante papel nos mecanismos de solução de crises do Estado, como nas hipóteses de intervenção federal, de estado de defesa e de estado de sítio, além de responderem pela defesa do território brasileiro no plano internacional. Daí se afirmar a constitucionalidade do tratamento diferenciado oferecido pelo decreto 667/69 aos militares das Forças Armadas em relação aos membros das polícias militares.



Em outros termos, tendo em vista que o intuito é, sem dúvida, valorizar o papel fulcral desempenhado pelas Forças Armadas, não é permitido que seus membros ganhem menos que um Policial Militar, dado a importância de suas funções, repita-se, garantidoras dos pilares da República brasileira. Na lição do eminente professor José Afonso da Silva, as Forças Armadas: “Constituem, assim, elemento fundamental da organização coercitiva a serviço do Direito e da paz social (...). São, portanto, os garantes materiais da subsistência do Estado e da perfeita realização de seus fins (...). Dado o relevo de sua missão, nossas constituições sempre reservaram a elas posição especial”.


Postado pelo Lobo do Mar

quarta-feira, 27 de março de 2013

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS

http://www.senado.gov.br/noticias/tv/videos/cod_midia_232008.flv


Militares pedem nivelamento de salário com outras carreiras
Em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, representantes dos militares ativos e aposentados debateram a defasagem na remuneração do setor. Ao final da audiência, o senador Paulo Paim (PT-RS), que a presidiu, prometeu encaminhar um documento com o pleito da categoria às autoridades competentes.
Segundo relatos dos participantes da audiência, desde a edição da Medida Provisória 2215/2001, a situação dos militares começou a se deteriorar progressivamente. A MP acabou com gratificações como adicional de inatividade e o chamado “posto acima” - promoção que o militar recebia ao passar para a reserva. Outros auxílios também foram retirados pela medida, como o auxílio moradia e a licença-prêmio.
O presidente da Associação dos Militares da Reserva, Reformados e Pensionistas das Forças Armadas, Genivaldo da Silva, citou essas perdas como um dos principais motivos da defasagem de remuneração.
- Por isso que nós estamos hoje com um salário superdefasado. E além dessas questões aqui citadas, nós ficamos dez anos sem um real de aumento – disse.
Genivaldo informou que um segundo-sargento das Forças Armadas ganha R$ 2,7 mil com 30 anos de serviço. Um capitão das Forças Armadas recebe R$ 5,3 mil – salário considerado baixo se comparado a outras categorias.
- Ganha menos do que um soldado da Polícia Militar do DF e dos Bombeiros, que são excelentes profissionais. Nós tiramos o chapéu para eles, mas não podemos ganhar menos do que eles.
Salário-família
Outra reclamação recorrente durante a audiência foi o salário-família que os militares recebem para ajudar no custeio da educação de seus dependentes, no valor de apenas R$ 0,16 por filho. A presidente da Federação da Família Militar, Rita Deinstmann, comparou o benefício ao que recebe a família de um presidiário.
- Por que o dependente de um presidiário recebe R$ 915 e nós recebemos R$ 0,16? É uma vergonha! – reclamou.
O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) esteve na audiência e deu apoio aos militares. Para ele, a valorização da categoria deve ser uma questão de interesse nacional, devido à importância do trabalho no país. Segundo o senador, a defesa de riquezas como a Amazônia e o pré-sal é um imenso desafio para o Brasil, que conta com as Forças Armadas.
- Hoje vivemos num ambiente de paz, e todos nós torcemos para permanecer assim. Mas a gente sabe que não pode se descuidar para uma eventualidade de o Brasil ter que defender o seu território ou suas riquezas. Portanto, a questão dos militares não é uma questão apenas dos militares – afirmou Rollemberg.
Paim sugeriu a realização de uma reunião com a categoria em seu gabinete para formular um documento com o pleito dos militares e prometeu todo o apoio para sensibilizar as autoridades competentes.
- Farei de tudo para ajudar para que os pleitos cheguem lá e que, oxalá, eles sejam efetivamente atendidos – prometeu.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

CDH debate situação de militares reformados e pensionistas
Da Redação
Começou a audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para debater a situação de militares reformados e pensionistas. O senador Paulo Paim (PT-RS), autor do requerimento para realização do debate, afirmou que o tema é urgente, pois os militares são os servidores mais mal remunerados do país.
- Os militares sempre tiveram uma remuneração modesta, mas depois de 2001 a situação começou a piorar gradativamente – lamentou Paim em seu discurso em Plenário na última sexta (22).
Paim lembrou, logo no início da reunião, que a realização dessa audiência é um compromisso assumido quando ainda era presidente da CDH. Em fevereiro deste ano, ele foi substituído na função pela senadora Ana Rita (PT-ES), que também terá dois anos de mandato.
Foram convidados para o debate o representante da Associação de Praças das Forças Armadas (Aprafa), Antonio Vicente da Silva; e os presidentes da Federação da Família Militar do DF, Cantidio Rosa Dantas; da Comissão Qesa Brasil, Eduardo Souza Silva; da Associação dos Militares da Reserva, Reformados e Pensionistas das Forças Armadas, Genivaldo da Silva; da União Nacional de Esposas de Militares das Forças Armadas, Ivone Luzardo; da Federação da Família Militar - Mulher/DF, Rita Deinstmann; e da Confederação Nacional da Família Militar, Waldemar da Mouta.
A audiência está sendo realizada na sala 2 da Ala Senador Nilo Coelho e é presidida por Paulo Paim.
POSTADO PELO LOBO DO MAR

Decisão de Barbosa deixa mensaleiros do PT mais perto da cadeia.



Sob o argumento de que o julgamento do mensalão foi "amplamente divulgado", o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, negou pedidos dos réus que queriam mais tempo para elaborar os recursos e cópia dos votos revisados dos ministros antes da publicação oficial do resultado. Ele analisou dois requerimentos feitos pelas defesas de Ramon Hollerbach, ex-sócio do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, e do petista José Dirceu.
A negativa de Barbosa gerou reação das principais defesas que atuaram no caso. Ontem, horas depois da decisão ter sido divulgada, 15 advogados, entre os quais o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, Arnaldo Malheiros Filho, Alberto Toron e José Luís de Oliveira Lima, entraram com um novo pedido. Sobre essa solicitação Barbosa ainda não se manifestou. Eles afirmaram que a falta de acesso prévio às manifestações por escrito dos ministros e a não ampliação dos prazos "inviabilizaria o direito de defesa".
O novo embate entre Barbosa, relator do mensalão, e a defesa dos réus ocorre porque os advogados terão o prazo regimental de cinco dias para elaborar recursos assim que for publicado o acórdão (resultado do caso). Houve 25 punidos pelo esquema de desvio de dinheiro público e compra de votos de parlamentares nos primeiros anos do governo Lula. O documento com os votos dos ministros terá milhares de páginas e deveria ser publicado em 1º de abril, quando terão passado 60 dias do fim do julgamento, descontados recessos e feriados.
Como alguns ministros ainda não entregaram suas contribuições, a expectativa é que a publicação do acórdão só ocorra após o dia 8. O presidente do STF afirma que as defesas conhecem bem o que foi decidido e não precisam do acesso antecipado ou um maior prazo para eventuais questionamentos. "Todos os interessados no conteúdo das sessões públicas de julgamento, em especial os réus e seus advogados, puderam assisti-las pessoalmente no plenário desta corte", disse, em sua decisão.
Os advogados dizem que, se não tiverem acesso ao conteúdo antecipadamente, vão precisar de ao menos 30 dias para analisar esse material. Thomaz Bastos disse à Folha que o argumento de Barbosa é "falacioso", pois a maioria dos ministros não leu o voto durante as sessões, prometendo juntar manifestação escrita posteriormente. "Quase nenhum ministro apresentou o voto escrito durante o julgamento. Como podemos saber o que questionar? Isso, na minha opinião, é um cerceamento completo de defesa", afirmou.
No documento entregue ontem, ele e seus colegas também disseram ser "humanamente impossível cumprir os exíguos prazos". "Ninguém, por mais conhecedor das minúcias do processo que seja, consegue ler mais de 5.000 folhas em cinco dias e ainda por cima redigir uma peça apta a defender os interesses de seu patrocinado." (Folha de São Paulo)




Presidente da Câmara está chamando isto aqui de democracia

Vejam essa foto de autoria de Wilson Pedrosa, do Estadão. Manifestante sobe sobre a mesa da Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara para protestar. Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que resolveu dar uma lavadinha na biografia junto ao jornalismo politicamente correto e engajado, está chamando isso de democracia. Fica o recado para todos os descontentes do Brasil. Quando vocês não gostarem de alguma coisa no Congresso, entrem lá, subam na mesa e botem pra quebrar.


MERVAL PEREIRA
Pesquisando sobre a linguagem dos políticos, tema sobre o qual escreveria a coluna que se segue, encontrei a seguinte definição do escritor inglês George Orwell: “A linguagem política destina-se a fazer com que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável, bem como a imprimir ao vento uma aparência de solidez”. É uma visão cética da atividade política, que não corresponde exatamente à minha, mas dá bem a medida de como os políticos, não apenas os brasileiros e não de agora, são vistos pela opinião pública.
Os casos que analisarei aconteceram nos últimos dias e não revelam tão graves distorções de caráter dos envolvidos, mas de qualquer maneira são exemplos saídos do forno de como se deve ter cautela com a linguagem dos políticos. A presidente Dilma foi a Serra Talhada para pela primeira vez encontrar-se oficialmente com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tido e havido como seu provável adversário em 2014 em seu território político.
No entendimento generalizado, a presidente mandou um recado para seu quase ex-aliado, dizendo que é impossível governar sem uma coalizão forte, mas que precisava de parceiros comprometidos com o projeto de governo. Pois ontem Campos garantiu que não entendeu a frase como um recado indireto, e foi peremptório: “A presidente Dilma não é mulher de mandar recados, e nem eu sou homem de receber recados. Ela não é dada a esse tipo de conversa, e nem eu”.
Parece uma resposta altiva, de quem não se deixa emparedar nem mesmo pela presidente. Na verdade, porém, é absolutamente necessário para Eduardo Campos fingir que não entendeu o recado dado, pois o entendimento o obrigaria a tomar uma decisão agora, sair do governo, entregando todos os cargos, ou desistir de sua provável candidatura.
Essa última hipótese, aliás, era motivo de especulação ontem em Brasília. Não foram poucos os que viram na fala de Campos sinais de que ele está começando a recuar de seu projeto de vôo solo. Não eu ele tenha admitido isso, mas usou palavras mais ambíguas do que tem usado, e, sobretudo, adiou para abril do próximo ano a decisão oficial, quando havia dito que em setembro deste ano ele se decidiria, para dar aos companheiros de partido tempo suficiente para se organizarem, seja qual for a decisão.
Um recuo, a essa altura do campeonato, seria ruim para a oposição, pois fortaleceria a base aliada, mas seria pior ainda para o jovem Eduardo Campos. Indicaria que ele avaliou como insuficientes seus apoios para enfrentar o favoritismo de Dilma. Mas, sobretudo, seria uma demonstração de fraqueza diante do PT e do PMDB que colocaria o PSB em situação mais frágil ainda na coalizão.
Também os tucanos andam usando as palavras de maneira a não esclarecer o quadro político. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, achava que o senador Aécio Neves não deveria ser o presidente do PSDB, concordando com o ex-governador José Serra. Na reunião do partido na segunda-feira, ele acabou se convencendo de que seria bom para Aécio presidir a legenda, assim poderia viajar pelo país para organizar o partido, ouvir as famosas bases partidárias.
Tudo isso para que? Para tornar-se um candidato à presidência mais forte, está subentendido. Mas ontem, talvez temendo ter ido além do que deveria, Alckmin fez questão de ressaltar que o fato de apoiar Aécio para presidente do PSDB não significa necessariamente lançá-lo como candidato à presidência da República. É claro que não, embora seja improvável que levem Aécio a realizar um trabalho de reestruturação partidária para que ele desemboque em outra candidatura.
E se Aécio não é o candidato putativo dos tucanos, que força terá ele para fazer as reformas que pretende? O comentário do governador de São Paulo indica que ele ainda tem dificuldades para apoiar integralmente a candidatura de Aécio Neves à presidência. Passos importantes foram dados nessa direção, e nem Aécio quer ser anunciado candidato agora.
Mas certos comentários revelam mais pelo que não dizem, e é essa a marca da linguagem dos políticos. Patrick Charaudeau, professor na Universidade de Paris-Nord (Paris 13), considerado das maiores autoridades mundiais em análise do discurso, compara o discurso político a um jogo de máscaras. “Toda palavra pronunciada deve ser tomada ao mesmo tempo pelo que ela diz e não diz. Jamais deve ser entendida ao pé da letra, numa transparência ingênua, mas como resultado de uma estratégia cujo enunciador nem sempre é soberano”.

Postado pelo Lobo do Mar

terça-feira, 26 de março de 2013

A Reconquista das Américas pela Fé

Por Cardoso Lira


'OS POLÍTICOS E AS FRALDAS  DEVEM SER MUDADOS FREQUENTEMENTE PELA MESMA RAZÃO' (Eça de Queiroz)


"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder 
da República. Nesta premissa, nenhum bandido ou político farsante escapará da 
vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)



Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas — Tradução de Mário Faustino)


Por Antônio Ribas Paiva   

A América Latina foi massacrada, por décadas, pela TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, rito pagão, que sob a falsa promessa do Paraíso na Terra, pratica a tirania, o terrorismo, a guerrilha, a discriminação social, a violência e o crime, sufocando a fé.                                

Com a queda do Muro de Berlim em 1989 e, subsequente, esboroamento do Comunismo na Europa Oriental, dezenas de grupos terroristas e partidos comunistas latino-americanos (FARC, SENDERO, TUPAC, MST, PT, PCB, PCdoB e etc) com o apoio de Cuba, reuniram-se, em São Paulo em 1990, no antigo Hotel Danúbio, e fundaram o FORO DE SÃO PAULO, sob a presidência de Fidel Castro. Rapidamente, o Foro se imbricou com os militantes da Teologia da Libertação, para tentar criar a URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina).

A exemplo do que ocorreu com o próprio Lênin, o Foro de São Paulo, fortalecido com a falsa mística da Teologia da Libertação, também é financiado pela Banca Internacional, a partir da City de Londres.

O capital internacional e a mística do Foro de São Paulo, com sua “igreja progressista”, dominaram vários países da América Latina, elegendo seus presidentes, como: Venezuela, Brasil, Paraguai, Equador, Bolívia, Uruguai e Argentina. Quase concretizaram o projeto político do ressurgimento do comunismo internacional.

O materialismo da Teologia da Libertação solapou a fé no Catolicismo, fortalecendo as religiões pentecostais, porque as pessoas professam religiões para satisfazer o espírito e não para militar politicamente.

Paralelamente à desconstrução da Religião Católica Apostólica Romana nas Américas, o próprio Vaticano sofreu com divisões internas, que enfraqueceram o papado.
A Igreja Católica perdeu a isenção fiscal na Europa, fato que causou déficits no Estado do Vaticano, cuja saúde financeira é essencial para evangelização.

Na América Latina, apesar de enfrentar evasão de crentes, a Igreja Católica, ainda goza de isenção fiscal e, caso único, é a religião oficial do Estado, na Argentina.
Cristina Kirchner, membro do Foro de São Paulo, aliada de Chaves, Lula, Hugo, Fidel Castro e outros, sentindo o obstáculo aos seus projetos, representado pelas posições corretas e firmes do Cardeal Jorge Bergoglio, tentou excluir a Igreja Católica da Constituição Argentina, fato que seria “um passo adiante”, no projeto de enfraquecimento da fé Católica e consequente avanço da tirania Comunista na América Latina.

De forma iluminada, o Papa Bento XVI, arquitetou a Reconquista das Américas pela fé, fortalecendo, ao mesmo tempo, o Papado, o Vaticano e a Religião Católica.
Magnânimo, renunciou à chefia da Igreja e apoiou a eleição do Cardeal argentino, o jesuíta Jorge Bergoglio, homem de fé verdadeira e de passado e vida exemplares.

A Companhia de Jesus, a qual pertence o Papa Francisco, é a ordem religiosa mais forte e disciplinada do Catolicismo, que promoveu a Evangelização das Américas e do Mundo. São os Fundadores da cidade São Paulo, com Nóbrega e Anchieta.

A eleição de Francisco, o jesuíta, fortaleceu, ao mesmo tempo, o Papado, o Estado do Vaticano e a fé Católica Apostólica Romana, nas Américas e no mundo.
A partir da Argentina, a eleição do Papa Francisco já promoveu a Reconquista das Américas pela fé, asfixiando a Teologia da Libertação e o poder político do Foro de São Paulo.

A fé é instrumento do bem e embasa o progresso humano, consubstanciando o alicerce para desenvolvimento político, social, humano, econômico e, para o aprimoramento institucional dos países.

Porém, a Reconquista das Américas pela fé de Francisco, contraria os interesses político-econômicos e ideológicos do Foro de São Paulo e de seus militantes, que certamente reagirão à evidente perda de poder. O passado terrorista deles acrescenta um componente de alto risco para os objetivos da fé.

Além disso, a eleição do Papa Francisco, contraria os interesses dos Financistas da City, a quem serve o Foro de São Paulo, como facilitador de seus projetos de poder e exploração dos povos.

Todos esses fatores apontam para o Risco de violência contra a figura Central do Processo de Reconquista da Fé Católica: o Papa Francisco.

Por tudo isso, é de suma importância, que as Forças de Segurança se antecipem, para garantir a incolumidade do Papa Francisco, mormente, em sua próxima visita ao Brasil, para o Congresso Mundial da Juventude, que será a Apoteose da Reconquista da Fé Católica nas Américas. 

Não se pode esquecer, que o Papa João Paulo II, que contrariou o Comunismo Soviético, foi alvo de atentado, que quase lhe custou a vida.

Caso ocorra a tragédia de um atentado contra o Papa Francisco, todo o desenvolvimento humano, que ele já está promovendo, será prejudicado, inviabilizando, não só o fortalecimento da fé Católica, mas todo aprimoramento institucional, que a Reconquista da fé certamente ensejará.

Para impedir, que a “Idade das Trevas” prevaleça, sobre a luz, é fundamental a Segurança do Papa Francisco e de tudo o que ele representa, para o Brasil, as Américas e o mundo.


Pai do Mensalão e patrocinado por empreiteiras, Lula quer tornar financiamento privado de campanha um crime inafiançável.

Ao tratar de reforma política em debate nesta terça-feira (26), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o financiamento privado de campanha se torne "crime inafiançável". "Nós precisamos de uma reforma política. Eu sou defensor do financiamento público de campanha como forma de moralizar a política. E mais ainda, eu acho que não só se deveria aprovar o financiamento público de campanha como tornar crime inafiançável o financiamento privado", defendeu o ex-presidente.
Lula ressaltou a dificuldade de uma reforma política ser aprovada porque, segundo ele, aqueles que estão no Congresso querem manter o status quo. O ex-presidente também defendeu o fortalecimento dos partidos políticos e criticou as legendas de aluguel "por vender espaço na TV e negociar no Congresso". "Partido tem de ser uma parte representativa de uma parte da sociedade", disse. (Folha Poder)



Graça Foster pode aproveitar processos sigilosos na CVM para mexer na diretoria financeira da Petrobrás




Por Jorge Serrão – 
Exclusivo - Almir Gulherme Barbassa, diretor financeiro da Petrobrás e considerado por muitos o “verdadeiro gestor da empresa”, corre o risco de ser implodido pela presidente da companhia, Maria das Graças Foster, caso avance um Inquérito Administrativo em andamento na Comissão de Valores Mobiliários – órgão cujo slogan é proteger quem investe no futuro do Brasil no mercado acionário.

Graça Foster já recebeu de assessores um dossiê sobre o caso e já avalia a hora de substituir Barbassa. O que Graça fizer tem o apoio da sua melhor amiga, a Presidenta Dilma Rousseff, que não engolia o super-poder de Barbassa quando presidia o Conselho de Administração da Petrobrás na Era Lula. O caso Barbassa, que pode gerar tensão entre Dilma e Lula, será sacramentado na próxima Assembléia Geral da Petrobrás, em abril.

Responsável pela rolagem diária das dívidas da Petrobrás junto a grandes bancos internacionais, para fazer caixa, Barbassa só não foi ainda detonado porque tem padrinhos fortes: o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente da Petrobrás e amigo de Lula, José Sérgio Gabrieli, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que também preside o Conselho de Administração da Petrobrás.

A CVM investiga, em sigilo, denúncias de investidores sobre os motivos que estariam por trás da decisão da Petrobrás em não recomprar ações após a “maior capitalização do mundo”, em setembro de 2010, que injetou R$ 120 bilhões no caixa da estatal de economia, com emissão de 4 bilhões de ações, para prometidos investimentos no pré-sal. A CVM também fica obrigada a apurar a suspeita de que a Petrobrás aplicou em ativos proibidos, via fundo exclusivo em vez de fazer a recompra prevista de ações.  

Nesse mesmo rolo, que parece uma bomba difícil de ser desarmada, a CVM também investiga, dentro do mais alto sigilo, qual a relação de Almir Barbassa e do membro do Conselho Fiscal da estatal, Nelson Rocha Augusto, com as bilionárias aplicações mensais em vários fundos multimercado. Os alvos são os Fundos BB Milênio 6 (do Banco do Brasil) e o Santander Vênus e Marte, além de outros sequer identificado por investidores. A CVM nega acesso aos processos PAS CVM RJ 15/06 e RJ 2010/9547. Os processos têm relação direta com outros dois: CVM RJ 2011-5450 e CVM RJ 2012-3836.

No caso do Fundo Vênus, surge outro problema político, pois mexe com o Santander. Ele foi criado na época em que o banco era presidido por Fábio Coletti Barbosa, que, por mera coincidência, fazia parte do Conselho de Administração da Petrobrás, como “representante dos acionistas minoritários. Fábio Barbosa também era o perito financeiro, e conselheiro da BR Distribuidora e da PFICO (Petrobrás International Finance Co).

Curiosamente, era Almir Barbassa quem presidia as duas subsidiárias da empresa. Investidores recordam que o Santander e o Itaú eram os bancos credenciados para fazer a recompra de ações pós-capitalização. Também por coincidência, o ex-presidente da Petrobrás na gestão Lula, José Sérgio Gabrielli, foi parar no Conselho de Administração da Itausa – a holding que controla o Itaú-Unibanco.

O negócio fica ainda mais complicado se forem investigados, profundamente, os fundos convergentes com o BB Milênio. Investidores sugerem que a CVM faça um estudo aprofundado sobre o Banco do Brasil BBDTVM e suas subsidiárias BBDTVM EUA e BBDTVM Londres. Todas são presididas por Nelson Rocha Augusto – que atua no Conselho Fiscal da Petrobrás há mais de 10 anos. Augusto é considerado homem de confiança do ex-ministro Antônio Palocci Filho – que hoje anda bastante sumido do noticiário...

Investidores vão mais fundo na questão dos fundos. Recomendam à CVM que apure a rentabilidade no ano de 2007 de todos os fundos associados ao BB Milênio 6. A intenção é descobrir se a Petrobrás e o fundo de pensão de seus empregados, a Petros, aplicaram em ativos proibidos via fundos exclusivos multimercado. Investidores suspeitam que haja conflito de interesses nas operações internacionais da Petrobrás e suas subsidiárias. Daí vem a insistente ira contra Almir Barbassa – que comandava pessoalmente todos os negócios, até surgir a informação de que agora é Graça Foster quem manda na área internacional da Petrobrás. Será mesmo?

Um outro caso grave pode virar processo na CVM ou se transformar em pesada ação em tribunais internacionais, principalmente no de Nova York. Trata-se da revelação de que lobistas (se passando por membros do alto escalão do governo Lula-Dilma e por supostos assessores da direção da Petrobrás) tentaram auferir vantagens indevidas na formação de parcerias para explorar o pré-sal. Segundo empresários do setor de óleo & gás, também pequenos acionistas da Petrobrás, lhes foram oferecidas participações em empreendimentos, com uma condição considerada incomum e mafiosa: “cinco por cento deve ter a participação do Senhor X”.

Os investidores internacionais não falam abertamente. Mas afirmam ter uma ideia bem concreta de quem seria o tal “Senhor X” em nome do qual lobistas condicionavam a participação nos futuros empreendimentos, para que tudo fosse viabilizado. Investidores confidenciam que o grupo do “Senhor X” também sugeria que a joint venture para o promissor negócio no pré-sal também deveria contar com a participação de uma petrolífera europeia que já é parceira da Petrobrás em vários campos de exploração fora do pré-sal. Sabe-se que pelo menos dois altos dirigentes do PT têm íntimas relações com tal empresa, na qual a família do “Senhor X” também teria uma participação acionária dispersa, inferior a 4%, para não chamar a atenção do mercado.

Os investidores já deixam claro que o “Senhor X” não é Eike Batista – que também tem empresa petrolífera e que gosta de usar a letra X em seus negócios. O “Senhor X” é um personagem com influência direta no governo brasileiro, ditando regras na Petrobrás desde a gestão de José Sérgio Gabrielli. Por isso, os investidores preparam ações judiciais para que seja feita uma auditoria independente em todos os contratos da estatal – principalmente naqueles ligados ao pré-sal. Além das suspeitas de superfaturamento, prejudicando o caixa da companhia e seus resultados, uma investigação sobre empresas parceiras pode revelar como funciona o grupo do “Senhor X”.

Um investidor ouvido pelo Alerta Total garante que se trata de um esquema de “delinquência generalizada” mexendo com um volume muito maior de dinheiro que o famoso escândalo do Mensalão que condenou a cúpula petista. Por isso, investidores sugerem que um dos alvos da auditoria internacional, feita a pedido da Justiça de Nova York, seja a PFICo (Petrobras International Finance Co) que é uma das grandes caixas-pretas no sistema Petrobrás.

Antes que um escândalo maior estoure e saia do controle, começa uma operação “amansa investidor” na Petrobrás. A empresa acena com a possibilidade de ceder espaço, de verdade, para os acionistas minoritários elegerem seu legítimo representante para o Conselho de Administração, na próxima Assembléia Geral Ordinária, em abril. Acena-se para os donos de ações ordinárias a indicação de Mauro Rodrigues da Cunha, presidente da Associação de Investidores do Mercado de Capitais (Amec). Mas quem tem ações preferenciais terá de continuar a ser representado pelo empresário Jorge Gerdau Johannpeter – dono do grupo siderúrgico Gerdau – por imposição do acionista majoritário, o governo federal.

Os problemas na Petrobrás podem sobrar para Lula. Os acionistas querem responsabilizá-lo pela propaganda enganosa sobre “a Arábia Saudita em que o Brasil se transformaria, em breve, com a exploração de petróleo e gás de alta qualidade na camada pré-sal”. 

Postado pelo Lobo do Mar

segunda-feira, 25 de março de 2013

Os corruptos bandidos Lula e Zé Dirceu pressionam BNDES a liberar logo US$ 150 milhões para obra da Odebrecht em Cuba

Por Cardoso Lira


'OS POLÍTICOS E AS FRALDAS  DEVEM SER MUDADOS FREQUENTEMENTE PELA MESMA RAZÃO' (Eça de Queiroz)


"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder 
da República. Nesta premissa, nenhum bandido ou político farsante escapará da 
vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)



Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas — Tradução de Mário Faustino)

Por Jorge Serrão
Sempre bem saúde e cada vez mais vivo que nunca para fazer excelentes negócios, o inquieto paciente Luiz Inácio Lula da Silva é o padrinho de mais um trabalho de beneficência em favor do Capimunismo na América Latrina. Lula e sua sombra José Dirceu pressionam a Presidenta Dilma Rousseff para que force a barra do BNDES e libere um financiamento de US$ 150 milhões para que a empreiteira amiga Odebrecht toque uma importante obra de US$ 200 milhões em Cuba: a reforma e ampliação do aeroporto de Havana - essencial para o turismo do Foro de São Paulo.



A liberação da grana brasileira para que a Odebrecht construa o novo terminal aeroviário na Ilha das Ilusões socialistas perdidas depende de uma decisão colegiada do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações. O tal Cofig, que reúne representantes de vários ministérios, teria de referendar o “apoio à exportação de bens e serviços”, o que permitiria ao BNDES ajudar o governo cubano nesta empreitada que também conta com o apoio de José Dirceu de Oliveira e Silva – grande amigo do povo cubano.



O generoso “Banco Nacional de Desenvolvimento do Socialismo”, sediado na Avenida Chile, no Rio de Janeiro, já emprestou US$ 682 milhões para a Odebrecht tocar a obra avaliada em US$ 957 milhões no porto cubano de Mariel. A Companhia de Obras e Infraestrutura – parceria dos baianos com a turma dos irmãos Fidel – é quem toca a obra. A Odebrecht também administra uma usina socroalcooeira na cidade cubana de Cienfuegos.



A Odebrecht tem tudo para ser dona de Cuba – da mesma forma como tem a hegemonia dos maiores negócios no Brasil. Por isso, a maior transnacional brasileira precisa mesmo ser generosa com todos os governantes – independente da orientação ideológica deles. A gratidão da empresa a Lula, por exemplo, é mais eterna que os diamantes angolanos que a empreiteira baiana explora na África.




 
Derrota do PT na Maçonaria

Marcos José da Silva foi reeleito Soberano Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil.

O Senador Mozarildo Cavalcanti ficou em segundo lugar na eleição para o “presidente” da maior potência maçônica do Brasil.

Quem perdeu feio – e ficou PT da vida – foi o advogado sindical Benedito Balouk, ligado ao PDT, que os petistas gostariam de ver comandando a Maçonaria, para tentar aparelhá-la...

Papagaio de Pirata?




Postado pelo Lobo do mar

domingo, 24 de março de 2013

RIO 1936 COLOR - METRO GOLDEN MAYER

"O Arakiri Baiano no Condomínio Petralha"

POR CARDOSO LIRA

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder 
da República. Nesta premissa, nenhum bandido ou político farsante escapará da 
vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)



Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas — Tradução de Mário Faustino)

Por Jorge Serrão – 
Um rato gordinho do esgoto político brasiliense, que tem a fisionomia e o sotaque do novo Papa argentino, em linguagem cifrada, revela como rolam os $ifrõe$ de favores no tráfico de influência e corrupção na relação criminosa e promíscua entre empreiteiras e dirigentes de baixíssima estatura política no Governo do Crime Organizado tupiniquim. Os favores são de embrulhar o estômago como uma mistura quente de azeite de dendê com pimenta das mais fortes.

Uma construtora paga, por mês, 3 milhões de acarajés ao Partido dos Traidores. Deste total, o chefão máximo do bando come seu milhãozinho. Outra empreiteira faz beneficência pagando faturas de cartões de créditos. No Natal, a titular do malandro cocada gastou 900 mil carurus pagos por outra empreiteira. Uma flor de pessoa tem liberação para torrar 700 mil cabidelas. A filha do poderoso comprou uma loja em um shopping por R$ 750 mil vatapás. E ainda falam que os baianos são devagar... Imagina se os espíritos de sarapatel da boa terra tivessem pressa.

A comilança acima contada confirma que o Brasil é um grande conjunto de condomínios da corrupção. Em conversas com amigos muito particulares e chegados, a Presidenta Dilma Rousseff não se cansa de reclamar dos tais “condomínios”. Ela só não tolera que a chamem de síndica. Mas como ela pode ser poupada, se continua se comportando, publicamente, como uma inocente refém de um partido cujos dirigentes máximos são os promotores das maiores bandalheiras ou infantilidades radicalóides? Dilma como advogada de Lula, negando as relações dele com empreiteiras, se transforma em uma personagem patética.

O PT se encontra em estágio de franca autofagia. Por enquanto, ainda está no poder, aparelhando as instituições e concedendo benesses aos membros de seu núcleo mandante. Mas o partido que um dia iludiu a autoproclamada intelecutalidade, pregando a ética e a honestidade, como se fosse uma UDN de saias, agora é um bando em processo de autodestruição. A petralhada fede. Por arrogância e vaidade, não sente o próprio fedor que exala.

O feio escândalo com o lindinho Lindberg representa bem a fase em que os nódulos petralhas se decompõem em luta interna. Foi uma petralhagem explícita o vazamento, na revista Época, da informação de que o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) é acusado de ter montado um esquema de recebimento de propinas pagas por empresas contratadas por Nova Iguaçu, quando foi prefeito daquela metrópole da Baixada Fluminense, entre 2005 e 2010.

Lindbergh responde no Supremo Tribunal Federal por corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Tanta qualificação o torna perfeito para ser candidato ao governo do Rio de Janeiro, sucedendo Serginho Cabral. O problema é que o Cabralznho não quer concorrência. Por isso, na mais pura petralhice, vazarão muitos dossiês para tirar o Lindinho da jogada. Se não desistir da candidatura, Lindbergh vai levar muito pezão...

POSTADO PELO LOBO DO MAR