domingo, 29 de agosto de 2010

A DESESTRUTURAÇÃO DO ESTADO DE DIREITO

O editorial de hoje do Estadão, Toca numa questão que é vital para o futuro — ou falta dele — do Brasil. Lembrem-se que o lulo-petismo criou a República das Corporações no Brasil. O que vai abaixo é uma advertência contra a grande marcha do atraso.

Propostas de mudança da Constituição em exame pela Câmara dos Deputados aumentam as prerrogativas de funcionários do Executivo e do Judiciário, dão-lhes o poder de decidir sobre seus próprios salários e sobre o orçamento dos órgãos a que pertencem, garantem-lhes vencimentos iguais aos de funcionários de nível salarial mais alto e, sobretudo, asseguram-lhes prerrogativas até aqui exclusivas dos membros dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público, num claro desvirtuamento de funções que desorganiza o Estado.

A Constituição estabelece que compete privativamente ao presidente da República o envio ao Congresso do plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias (LDO) e as propostas de orçamento anual da União. Ela assegura ao Poder Judiciário autonomia administrativa e financeira, que dá aos tribunais a prerrogativa de elaborar suas propostas orçamentárias, “dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais poderes” na LDO. Também o Ministério Público elabora seu orçamento, dentro dos limites estabelecidos pela LDO.

Algumas das propostas de emenda constitucional (PECs) em tramitação na Câmara asseguram autonomia funcional, administrativa e financeira a diversos órgãos públicos, o que os retira da esfera de controle direto dos Poderes a que estão vinculados, transformando-os numa espécie de novos poderes, com funcionários dotados de “superpoderes”, como mostrou reportagem de Denise Madueño publicada segunda-feira pelo Estado.

Os membros da Advocacia-Geral da União (AGU) são beneficiários de duas dessas PECs. Uma delas assegura aos advogados e defensores públicos salário equivalente a 90,25% dos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal, medida que, se aprovada, deverá se estender às demais categorias da advocacia pública. Outra PEC assegura autonomia funcional, administrativa e financeira à AGU, à Procuradoria-Geral Federal e às procuradorias das autarquias federais, além das Procuradorias dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios. Desse modo, os advogados públicos, de qualquer autarquia federal e de qualquer município brasileiro, não responderão mais funcional, administrativa e financeiramente aos dirigentes dos órgãos para os quais trabalham e aos demais poderes constituídos.

Outras PECs estendem a autonomia funcional administrativa e financeira às administrações tributárias da União, dos Estados e dos municípios e garantem a independência e autonomia funcional aos delegados de polícia, os quais passarão a gozar também de garantias como vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de salários, de que gozam os juízes. Os delegados são contemplados por outra PEC que lhes assegura vencimento igual ao dos promotores de Justiça.

Há ainda uma PEC que confere à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a competência - hoje limitada ao presidente da República, aos membros do Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal, aos tribunais superiores, ao procurador-geral da República e aos cidadãos em condições específicas - de apresentar projetos de lei.

É notório o desejo dos autores das propostas de afagar política e financeiramente categorias funcionais importantes, algumas nem tão numerosas, mas todas de grande prestígio na administração pública e na sociedade. São claras também as consequências que essas PECs, se aprovadas, terão sobre as finanças públicas, pois, em certos casos, os benefícios se estenderão automaticamente para outras carreiras ou estimularão a apresentação de outros projetos assegurando essa extensão.

Mas o efeito mais danoso dessas propostas é institucional. Ao ampliar competências e prerrogativas de diferentes órgãos públicos, elas criam poderes paralelos que desestruturam o Estado brasileiro. Do ponto de vista financeiro, a autonomia proposta para órgãos como a advocacia pública e para os órgãos arrecadadores em todos os níveis de governo reduz o alcance e a eficiência das políticas fiscais dos governos, cuja qualidade, pelo menos na esfera federal, já é muito criticável. São muito poucos os ganhadores, mas, com a desorganização do Estado, todos os demais cidadãos perderão.

Quebra de sigilo é fruto de “banditismo”, diz Gilmar Mendes

Por Felipe Seligman, na Folha:

Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, 54, afirmou que a quebra de sigilo fiscal de pessoas vinculadas a tucanos é fruto de “banditismo político” e revela “paradigmas selvagens da política sindical”.

Em entrevista anteontem à Folha, ele disse que “o servidor público não pode usar button”, numa referência àqueles que usam o cargo em benefício de seus partidos.

Mendes criticou o aparelhamento político do serviço público brasileiro, ao dizer que se trata de “uma anomalia que se normalizou”. “Os funcionários públicos precisam entender que não estão a serviço de uma instituição partidária”, declara.

Segundo ele, o episódio do vazamento da Receita Federal é algo típico de “partidos clandestinos que utilizavam dessas práticas como um instrumento de defesa contra um regime ditatorial”.

No comando do STF (2008-2010), o ministro ficou conhecido por críticas que fez ao que chamou de Estado policial e “espetacularização das prisões” pela Polícia Federal, que, segundo ele, estava fora de controle.

Folha - Como o sr. avalia esse vazamento de informações sigilosas da Receita Federal?
Gilmar Mendes - É algo assustador e lamentável. Sobretudo quando ocorre em uma instituição profissionalizada e profissional como a Receita Federal.

O sr. vê alguma relação com o grande número de cargos em comissão?
Claro. O aparelhamento de instituições é algo grave e nocivo ao serviço público do país. Os funcionários públicos precisam entender que não estão a serviço de uma instituição partidária. Quando fazem isso, estão descumprindo o princípio democrático.

Esse aparelhamento é tratado como algo natural no Brasil?
O servidor não pode usar button e isso é algo que se transformou em cultura ao longo do tempo. É uma anomalia que se normalizou.

Mas não existe só na Receita. É algo que se generalizou?
Para atender a interesses partidários, os interesses democráticos são desrespeitados. Isso acontece em qualquer órgão [aparelhado]. É o funcionário da Receita que quebra sigilo fiscal. É o funcionário de um banco que quebra o sigilo bancário.

Como combater isso, já que, como o sr. mesmo diz, se normalizou?
É preciso punir gravemente essa cultura de dossiês no país. Os partidos que se utilizaram disso têm que pedir desculpa. Têm que fazer um mea culpa. Porque isso é típico de partido da clandestinidade e não pode ocorrer em um regime democrático.

O aparelhamento é uma característica genuinamente brasileira?
Em outros países democráticos é pequeno o número de funcionários com ligações partidárias porque existem poucos cargos em comissão.
Aqui costumamos ver funcionários públicos a serviço de siglas partidárias. É coisa de partido clandestino que atuava contra regimes autoritários. Mas é preciso entender que não vivemos mais sob tais condições. Vivemos em um regime democrático e isso é inadmissível.

O sr. atribui o vazamento na Receita apenas à cultura de clandestinidade partidária?
Não. A cultura do vale-tudo da política sindical também pode estar ligada a tudo o que vem acontecendo. Não se pode transpor ao mundo político institucional os paradigmas selvagens da política sindical. Também vejo isso como outra fase do patrimonialismo. Aqueles que estão no poder acham que podem fazer tudo por estarem lá.

COMENTO

Bem, já venho fazendo essas denúncias à muito tempo atrás, desde do início do primeiro governo Lula, só espero que agora as autoridades brasileiras façam alguma coisa, para mudar esse caótico e lastimável quadro de banditismo institucionalizado e corrupção edêmica que se instalou no país desde de 2002, no início do governo dos petralhas.

sábado, 28 de agosto de 2010

ESTADO BRASILEIRO ABRIGA UMA MÁQUINA DE DESTRUIR OS ADVERSÁRIOS DO PT

Bem, já foi explicado aqui algumas vezes como funciona a corrupta máquina petista de moer reputações e destruir os inimigos. É assim: um petista ou alguém a serviço do crime organizado e do PT arruma um “documento” acusando um adversário e passa o papel para um repórter; apura-se ali uma coisinha ou outra e se vai em busca do “outro lado”. Publicada a reportagem, o Ministério Público abre um inquérito. E o adversários dos petistas que se virem para provar que são inocentes. Hoje as coisas estão ainda mais fáceis porque se mobiliza imediatamente a Internet, junto com o aparato do Estado.

A VEJA desta semana traz uma reportagem de Fernando Mello e Rodrigo Rangel sobre a tramóia dos bandidos petralhas na Receita Federal para tentar atingir a candidatura de um candidato de oposição. Há tempos, os Palhaços do Planalto entraram de cabeça numa tentativa de destruir os candidatos de oposição, de qualquer jeito. E se deram muito mal.

Esta super armação começou a ser preparada no ano passado, quando o líder do PR na Câmara, deputado Mabel (GO), aliado do governo, se encontrou no Planalto com Gilberto Carvalho, o corrupto e nocivo chefe de gabinete de Lula. para conversar sobre “uma bomba”. O deputado tinha um conjunto de papéis que, entre outras coisas, mostravam a existência de uma grande conta secreta no exterior em nome de um tucano. A papelada continha extratos bancários de um certo Aztec Group, offshore sediada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Um dos documentos - com timbre do banco suíço UBS- indicava que a Aztec seria dona de uma aplicação de 200 milhões de euros, o equivalente a mais de 440 milhões de reais. Como o material era apócrifo, era necessário que o governo lhe conferisse autenticidade. Adversário de Perillo na política goiana. Mabel saiu do Palácio com a promessa de que o caso seria investigado a fundo, de qualquer jeito.

Com uma mãozinha e os dedos sujos do abominável e corrupto Carvalho, foram abertas as portas do Departamento de Recuperação de Ativos (DRCI), seção do Ministério da Justiça encarregada de mapear no exterior o dinheiro que sai ilegalmente do país. Após falar com o estúpido chefe de gabinete do presidente. Mabel reuniu-se também com o atual ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, a quem o DRCI está subordinado. Como o DRCI não pode agir sem o pedido de outro órgão de investigação, Mabel fez o dossiê chegar às mãos de um promotor de Goiás - que, de pronto, abriu um inquérito para investigar as supostas contas. Os documentos obtidos agora por VEJA atestam que a máquina do estado foi usada para dar ares de legalidade a papéis fajutos.

Em resposta às consultas do Ministério da Justiça, o promotor suíço Daniel Tewlin afirma que uma das principais contas relacionadas no dossiê simplesmente não existe. A mensagem, ele anexou uma comunicação do banco UBS. “O banco ressalta que o documento apresentado como prova de que haveria relações comerciais (entre o UBS e o Aztec Group) é uma falsificação”, escreveu o promotor de Zurique. Há duas semanas, o coordenador-geral do DRCL Leonardo do Couto Ribeiro, encarregou-se de informar o vexatório desfecho da empreitada ao promotor de Goiás que abriu o inquérito. O mesmo á foi arquivado”.

COMENTO

Este senador da República. Também é candidato de um partido de oposição ao governo de seu Estado. Além das prerrogativas do cargo, isso não faz dele um homem acima da lei. Mas também não deveria fazer dele um homem a quem não se garante nem a lei. E é o que tem acontecido aqui no país dos corruptos e bandidos petralhas.

Gilberto Carvalho é outro que deveria estar, a esta altura, na fila do seguro-desemprego. Este canastrão do pau-oco gosta de tirar ares de beato safado, o amaldiçoado se diz de convicções cristãs — chegou a ser seminarista. A Igreja o expulsou sumariamente, por se tratar de um elemento exacerbadamente nocivo.

Se alguém chegar no Palácio com um papelucho apócrifo, com alguma denúncia, contra um petralha, este mega bandido tentará, por acaso, mobilizar a máquina suja com o aparato do Estado para promover uma investigação? Ora, petista pego com malas de dinheiro para pagar dossiês fajutos, sai incólume e ainda vira “empresário”… Olhem o caso dos aloprados do PT.

Já não há mais dúvida nenhuma: o Estado Brasileiro abriga uma máquina suja, cujo objetivo é destruir os adversários do PT, promover o banditismo institucionalizado, corrupção edêmica e a tentativa de se perpetuar no corrupto e sujo poder.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O CRIME CONTINUADO DA FACÇÃO CRIMINOSA DO PT




















Leiam editorial do Estadão:

Foi preciso uma decisão judicial, tomada na terça-feira, para que o vice-presidente do PSDB, pudesse exercer o direito elementar de acesso ao inquérito instaurado na Corregedoria-Geral da Receita para apurar a devassa nas suas declarações de renda - cópias das quais foram parar em mãos de pessoas corruptas ligadas à campanha da candidata petista Dilma Rousseff. E só assim o País ficou sabendo, já tardiamente, que o sigilo fiscal de outros contribuintes também foi quebrado na mesma ocasião.

Em 16 minutos, na hora do almoço do dia 8 de outubro de 2009, na delegacia do Fisco em Mauá, na Grande São Paulo, foram abertas e impressas várias declarações.

Os sistemas de controle da Receita identificaram como pertencendo à analista fiscal Antonia Aparecida Neves Silva a senha utilizada para a invasão no computador da servidora Adeilda Ferreira dos Santos. Antonia, contra quem foi aberto processo administrativo, admitiu ter passado a senha a Adeilda e a outra colega, Ana Maria Caroto Cano. Todas negam envolvimento no caso. O processo depende de uma perícia que não tem data para terminar. É incerto igualmente se aparecerão os nomes dos autores e mandantes do crime. Se aparecerem, não será antes da eleição.

O que parece fora de dúvida é que a devassa foi ordenada de dentro do apparat petista para a formação de um dossiê a ser eventualmente usado contra o outro candidato, conforme revelado pela Folha de S.Paulo, que teve acesso ao material. Na campanha de 2006, quando ele concorria ao governo paulista, o coordenador da campanha do então candidato ao Senado pelo PT, Aloizio Mercadante, envolveu-se com a malograda tentativa de um grupo de companheiros de comprar uma papelada para atacar o tucano. Eles foram presos em flagrante com uma bolada de dinheiro. O presidente Lula limitou-se a chamá-los de aloprados.

Não se sabe se desta vez também há dinheiro envolvido na sujeira afinal desmascarada. Ainda que haja, deve ter prevalecido na montagem da operação o mais autêntico espírito partidário do vale-tudo para tomar e permanecer no poder, como, por palavras e atos, o próprio Lula ensina sem cessar à companheirada. Esse espírito está na origem do mensalão, do escândalo dos aloprados e das demais baixarias que vieram à tona nestes 8 anos. Do PT se pode dizer, parafraseando uma citação clássica, que nada esqueceu e nada deixou de aprender em matéria de vilania política.

Aprendeu, sobretudo, que os fins não apenas justificam os meios, mas dependem de meios eficazes para ser alcançados. O principal deles é o controle - no sentido mais raso do termo - da máquina pública. Dos muitos objetivos a que serve o aparelhamento do Estado, um dos mais importantes é criar um disseminado e leal “exército secreto”, como já se escreveu nesta página, pronto para fazer os trabalhos sujos que dele se demandem. A ordem tanto pode partir dos mais altos escalões do governo ou da facção criminosa como resultar da iniciativa de indivíduos e grupos que conhecem as regras do jogo na casa e sabem a quem recorrer numa ou em outra circunstância.

No caso da violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas a outra legenda, é até possível que Dilma só viesse a saber dela quando já estava em curso ou depois de escancarada. O que teria sido possível graças a inconfidências de membros da campanha em conflito com o setor de onde parece ter partido a decisão de arrombar o cofre de informações da Receita. Mas, na ordem das coisas que contam, o essencial, o assustador, é que se constituiu no governo uma rede de agentes que a qualquer momento pode funcionar como uma mega organização criminosa.

COMENTO

Tenho dito aqui exaustivamente, que os petistas trazem em si o DNA do crime organizado, da bandidagem e da corrupção; este legado é por conta das guerrilhas,
e das organizações criminosas: VAR PALMARES, VAR PARAÍSO, MR-8 e outras mais.

Na verdade essa estrutura, bandida, corrupta e nociva, que se nutre do próprio Estado em que se encastelou, só deverá se fortalecer com a provável vitória suja da candidata guerrilheira e presidencial do PT, cujo o caráter emula como o do próprio Molusco apedeuta. Não podemos esquecer que: Molusco e FHC, são os dois maiores caudilhos do planeta terra, na atualidade. Os fatos são claros, só não ver quem não quer, certo?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O DISCURSO EM QUE MOLUSCO AFIRMA QUE BOLSA FAMÍLIA DEIXA O SUJEITO VAGABUNDO, SEM VONTADE DE PLANTAR MACAXEIRA!!




















Esta é a prova inequivóca e documental de quem foi o criador do nocivo programa eleitoreiro.

"TUDO QUE É PRECISO PARA O TRIUNFO DO MAL, É QUE AS PESSOAS DE BEM NADA FAÇAM" (E.Burke).

Por Reinaldo Azevedo

Como é mesmo? Segundo um novo Datafolha, a diferença entre Dilma e o outro candidato oscilou para 20 pontos? Os corruptos petralhas não descansam nem de madrugada — creiam (devem ganhar bem!) — e anunciam que eu já perdi a eleição? Então eu vou lhes mostrar como me comporto em meio àqueles que já disputam o seu lugar à grama. E por que vou fazer o que segue? Por apreço à verdade. E porque, como escrevi naquele texto quanto estava em Dois Córregos, Corisco só se entrega na morte de parabelo na mão, hehe.

Ontem, na impressionante coleção de invencionices a que se entregou em cima do palanque, Molusco afirmou que setores “elitistas” o criticaram por causa do Bolsa Família. Também é mentira. O único “elitista” contrário ao programa era… Lula!!! E dá para provar. Quando o corrupto Babalorixá chegou ao poder, inventou que o Brasil padecia de uma fome africana — que já havia sido superado havia duas décadas ao menos. E criou o natimorto programa Fome Zero, lembram-se? O que era mero golpe publicitário de Duda Mendonça virou estandarte do governo. Havia quatro programas de renda do governo anterior: Auxílio-Gás, Bolsa Alimentação, Bolsa Escola e Bolsa Renda. Lula os juntou depois e os chamou de Bolsa Família. Isso é história. Mas, antes de fazê-lo, falou muita bobagem. E depois também. E continua falando até hoje.

No dia 9 de abril de 2003, com o Fome Zero empacado, Lula fez um discurso no semi-árido nordestino, na presença de Ciro Gomes, em que disse com todas as letras que acreditava que os programas que geraram o Bolsa Família levavam os assistidos à vagabundagem. Querem ler? Pois não!

Eu, um dia desses, Ciro [Gomes, ministro da Integração Nacional], estava em Cabedelo, na Paraíba, e tinha um encontro com os trabalhadores rurais, Manoel Serra [presidente da Contag - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura], e um deles falava assim para mim: “Lula, sabe o que está acontecendo aqui, na nossa região? O povo está acostumado a receber muita coisa de favor. Antigamente, quando chovia, o povo logo corria para plantar o seu feijão, o seu milho, a sua macaxeira, porque ele sabia que ia colher, alguns meses depois. E, agora, tem gente que já não quer mais isso porque fica esperando o ‘vale-isso’, o ‘vale-aquilo’, as coisas que o Governo criou para dar para as pessoas.” Acho que isso não contribui com as reformas estruturais que o Brasil precisa ter para que as pessoas possam viver condignamente, às custas do seu trabalho. Eu sempre disse que não há nada mais digno para um homem e para uma mulher do que levantar de manhã, trabalhar e, no final do mês ou no final da colheita, poder comer às custas do seu trabalho, às custas daquilo que produziu, às custas daquilo que plantou. Isso é o que dá dignidade. Isso é o que faz as pessoas andarem de cabeça erguida. Isso é o que faz as pessoas aprenderem a escolher melhor quem é seu candidato a vereador, a prefeito, a deputado, a senador, a governador, a presidente da República. Isso é o que motiva as pessoas a quererem aprender um pouco mais.

Notaram a verdade de suas palavras? A convicção profunda? Então…

No dia 27 de fevereiro de 2003, Lula já tinha mudando o nome do programa Bolsa Renda, que dava R$ 60 ao assistido, para “Cartão Alimentação”. Vocês devem se lembrar da confusão que o assunto gerou: o cartão serviria só para comprar alimentos?; seria permitido ou não comprar cachaça com ele?; o beneficiado teria de retirar tudo em espécie ou poderia pegar o dinheiro e fazer o que bem entendesse?

A questão se arrastou por meses. O tal programa Fome Zero, coitado!, não saía do papel. Capa de uma edição da revista Primeira Leitura da época: “O Fome Zero não existe”. A imprensa petista chiou pra chuchu.

No dia 20 de outubro, aquele mesmo apedeuta Molusco, que acreditava que os programas de renda do governo anterior, geravam vagabundos, que não queriam mais plantar macaxeira, fez o quê? Editou uma Medida Provisória e criou o Bolsa Família? E o que era o Bolsa Família? A reunião de todos os programas que ele atacara em um só. Assaltava o cofre dos programas alheios, afirmando ter descoberto a pólvora. O texto da MP não deixa a menor dúvida:

O programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação - “Bolsa Escola”, instituído pela Lei n.° 10.219, de ir de abril de 1001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação - PNAA, criado pela Lei n.° 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Saúde - “Bolsa Alimentação”, instituído pela medida provisória n.° 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo Decreto n.° 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto n.° 3.877, de 24 de julho de 2001.

Compreenderam? Bastaram sete meses para que o programa que impedia o trabalhador de fazer a sua rocinha virasse a salvação da lavoura de Lula. E os assistidos passariam a receber dinheiro vivo. Contrapartidas: que as crianças freqüentassem a escola, como já exigia o Bolsa Escola, e que fossem vacinadas, como já exigia o Bolsa Alimentação, que cobrava também que as gestantes fizessem o pré-natal!

E qual passou a ser, então, o discurso do abominável Molusco?
Ora, Lula passou a atacar aqueles que diziam que programas de renda acomodavam os plantadores de macaxeira, tornando-os vagabundos, como se aquele não fosse rigorosamente o seu próprio discurso.

No dia 23 de março de 2005, em Cuiabá, atirava contra as pessoas supostamente contrárias ao Bolsa Família. Leiam e confrontem com o que ele próprio dizia em 2003:
Eu sei que tem gente que fala: “Não, mas esse presidente está com essa política do programa Fome Zero, do Bolsa Família, isso é proselitismo, isso é esmola.” Eu sei que tem gente que fala assim. Lógico, o cidadão que toma café de manhã, almoça e janta todo santo dia, para ele Bolsa Família não significa nada, ele não precisa. E ainda mais se ele puder fazer uma crítica a mim tomando uma Coca-Cola em um bar, um uísque ou uma cerveja. Agora, tem pessoas que, se a gente não der essa ajuda, não conseguem comer as calorias e as proteínas necessárias à vida humana. E se for uma criança de antes de seis anos de idade, nós sabemos que essa criança poderá ter o seu cérebro atrofiado e nunca mais se recuperar.

Quando eu vou parar de evidenciar as mistificações de Lula? Nunca! Quanto mais “popular” ele fica, mais considero este trabalho uma obrigação moral.

COMENTO

É lógico que esta 'popularidade molusquiana' não existe, haja visto que eu não conheço ninguém que defenda esse corrupto e nocivo apedeuta que, desde quando chegou ao poder da República, não faz outra coisa a não ser cometer crimes, de bandidagens, corrupções e outros mais. Ninguém pode simplesmente esquecer os mensalões do PT, PSDB, DEM, Sanguessugas, CC, Várig, Brasil Telecon/OI, malditos aloprados e ainda tem à Petrobrás, o banco do Brasil e CEF financiando parte destes crimes e muitas outras bandidagens, sem falar do BNDES, E DO BANCO CENTRAL. Certo?

Bem os fatos estão aí e estão vindo à tona, Cabe ao povo brasileiro e as FFAA darem um basta neste banditismo institucionalizado e nesta exacerbada corrupção edêmica.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

FRANKLIN MARTINS, LIDER DO MR-8, DEIXA CLARO QUE TERRORISTAS E TORTURADORES TINHAM A MESMA LÓGICA





















Bem, a diferença é que uns viraram heróis, e outros foram para a justa lata do lixo! Ou: esta gente está no poder da República?

Por Reinaldo Azevedo

Vocês sabem quão fascinante acho o pensamento de Franklin Martins, ministro da Verdade de Luiz Inácio Babalorixá da Silva. Ainda anteontem, na inauguração da TV do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, este ex, mas jamais conformado, militante do MR-8 prometia quebrar as pernas da imprensa brasileira, acabando, como ele disse, com o poder dos “aquários”, referindo-se aos comandos das redações de jornais, revistas e TVs Brasil afora. Franklin já teve uma arma não mão é péssimas idéias na cabeça. As péssimas idéias continuam. Sua arma, hoje, é a publicidade oficial — incluindo a de estatais —, que ele distribui segundo seus corruptos critérios “democráticos”.

Também decidi entrar nessa história. Os cineastas Silvio Da-Rin e Suzana Amado filmaram cenas para um documentário chamado “Hércules 2456″, mesmo nome de registro do avião que transportou ao México, no dia 7 de setembro de 1969, os seqüestradores do embaixador americano Charles Elbrik. Os diretores do filme reuniram alguns dos que participaram daquela ação para ouvir seus depoimentos, saber como viam a história — para glorificá-los, é claro!

Participam da mesa-redonda Cláudio Torres (camisa azul e primeiro que fala), Paulo de Tarso (camisa branca), Franklin Martins (que dispensa caracterização), Monoel Cyrillo (que aparece no quadro enquanto Franklin dá seu depoimento), Silvio Da-Rin e Daniel Aarão Reis (que não aparecem nesse trecho).

Vou transcrever o diálogo porque se trata de um registro histórico. O primeiro a dar seu desassombrado depoimento é Cláudio Torres, que dirigiu o carro da embaixada, tomado então pelos terroristas. Com Franklin, ele era membro da DI-GB - “Dissidência Guanabara”, grupo que havia saído do PCB porque optara pela luta armada, contra a orientação do partido. A DI-GB daria origem ao MR-8. Vamos lá.

CLÁUDIO TORRES - Se os caras [o governo] não aceitassem a troca [de Charles Elbrick pela libertação de presos], nós executaríamos ou não o embaixador? Essa pergunta foi feita para mim no Cenimar (risos) no intervalo de duas sessões de porradas.

O Cenimar a que ele se refere era o Centro de Informações da Marinha. Durante os piores anos do regime militar, funcionou como um centro de interrogatório de presos políticos e de tortura — Torres faz alusão às “porradas”. Voltemos com eles. Notem que, para a voz que fala em off, “matar ou não matar” é uma questão “babaca”

VOZ EM OFF - É a famosa pergunta babaca!

Aí entra o contundente depoimento de Franklin Martins, com aquele seu ar sério, próprio de quem era um terrorista muito consciencioso, ciente de seus deveres. Vamos à sua fala inequívoca, escandindo com as mãos as sílabas para que a gente também não tenha dúvida nenhuma.

FRANKLIN MARTINS - Eu não tenho dúvida nenhuma! A decisão era de executar. Você pode chegar e dizer: “Podia na hora o cara tremer?” Bom, mas a decisão era de executar. Disso eu não tenho a menor dúvida. E, felizmente, não chegamos a isso. E eles não tinham dúvida nenhuma sobre isso…

Volta Cláudio Torres para expressar a moral elevada da turma, evidenciando que concorda com aqueles princípios até hoje — com o apoio evidente de Franklin.

CLÁUDIO TORRES - Quando eu fui questionado sobre isso, foi dentro do Cenimar, no meio da porrada. E o cara me perguntou: “Você executaria o embaixador?”

Atenção, agora, para este trecho: com a leveza de um anjo da morte, ar cínico, como se falasse de uma mosca, Torres responde:

CLÁUDIO TORRES - Sim, eu cumpro ordens. Se me mandassem executar, eu executaria (sorrindo).

Deve haver um tanto de bravata aí, de autoglorificação. É que Torres deve achar heróica, ainda hoje, a possibilidade de matar alguém. Por que digo isso? Os torturadores atuavam para quebrar a resistência dos presos, obrigá-los a denunciar seus parceiros. Por que ele confessaria a intenção de matar o embaixador se essa informação era irrelevante para quem o interrogava e para a causa e só poderia prejudicá-lo? Torres não liga em parecer burro para parecer herói — ainda que um “herói” que se confessa um potencial assassino ao menos. E, então, entra Franklin Martins para fazer a síntese escandalosa da fala. Prestem atenção! É ele quem resume como ninguém a moral profunda do grupo:

FRANKLIN MARTINS - Essa lógica, ele entendeu perfeitamente!

CLÁUDIO TORRES (como quem tivesse recebido uma iluminação) - É a lógica dele [do torturador]!!!

Todos gargalham satisfeitos. Alguém ainda diz, num contexto não muito claro: “Mas era você que dava ordens, cara!”

Conforme sempre quis demonstrar
Anteontem, escrevendo sobre a fala “babaca” de Franklin Martins na inauguração da TV sindical, escrevi:
“A gente sabe que Franklin é determinado no confronto com o “inimigo”. Quando lutava para implantar uma ditadura comunista no Brasil, seqüestrou um embaixador e ameaçou matá-lo caso algumas exigências não fossem atendidas. A ameaça está na carta que ele redigiu, de que tanto se orgulha. Tem em comum com Dilma o indisfarçável orgulho de ter pertencido a um grupo terrorista. Sua guerrilha, agora, é outra: quer minar o poder da “mídia”, dos “aquários”, com o apoio aos meios “independentes” de divulgação da notícia. O interessante é que essa “independência” é financiada com dinheiro público e é sempre favorável ao governo.”

Até houve algumas reclamações de boa-fé: “Pô, Reinaldo, você não exagera?” Não! Eu não exagero. Acredito no que Franklin fala: eles, de fato, iriam matar o embaixador porque, como confessa o agora ministro de Lula, a “lógica” dos torturadores e dos terroristas era a mesma. É Franklin que confessa isso! É Cláudio Torres quem confessa isso. Eles reconhecem: assim como os agentes do Cenimar torturavam “cumprindo ordens”, os terroristas matavam — e eliminaram muita gente — também “cumprindo ordens”.

Qual era mesmo a diferença de moral entre os torturadores e eles? Nenhuma! Se diferenças há, são de outra natureza. Os torturadores encontraram seu justo lugar na lata de lixo da história. Já os terroristas redigiram a versão do próprio “heroísmo”, transformaram-na em “história oficial”, e muitos deles foram bater a carteira dos brasileiros, pedindo, e obtendo, indenizações.

A tortura e o terrorismo estão entre os crimes mais asquerosos da política — até porque política não são. O que dizer de um agente do estado que faz um prisioneiro, culpado ou não, e o submete a sevícias? O que dizer de um “libertador do povo” que seqüestra um inocente e confessa que pode matá-lo se suas exigências não forem cumpridas?

Notem que não há a menor sombra de arrependimento em Torres e Franklin. Como, não custa lembrar, não há em Dilma. Nada! É como se aqueles mesmos seqüestradores e potenciais assassinos estivessem ali, vivinhos na silva, em todos eles. Isso nos força a um desdobramento puramente lógico: se, em nome da causa, podiam matar, e muitos mataram, inocentes, o que não fazem hoje em nome das causas de agora?

Não sei que pito toca esse tal Torres aí. Franklin Martins eu sei muito bem o que faz. De trabuco na mão — se matou alguém, não sei; o MR-8, a que ele pertenceu, tem diversos assassinatos nas costas —, ele seqüestrou um embaixador e confessa, entre gostosas gargalhadas, que o homem seria, sim, executado se as exigências não tivessem sido satisfeitas. Hoje, até onde sei, não anda com um revólver na cinta. Tornou-se o czar da publicidade oficial e está empenhado em derrotar a “mídia”. Entenda-se por “mídia” qualquer texto jornalístico que não cante as glórias do presidente Lula e que não endosse as suas mistificações. E, aí, vale tudo mesmo.

O mais curioso é que, durante um bom tempo — no governo FHC —, o rapaz, então contratado da Globo, fez a linha “progressista moderno”, interessado apenas em fazer uma análise sem paixões da política. Um monte de gente caiu no truque. A chegada de Lula ao poder foi lhe despertando, parece, antigos apetites. Demitido da emissora, vimos despertar o antigo militante da DI-GB, do MR-8. Mas agora com alguns bilhões para “fazer política”. Ora, se ele não renega, como se nota acima, o passado terrorista e ainda explica a sua estranha racionalidade, vai ver a publicidade oficial é só o terrorismo exercido por outros meios.

COMENTO

Bem, dizer o que? O texto do TIO REI, está simplesmente impecável e mostra o grau de nocividade criminalidade e bandidagem, que esses super bandidos desta mega facção criminosa que hoje se encontra no poder da República, são capazes de cometer.

Infelizmente o povo brasileiro se encontra com os olhos vendados e não está sendo capaz de perceber o óbvio ululante. Agora cabe as Forças Armadas, não deixar essa facção criminosa, se perpetuar no poder. Vamos ter que usar medidas mais ortodóxas e radicais, para conter essa criminosa quadrilha e esses gângsters, que estão no poder da República.

Franklin Martins, Dilma, Serra/FHC e o abominável molusco, fazem parte da mesma orda e da mesma hidra de corrupções, bandidagens e crimes. Só não ver, quem não quer, quem é cego, ou ainda aqueles, que são beneficiados por essa facção criminosa. Certo?

terça-feira, 24 de agosto de 2010

EUA investigam Universal por remessas de R$ 420 milhões

Por Mario Cesar Carvalho, na Folha:

A Igreja Universal do Reino de Deus é investigada nos EUA sob suspeita de ter praticado os crimes de lavagem de dinheiro e conspiração, similar ao que o Código Penal brasileiro chama de formação de quadrilha.

Dois doleiros brasileiros disseram a promotores americanos ter remetido ilegalmente o equivalente a R$ 420 milhões do Brasil para Nova York, no período entre 1995 e 2001. As remessas eram na razão de R$ 5 milhões por mês, segundo a dupla.

O depoimento dos doleiros foi feito no âmbito de um acordo de delação premiada em Nova York. É uma negociação na qual criminosos tentam reduzir suas penas oferecendo informações que podem ajudar a desvendar novos crimes.

Os investigadores americanos tentam descobrir o que a Universal teria feito com esses recursos nos EUA. A apuração é feita em caráter sigiloso e tem entre os seus alvos o bispo Edir Macedo e a tesoureira da igreja em Nova York, Regina da Silva.

Silva já foi indiciada pela Promotoria de Nova York noutra investigação sob acusação de ter praticado os crimes de apropriação indébita, falsificação de documentos, falso juramento e fraude.
Ela simulou ter feito assembleias em duas igrejas da Universal (Brooklyn e Queens) para levantar empréstimo de US$ 22 milhões.

DOLEIROS
A investigação americana sobre a igreja é um subproduto da maior operação já feita pela PF contra doleiros, realizada em 2004. Chamada de Farol da Colina (referência à empresa americana que abrigava a conta dos doleiros, a Beacon Hill), ela resultou na prisão de 62 doleiros.

Numa casa de câmbio em São Paulo, a Diskline, a PF achou um CD com arquivos de computador que fazia referência a uma suposta funcionária da Universal, batizada de “Ildinha/Fé”.

Ilda, segundo investigação do Ministério Público Federal, “era encarregada de levar as malas de dinheiro para a empresa Diskline”.
A casa de câmbio Diskline era a fachada de dois dos maiores doleiros do país, segundo a PF: Marcelo Birmarcker e Cristina Marini Rodrigues. São eles que fizeram o acordo de delação em Nova York e contaram ter remetido perto de R$ 420 milhões para os EUA a mando da igreja.

Bimarcker e Marini Rodrigues operaram três contas no Merchants Bank de Nova York, nas quais teria passado dinheiro sem origem da Universal. Eram contas abertas em nome de empresas criadas em paraísos fiscais: a Milano Finance Inc., Pelican Holding Group e Florida Financial Group.

COMENTO

Bem, sem sombra de dúvida, tem dedos sujos dos PETRALHAS, neste crime; assim como: 99% de todos os crimes de corrupção e bandidagem no Brasil, leva o DNA desta facção exacerbadamente criminosa e danosa, que hoje se encontra no corrupto poder da República.

Não precisa ser nunhum illuminatis, para perceber: tanto descalabro, safadeza e tanta corrupção neste sujo e abominável governo de exacerbada bandidagem que se instalou no nosso país.

O fato é que um illuminati, consegue ver coisas, que as pessoas comuns não vêem.
Desde do século X, os illuminatis tem uma missão árdua e muito díficil: esclarecer a humanidade. Seus profundos conhecimentos os tornam pessoas especiais e diferentes.

Só que: a delinqüência dos PETRALHAS, essa máquina de cometer crimes que se encontra no poder da República, deveria ser do conhecimento de todos os brasileiros, e não só de algumas pessoas especiais; como no caso dos illuminatis.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Dilma divulga, acreditem, uma “Carta ao Povo de Deus”!!!

Por Vera Rosa, no Estadão:

Vedete da campanha do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, a Carta ao Povo Brasileiro, feita sob medida para acalmar o mercado, ficou para trás. De olho no voto de católicos e evangélicos, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, escreveu agora um manifesto intitulado Carta ao Povo de Deus, no qual defende a família e promete não espichar a polêmica sobre aborto e união civil entre homossexuais.

“Cabe ao Congresso Nacional a função básica de encontrar o ponto de equilíbrio nas posições que envolvam valores éticos e fundamentais, muitas vezes contraditórios, como aborto, formação familiar, uniões estáveis e outros temas relevantes, tanto para as minorias como para toda sociedade brasileira”, diz a carta assinada por Dilma.

No último parágrafo do manifesto, que será distribuído em seu comitê, a petista pede “oração” e “voto” para ter a “oportunidade” de continuar o projeto de Lula. Em tom pontuado por expressões de fé e esperança, Dilma diz que programas como o Bolsa-Família e o Minha Casa Minha Vida resgatam valores da cidadania e a “semente do Evangelho”.

Disposta a cativar todas as denominações cristãs, ela observa que a miséria e as distorções sociais têm “o dedo imperfeito do homem, e não o desígnio de um Deus perfeito”.

Na quinta, Dilma conversou com o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, d. Geraldo Lyrio Rocha, em Brasília. Estava acompanhada por Gilberto Carvalho, o estúpido e mais corrupto chefe de gabinete de Lula e ex-seminarista.

A visita de Dilma à sede da CNBB ocorreu no rastro da polêmica envolvendo o bispo de Guarulhos (SP), d. Luiz Gonzaga Bergonzini. Em artigo intitulado Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus - postado no mês passado no site da CNBB -, o religioso defendeu o boicote à candidatura de Dilma por considerar que a petista defende o aborto, embora ela não tenha pregado sua legalização.

Coordenado pelo pastor e deputado Manoel Ferreira (PR-RJ), o comitê evangélico pró-Dilma também produziu uma cartilha contendo “13 motivos” para o cristão votar nela. Na lista consta que a candidata “faz parte de uma geração que lutou pelo ideal da liberdade democrática, tanto quanto pela liberdade cultural e religiosa”. Na tentativa de combater a fama de durona que maltrata os subordinados, o texto diz ainda que “Dilma é humilde e conhece o sofrimento, a dor e a necessidade do ser humano”.

COMENTO

Acreditem se quizerem!!!! Tudo nesta facção criminosa CHEIRA A GOLPE, CRIMES E BANDIDAGENS!!!! Só não ver quem não quer! Certo?

Reações: A crueldade nossa de todos os dias

Por Márcio Accioly

Os EUA, como se sabe, existem para complementar a obra fenomenal do universo (sistemas planetários, galáxias, estrelas, etc.), dando uma mãozinha a quem concretizou toda esta maravilha. Figura celestial, por sinal, de cuja intimidade o papa e o bispo Edir Macedo se encontram sabidamente mais próximos.

A responsabilidade norteamericana com a ordem mundial, em perfeita harmonia com o Criador, foi brilhantemente retratada pelo cineasta Stanley Kubrick no filme “Full Metal Jacket” (Nascido Para Matar), lançado em 1987.

Numa das cenas, o sargento durão protagonizado por Lee Ermey, depois de afirmar que Deus tem admiração pelos fuzileiros dos EUA, garante que “para mostrar agradecimento pela força que lhes é concedida, os fuzileiros estão sempre deixando o céu lotado de novas almas”.

Claro que em muitas ocasiões vão almas erradas. Como no caso do Vietnã, onde os EUA devastaram o país com napalm e outros produtos químicos, mas tiveram de sair correndo, surrados e desmoralizados. Ou na recente invasão do Iraque, onde foram instaurar maravilhosa democracia que tudo equaciona e simplifica.

Depois da aventura do Iraque (eles também estão no Afeganistão e a coisa por lá parece mais do que complicada), já se planeja invadir o Irã, por conta das usinas nucleares e da possibilidade concreta de conseguirem fabricar artefatos nucleares. Tudo exige discursos, solenidades, memoriais e conversa mole que justifiquem.

Os EUA soltaram duas bombas atômicas no Japão (Hiroshima e Nagasaki), patrocinaram golpes militares pelo mundo e cometeram assassinatos de lideranças de oposição em países que pretendiam dominar. Eles aplicam ainda pena de morte em seu território, de maneiras das mais cruéis: enforcamento, fuzilamento e eletrocussão.

Nos dias atuais, em função da repercussão negativa desses métodos, pretende-se uniformizar as execuções, a serem praticadas apenas com injeção letal. No julgamento de alegada conspiração para pôr fim à vida do presidente Abraham Lincoln (1861-65) foi enforcada a primeira mulher nos EUA, Mary Surratt, no dia 07/07/1865.

Tal descrição serve apenas para deixar clara a contradição entre prática e discurso, ao mesmo tempo que se evidencia a inviabilidade do ser humano, peça que a natureza em breve certamente irá também varrer do mapa. Mas isso é outra história.

Pois bem: agora, no afã de ligar alhos com bugalhos, dando vazão à paranóia incontrolável, os EUA ameaçam o ditador Hugo Chávez por causa de voo que vem sendo realizado pela Conviasa, empresa aérea estatal, saindo da Venezuela para Teerã com escala na Capital da Síria, Damasco.
Já se fala até em derrubar o avião, que estaria carregando terroristas de organizações do mundo islâmico, prontos para agir na América do Sul (é bom lembrar que os EUA estão organizando base militar na Colômbia, de onde pretendem vigiar todo o Continente).

Não é o caso de se defender ditadores sanguinários ou abençoar causas perdidas, mas os EUA precisam descobrir que a tática que vêm empregando só tem causado dor e desespero. Veja-se o caso de Abu Ghraib e Guantánamo, onde a tortura ficou esquecida depois que celulares e câmeras fotográficas foram banidas para dar fim à polêmica.

Além do mais, os EUA denunciaram aos quatro cantos as tais armas de destruição em massa que o Iraque supostamente possuía, para que o mundo descobrisse ter sido tudo uma farsa, pano de fundo de invasão e massacre genocida irreparável.

Da mesma forma que produziram ditaduras militares sanguinárias em meados do último século, os EUA estão fomentando grupos de guerrilha de poder incontrolável.

COMENTO

E a PETRALHADA, que hoje se encontra no poder da República, está muito bem nesta estúpida e maldita fita de corrupção e bandidagem.
O caos, aos pouco vai tomando conta do três Poderes; o resultado disto, vamos ver la na frente. A SUBJUGAÇÃO DAS FFAA, DO ESTADO DE DIREITO E A HUMILHAÇÃO IMPOSTA AOS MILITARES.

O banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica estão infiltrados e arregados principalmente no executivo 'molusquiano bolivariano'.