quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Lula teme que Barbosa tire segredo do Processo Investigatório 2.474 que apura como BMG ajuda o PT



Por Jorge Serrão

Abafar informações sobre o esquema de financiamento ilegal de políticos feito pela empreiteira Delta e impedir que o desdobramento do julgamento do Mensalão revele quais são as relações de negócios entre o PT e o Banco BMG. Estas são as duas preocupações imediatas do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva – que consegue a façanha de ser o sujeito judicialmente mais inimputável pelos tribunais tupiniquins. Só não se sabe até quando vai durar tal blidagem de Lula agora que combater a corrupção virou “moda globalitária”.

O maior temor de Lula é com o primeiro negro a presidir o Supremo Tribunal Federal. Com a ausência do convidado Lula (em viagem des palestras pela África), Joaquim Barbosa toma posse amanhã, disposto a desdobrar o julgamento do Mensalão. Para isto, basta que Barbosa faça andar o Processo Investigatório 2.474 que corre em estranho sigilo e dormita desde 2007 no STF. Esta é ação que liga Lula ao Mensalão.

Os 77 volumes até agora produzidos revelam as relações do BMG com o PT e Lula. O caso é explosivo porque a cúpula do BMG já foi condenada pela Justiça Federal em Minas Gerais de ter concedido empréstimos fraudulentos ao PT e ao empresário Marcos Valério – a exemplo da condenação imposta pelo STF aos dirigentes do Banco Rural. O BMG é um dos patrocinadores atuais do Instituto Lula – que é dirigido por Paulo Okamoto, ex-presidente do Sebrae nas gestões presidenciais do agora Lula sem foro privilegiado.

A procuradora da República Luciana Loureiro avisou ontem que vai recorrer da decisão da Justiça Federal de Brasília que livrou Lula de responder a uma ação de improbidade administrativa que o acusava de promoção pessoal e de benefício ao banco BMG. O juiz Paulo Cesar Lopes, da 13ª Vara Federal, extinguiu o processo 0007807-08.2011.4.01.3400 sem julgar o mérito.

Lula se salvou mesmo sendo um “ato de ofício” o fato de ter mandado cartinhas assinadas por ele recomendando aos aposentaos e pensionistas do INSS que pegassem dinheiro no crédito consignado do Banco BMG – que tinha e tem um dos juros mais altos do mercado. Com base na Constituição, o juiz avaliou que, quando comete atos que atentem contra a probidade da administração, o Presidente da República só pode ser processado por crime de responsabilidade, e não por improbidade administrativa, como fez o Ministério Público.

Fora tal dúvida constitucional, a procuradora da República Luciana Loureiro vai insistir, no recurso, que Lula e seu ex-ministro da Previdência Amir Lando devolvam aos cofres públicos os R$ 9,5 milhões gastos com o envio de cartas a segurados do INSS informando sobre a possibilidade de obter empréstimos consignados a juros reduzidos – em uma época em que só o banco BMG oferecia tal “serviço”.

Desaguando...

Durante nove meses em que esteve hospedado na Penitenciária da Papuda, em Brasília, Carlinhos Cachoeira se transformou em uma espécie de líder dos presos.

Ontem, ao deixar o cárcere, com a revogação de sua prisão provisória, Cachoeira foi ovacionado pelos detentos, de quem recebeu até muitas cartas de agradecimento.

Mais felizes que os presos da Papuda ficaram os políticos parceiros de Cachoeira, já que, até agora, ele nunca abriu a boca para prejudicar nenhum deles – nem mesmo os que lhe viraram as costas depois que a casa caiu...

Delta dos governadores

O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), anunciou que seu partido irá protocolar na Procuradoria Geral da República (PGR) um pedido para que continuem as investigações da CPI do Cachoeira.

Os tucanos exigem que a PGR investigue eventual ligação entre a construtora Delta e os governadores Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Siqueira Campos (PSDB-TO) e Agnelo Queiroz (PT-DF), e o prefeito petista de Palmas (TO), Raul Filho.

Se acatar o pedido, claro, a Procuradoria também investigará o tucano Marconi Perillo (PSDB-GO).

Ilusionismo

O relatório final da CPI do Cachoeira - escrito pelo petista Odair Cunha (MG) – promete trazer um capítulo inteiro sobre a construtora Delta.

O documento mostrará que a sede da empreiteira, e não apenas a regional Centro-Oeste, se valeu do esquema de empresas fantasmas para beneficiar políticos de alta estirpe.

Se não houve um providencial apagão nos arquivos da Delta, os governadores já relacionados terão sérios problemas com a Justiça.

A sorte deles é que, como têm foro privilegiado, o caso demora uns 10 anos para ser julgado e o tempo se transforma no senhor da impunidade...

Nazipetralhagem na CPI

PTs da vida com a condenação da companheirada no Mensalão, dirigentes do PT querem que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) investigue o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por supostas ligações com o empresário Carlinhos Cachoeira.

Os petralhas também pedem o indiciamento do jornalista Policarpo Junior - redator-chefe da Revista Veja - por formação de quadrilha, alegando que ele e Cachoeira mantinham "constantes e permanentes" ligações.

Os petralhas que se preparem para as vinganças do Gurgel e da Veja...

Seres especiais

Cada Senador no rico Brasil recebe, por ano, dois salários extras de R$ 26.723,12 (R$ 53,4 mil no total).

Diferentemente dos reles mortais cidadãos-eleitores-contribuintes, os senadores deixam de recolher cerca de R$ 12 mil ao Imposto de Renda.

Fora juros e multas impostos pela Super Receita, os parlamentares teriam de devolver cerca de R$ 64,7 mil referentes aos anos de 2007 a 2011.

Mas a Mesa Diretora do Senado resolveu que o pagamento do Imposto de Renda devido sairá dos cofres do Senado...

Apagão da Nextel

Ferrou-se feio quem usou aparelho BlackBerry da Nextel ontem à noite em São Bernardo do Campo, no grande ABC.

Os aparelhos sofreram uma súbita reinicialização, sem conseguir voltar à operação normal.

Quem não tinha back-up perdeu todos os dados do rádio-celular...

A atualização do sistema da Nextel para o 3G ainda deve fazer muitos estragos...

Apoio maduro


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Nunca antes na história destepaiz um corruptor e formador de quadrilha teve tantos porta-vozes. Ou: “Mídia” faz assessoria de imprensa de graça para José Dirceu


Por Reinaldo Azevedo

Nunca antes na história destepaiz alguém condenado pela Justiça por corrupção ativa e formação de quadrilha deu tanta opinião como José Dirceu. Basta que se forme um borborigmo em alguma área de seu pensamento, e lá está a imprensa: “Dirceu disse isso, Dirceu disse aquilo…”
O homem opina sobre tudo. Tem o que dizer, claro!, sobre Joaquim Barbosa, o Poder Judiciário, a reforma política, a América Latina (talvez  sobre a crise no Oriente Médio etc.
Agora, informam os portais, ele decidiu se posicionar sobre o suposto processo de “renovação” do PSDB… O condenado opina, e aquilo que os petistas chamam “mídia” se encarrega de anunciar para o mundo.
Jamais se viu um corruptor e formador de quadrilha com tantos porta-vozes. O Zé deve ficar contente. Não precisa de assessoria de imprensa. Por alguma razão, considera-se que aquilo que ele pensa é notícia.
Daqui a pouco vai opinar sobre unha encravada, espinhela caída e o mico da mais velha novela de Glória Perez…

Postado pelo Lobo do Mar

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Dilma teme surpresas com investigação de servidores da Receita sobre o patrimônio do filho de Lula

Por Jorge Serrão -

Exclusivo - Embora assuma o discurso globalitário do “combate à corrupção”, a Presidenta Dilma Rousseff anda hiperpreocupada com o risco de “rebeldia” entre servidores do alto escalão da Receita Federal. Dilma recebeu preocupantes informações de que alguns funcionários de carreira órgão, à revelia do governo, promovem um acompanhamento pente fino da veloz evolução patrimonial do empresário Fábio Luis da Silva – filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – que a mídia chama popular e pejorativamente de “Lulinha” (apelido que Fábio nunca usa na vida pessoal).

Lula já teria pedido a Dilma para interceder no caso. Ela já avisou que nada pode fazer. O ex-presidente tentou, inclusive, contatos com a cúpula da Super Receita. Recebeu a mesma mensagem de que nada pode ser feito. Foi-lhe lembrado que o acompanhamento patrimonial dos contribuintes, dentro da lei e respeitando sigilos, é um dever funcional dos servidores concursados da Receita. Lula teme que vazem informações também eventuais sobre seu patrimônio pessoal. E como sabe muito bem que o "movimento de combate à corrupção" é uma ordem de fora para dentro do Brasil, se apavora com o risco de retaliações promovidas por inimigos ligados à oposição.

Além do medo de “surpresas desagradáveis” com servidores sérios e independentes da Super Receita, Dilma encara outra guerra institucional. A Presidenta e seus ministros são cada dia mais mal vistos pelo Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal - integrado por sete entidades de procuradores da Fazenda, Previdência Social, do Banco Central e de procuradores lotados em autarquias e ministérios. A entidade enxerga uma intenção do governo em submeter às vontades de militantes petistas todos os setores jurídicos da área federal.

O primeiro alvo do aparelhamento petista é a Advocacia-Geral da União. Luís Inácio Adams, chefe do órgão, elaborou um projeto de lei complementar que prevê a nomeação, como advogados federais, de pessoas de fora da carreira e sem concurso. O projeto de Adams considera “infração funcional o parecer do advogado público que contrariar as ordens de seus superiores hierárquicos”. O Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal define o plano como “um atentado ao Estado Democrático de Direito e põe em risco a existência da própria AGU".

Luis Inácio Adams é mais um do governo Dilma na corda bamba. Cotado para assumir a Casa Civil do Palácio do Planalto na próxima e urgente reforma ministerial que Dilma Rousseff promoverá no começo do ano, agora tem tudo para não emplacar no cargo. Também pode ver naufragar seu objetivo maior de ser indicado para o Supremo Tribunal Federal, tal qual seu antecessor José Dias Toffoli.

Alvos de processos pesados, como o do Mensalão e seus desdobramentos, os petistas definiram como prioridade o “aparelhamento” da máquina Judiciária. Além de indicar ministros aliados para o Supremo Tribunal Federal e para o Superior Tribunal de Justiça, o partido também quer ter um controle maior sobre a Advocacia Geral de União, para impedir que o órgão não crie problemas para os negócios feitos entre a União os empresários parceiros.



Dilma erra e se deixa mover pela paixão

Por Reinaldo Azevedo 

“Acato as sentenças do Supremo Tribunal Federal e não as discuto. O que não significa que alguém neste mundo de Deus esteja acima dos erros e paixões humanas”.
A fala acima é da presidente Dilma Rousseff e foi dita a José Luis Cebrián, do jornal espanhol El País. A entrevista veio a público ontem, mas a declaração tinha sido dada pela presidente no dia da condenação de José Dirceu.
Huuummm… Embora tenha falado pouco, falou demais. A declaração é pior do que parece se atentarmos para o sentido das palavras. O que quer dizer “acato as sentenças do Supremo”? Por um acaso o contrário seria possível? Dilma não as “acata” por gosto ou virtude específicos, mas porque não tem escolha. Se não o fizer, pode perder o cargo.
Filosofante e generalizante, a presidente deu a entender que o tribunal não só errou como agiu movido pela paixão. Eis um eco da ladainha petista, que procura emprestar ao STF uma aura de ilegitimidade e de tribunal de exceção.
Mas Dilma é humilde, não é? Se ninguém está imune àqueles riscos, isso certamente a inclui, razão por que obrigo-me a concluir que ela errou e se deixou mover pela paixão, coisas das quais uma presidente da República deveria se guardar.

PT segue revoltado com condenações dos seus corruptos e quadrilheiros.

Por Cardoso Lira 

A direção da organização criminosa do PT, está sendo pressionada por células radicais mais à esquerda do partido e pelos filiados corruptos e condenados  no mensalão para que haja novas manifestações oficiais contra o julgamento do Supremo. Movimentos sociais próximos dos petistas também se articulam nessa direção. 

A Consulta Popular, organização política que reúne representantes de movimentos sociais de 17 Estados, lançou ontem uma convocação à "sociedade brasileira", para que una suas forças e lute "pela revogação das condenações e das penas ilegalmente impostas". A nota, definida ao final de uma reunião plenária de três dias, comparou os ministros do STF a feitores de escravos e a agentes da ditadura militar.


A cúpula petista, porém, trata o assunto como encerrado. Acredita que prolongar a discussão significa "prolongar a sangria". Mesmo que sejam instados, na próxima reunião do diretório nacional, em dezembro, a promover atos para se contrapor ao Supremo, os dirigentes definiram que a nota divulgada na quarta-feira, na qual o partido afirmou que o STF tentou criminalizar o PT, foi sua última manifestação.


O mensalão deve aparecer na reunião do diretório, mesmo que vocalizado por pequena parte dos seus 84 integrantes, como ocorreu na reunião anterior, quando o ex-ministro José Dirceu, que acabara de ser condenado, propôs que o debate ficasse para depois das eleições municipais. O ex-deputado José Genoino defendeu na ocasião que o PT deveria fazer frente às decisões do STF. Tanto ele quanto Dirceu são membros do diretório.


Outro integrante do diretório, o radical Markus Sokol, vê "insatisfação na base do partido" com a condução da discussão. Ele defende a realização de atos públicos para "manifestar repúdio à sentença". Segundo o militante, "para além do apenamento, há uma agressão ao PT. Se ficar sem resposta, outras organizações que incomodam a elite dominante não poderão se sentir garantidas".


Ex-secretário sindical do PT, João Felício entende que o PT deve fazer uma campanha nacional em defesa do julgamento do valerioduto tucano. Dois atos já foram convocados. Um terá a presença de Genoino, que comporá no próximo sábado uma mesa com Sokol e outros petistas à esquerda do partido, como o deputado Fernando Ferro (PT-PE) e o presidente da CUT, Vagner Freitas. O outro ato foi convocado pelo deputado João Paulo Cunha (PT-SP), que fará uma plenária de seu mandato na sexta-feira. "Já foi julgado, vamos em frente. O partido não tem mais o que fazer", diz o deputado Devanir Ribeiro, defensor da ideia de que o assunto já se esgotou
.



Corrupção na máquina: governo federal segue tendência de setembro e bane quase dois servidores por dia em outubro

Cardozo: 103 demissões
A administração federal expulsou, demitiu ou destituiu 56 servidores em outubro por envolvimento em corrupção: quase dois por dia. É a segunda maior marca deste ano. Só perde para setembro. Na ocasião, 59 funcionários públicos da União ficaram sem emprego.
No ano, já são 450 expulsos. Olhando para o histórico de dez meses, desde 2003, os números de 2012 chamam atenção: o total fica atrás somente de 2011, quando foram expurgados 465 servidores entre janeiro e outubro.
De acordo com os dados da Controladoria-geral da União (CGU), que divulga o balanço mensal das expulsões, o Rio de janeiro registrou o maior número até agora, com 88 funcionários públicos banidos em 2012, seguido por São Paulo, com 49, e Distrito Federal, logo atrás: 48.
No ranking da Esplanada neste ano, o Ministério da Justiça, de José Eduardo Cardozo, se livrou de 103 servidores de conduta questionável e passou a Previdência Social, que já mandou embora 99 funcionários desde janeiro. O Ministério da Saúde pôs para fora outros 68 no mesmo período.
Por Lauro Jardim
Postado pelo Lobo do Mar

domingo, 18 de novembro de 2012

Capimunismo na corda bamba terá novos marionetesCapimunismo na corda bamba terá novos marionetes


 
Por Jorge Serrão 

Representantes britânicos, que comandam as maiores empresas patrolíferas do Planeta, deram ontem à Presidenta Dilma Rousseff um ultimato, no intervalo da Cúpula Ibero americana, em Cádiz, que reúne os presidentes da Espanha e da América Latina: “É preciso substituir Maria das Graças Foster na presidência da Petrobrás, ou ficará inviável fazer novos negócios com o Brasil”. Se Dilma vai seguir a ordem, são outros quinhentos...

A vida político-empresarial é muito engraçada. Graça foi colocada onde está por ter competência técnica comprovada, mas por ser amiga pessoal de Dilma e esposa de Colin Foster – empresário do setor petrolífero, mas que é o mais alto representante da Maçonaria da Inglaterra na América Latina. Certamente, os padrinhos agora querem a cabeça da Graça porque ela contraria o interesse deles nos negócios com a maior empresa capimunista do Brazil.

Além da Petrobrás, Dilma enfrentará maiores problemas ainda na Eletrobrás. E não será apenas pela desastrosa proposta do governo para a renovação das concessões do setor elétrico definida na capimunística Medida Provisória 579. Além do elevado prejuízo aos investidores – tal qual acontece na Petrobrás -, a Eletrobrás é prejudicada por arraigados esquemas de corrupção que agora prejudicam os grandes negócios globais. 

A Oligarquia Financeira Transnacional odeia ter seus interesses contrariados. Por isso, troca seus apadrinhados no poder sempre que se torna conveniente. Agora, a grande bandeira de luta da propaganda globalitária é o “combate à corrupção”. OHHHH! Agora conseguimos entender por que o julgamento do Mensalão – e outros que estão por vir – teatralizam tanto rigor contra aqueles realmente corruptos ou escolhidos como bode expiatórios.

Notícia em O Globo deste domingo confirma tal tese. As empreiteiras e os políticos finaciados por elas no Brasil fazem um lobby pesado para impedir que o Congresso aprove uma proposta transnacional que prevê responsabilização administrativa e judicial das empresas que pratiquem corrupção. Atualmente, aqui no Brasil, a punição máxima prevista é uma mera declaração de inidoneidade acompanhada da suposta impossibilidade de firmar novos contratos com a União.

Reproduzamos o jornal: “O Brasil se tornou alvo de pressão internacional porque protela a aprovação de uma lei anticorrupção que puna até mesmo com a extinção empresas que pagam suborno para fechar negócios dentro e fora do país. O governo levou a proposta ao Congresso em 2010, mas a tramitação se arrasta em uma Comissão Especial da Câmara desde setembro do ano passado”.

Tem mais: “O Brasil se comprometeu em aprovar a lei contra a corrupção ao se tornar signatário da Convenção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) contra o Suborno Transnacional, no ano 2000. A OCDE é um órgão de desenvolvimento formado por 34 países, a maioria ricos da Europa e da América do Norte”.

O problema é maior ainda: “Em 8 de outubro, durante reunião em Paris, o presidente do grupo de trabalho da convenção, Mark Pieth, afirmou que o Brasil corre sério risco por não cumprir integralmente os compromissos da convenção. E alertou que a OCDE poderia recomendar às empresas de países-membros que não façam negócios com empresas daqui. Além do Brasil, considerado parceiro-chave da OCDE, a Argentina é o único país signatário que não tem uma lei para punir empresas corruptas”.

Só quem não sabe – ou não quer ler – percebe que existe uma pressão transnacional não a favor da honestidade – como pode parecer à primeira vista -, mas sim contra tanta corrupção em negócios com o Brasil. Os controladores globais já perceberam que o Governo do Crime Organizado, por eles sempre sustentado, agora começa a lhes causas prejuízos. Toda vez que isto acontece, a Oligarquia Financeira Transnacional decreta uma “dança das cadeiras” para troca de seus marionetes.

A ruptura institucional no Brasil já foi decretada pelos poderes transnacionais que controlam o Brasil. O suposto combate à corrupção – patrocinado agora pelos poderes globaitários – agora é a grande bandeira de luta. E quem for escolhido para segurá-la vai ser o futuro marionete a presidir o Brasil na próxima eleição...

O espetáculo está apenas começando...



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.



Postado pelo Lobo do mar

Covardia Social


Por Rui Nogueira

Desde os primórdios da humanidade existe uma segmentação das pessoas em escolhidas, escravos e indigentes. Até certo ponto podemos considerar que a cadeia alimentar se estabelece com o mais forte transformando o mais fraco em comida.

Sob o ponto de vista humano, esta história de lei do mais forte, diante das ideias filosóficas, religiosas e as pregações de” iguais” e de amor ao próximo, já deveria ter sido sobrepujada e substituída por condutas mais humanistas e racionais.

No livro Nova Consciência, século XXI abordamos o assunto com uma alegoria denominada – O Filho do Trovão- (alegoria é uma imagem que expressa uma ideia).

Na citada há um europeu usando uma arma para abater um índio à distancia. É a covardia social, a da pólvora contra armas de madeira. 

Na mesma alegoria há um avião de guerra com alta tecnologia que atira e bombardeia cidade e população indefesa e até desarmada.

Bomba interrompendo a tarefa de criar filhos com dignidade.

Não há necessidade de muita memória para reunir um bom número de situações de covardia social que chegam ao extermínio de populações inteiras.

O que houve com as civilizações maias, astecas e incas na época com cidades melhores que as europeias? Covardia social, pólvora contra armas de madeira fracotas. Pelo mundo afora se multiplicam as agressões baseadas no conhecimento e superioridade técnica.

Países pobres que não têm uma pelota de minério para tocar uma indústria e vivem em regiões de clima frio se arvoram em ricos e civilizados para, com imensa covardia social explorarem os que têm riquezas naturais, estranhamente considerados pobres.

Pela força, pela covardia social dizem que o papel pintado que fazem vale muito e a riqueza natural em alimentos e minérios vale pouco.

E lá vai o pau-brasil a troco de nada. Séculos de plantação de cana-de-açúcar sem nenhum resultado melhor para os que produzem a riqueza na labuta da lavoura.

Sai soja para ser ração de bicho no exterior com isenção de impostos e vantagem para os dominadores do comércio. Mercantilismo colonial até hoje. Resistir é preciso.

Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 17 de novembro de 2012

Dirceu quer o passaporte de volta e se coloca, de novo!, como uma vítima do “ditador” Joaquim Barbosa. É patético!

Por Cardoso Lira

José Dirceu quer seu passaporte de volta. Até aí, vá lá… Tem o direito de querê-lo e de recorrer às instâncias legais para obtê-lo. Mas como o faz? Leiam o que o informa o  Estadão. 

Por Fausto Macedo e Ricardo Chapola:

José Dirceu quer seu passaporte de volta. Em recurso – agravo regimental – contra decisão do relator do mensalão, Joaquim Barbosa, a defesa do ex-ministro da Casa Civil pede a devolução do documento, que foi entregue há oito dias, e o fim da proibição de ausentar-se do País sem prévio conhecimento e autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).
O recurso, subscrito pelos criminalistas José Luís Oliveira Lima e Rodrigo Dall’Acqua, representa severo ataque ao relator do mensalão. Foi protocolado nesta sexta feira, 16, no Supremo. Para a defesa, a ordem de Joaquim Barbosa “fere o bom senso e se afasta das regras que permeiam o Estado Democrático de Direito”.
“Uma decisão cautelar contra 25 réus não pode ser genericamente justificada pelo comportamento de ‘alguns dos acusados’, sem que sejam individualizados aqueles que adotaram a tal atitude ‘incompatível’. Ora, a Constituição admite que um réu sofra medida cautelar por conta de ‘comportamento incompatível’ adotado exclusivamente por outro acusado? Aí reside gravíssimo equívoco da decisão, genérica porque não individualiza o comportamento de nenhum acusado.”
A defesa atribui ao relator “clamoroso desrespeito” ao artigo 5.º, inciso IV, da Constituição, que decreta a liberdade da manifestação do pensamento – Dirceu classificou de “populismo” a apreensão dos passaportes. “A decisão (de Barbosa) atinge pilar essencial de nosso Estado Democrático. A crítica a uma decisão judicial não pode, jamais, ser interpretada como uma ‘afronta’”, ponderam Oliveira Lima e Dall’Acqua. “Segundo nossa Constituição, ninguém pode ambicionar viver somente ao som de aplausos, o espaço para as críticas será sempre preservado.”

Postado pelo Lobo do Mar

Um flash na comunização da ILHA DA FANTASIA

Por Cardoso Lira
 
"A CORRUPÇÃO  É  A  SUPREMA        PERVERSÃO       DA     VIDA    DE UMA   SOCIEDADE, 
É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL 
A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)
 
"A vida é a espera da morte, por isso faça de sua vida, um bom passaporte"

"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DAQUELES QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)
Práxis, em seu sentido mais amplo, é a atividade humana em sociedade e na natureza.

Muito bem, deixa estar e aí está, Karl Marx e a práxis revolucionária, algumas das teses sobre Feuerbach, 
em a Ideologia Alemã e em A Sagrada Família, Marx desenvolve o conceito de práxis ao criticar o materialismo, 
o idealismo e o estado burguês.

O materialismo, diz ele, vê os homens como determinados pelas circunstâncias (econômicas, sociais, naturais) 

enquanto o idealismo vê os homens como determinados pelas ideias (pensamentos, vontades, 
desejos, em suma, o ímpeto ativo do ser humano), já o estado burguês é um produto do antagonismo inconciliável das classes.



Ministro da justiça está vendo “sangue”

(Luzes, Câmeras, ação e Corrupção, com o PT no poder, o Brasil não terá
salvação). (Cardoso Lira)

"O solo petista, é propício à geração espontânea da bandidagem, da corrupção, da safadeza e do crime organizado". (Cardoso Lira)


"A natureza suja e criminosa da máquina de corrupção do PT, levará o país, ao fundo do poço". (Cardoso Lira)





E depois ainda dizem que a classe política é um espelho da sociedade. Pode ser em alguma outra sociedade, mas, definitivamente, não aqui. Os brasileiros comuns temos nossa cota de defeitos e maus costumes, porém a grande maioria dos políticos é outra coisa. E que coisa! Pode-se estender o braço mantendo os olhos fechados e, com toda a probabilidade, se agarrará um exemplo do que a política faz com as pessoas - ou do que são as pessoas que fazem da política o seu negócio.


O assunto em pauta, no momento, é o deputado federal Mário Sílvio Mendes Negromonte, que se licenciou do seu quinto mandato consecutivo para assumir o Ministério das Cidades. Pernambucano de nascimento, fez carreira na Bahia, primeiro no PMDB, depois no PSDB e, por fim, no PP - cuja bancada o indicou para a pasta, e a presidente Dilma Rousseff aquiesceu, embora preferisse ter mantido o também pepista Márcio Fortes. Pois bem. Na semana passada, pelo menos 28 dos 41 membros da representação do partido na Câmara exigiram a cabeça do líder Nelson Meurer e a sua substituição pelo colega Aguinaldo Ribeiro.


Até aí nada de mais, ainda que eles tenham ido muito além do que os deputados peemedebistas, descontentes, por sua vez, com o seu líder Henrique Eduardo Alves, a quem acusam de não ouvi-los e de não batalhar por seus pleitos para a nomeação de apaniguados para cargos sabe-se lá em que escalão no governo. Trata-se, aliás, de uma engraçada repetição das queixas que o mesmo Alves não se cansava de fazer à presidente Dilma até receber dela o afago por que arfava: o aval à aspiração de ser o candidato da base ao comando da Câmara em 2013.


No PP, as reclamações contra Meurer não eram diferentes, com a peculiaridade, porém, de que o dono da cabeça reclamada e Negromonte são aliados próximos. Pior ainda, segundo a revista Veja, ele teria oferecido um mensalinho de R$ 30 mil aos insatisfeitos para que deixassem Meurer no lugar. Por seu intermédio, o ministro manteria o controle da bancada, em detrimento da facção alinhada com o ex Márcio Fortes. Naturalmente, ele negou e ainda contou que a presidente, com quem esteve no fim da semana, o teria aconselhado a não fazer o que fez Wagner Rossi na Agricultura. Não propriamente na sua gestão, mas ao demitir-se em razão de denúncias da imprensa. “Não dê importância a essas matérias”, teria dito Dilma.


Pode ser, mas o que se ouve no Planalto é que, se ele continuar rolando na lama com os companheiros de partido, poderá perder a pasta, mesmo se não se confirmar a informação da oferta de propina. De todo modo - e eis por que Negromonte se tornou o nome do dia no departamento de baixarias políticas -, na segunda-feira ele deitou falação numa entrevista a uma rádio baiana. Em dado momento, comentando a desavença na bancada pepista, declarou textualmente o seguinte: “Lamento muito que exista uma briga interna. Fica um falando mal da vida do outro. Isso ainda vai terminar em sangue e é muito ruim”.


Talvez o fato de haver integrado a CPI do Extermínio no Nordeste, em 2003, o tenha ensinado que é muito ruim quando algo termina em sangue. Perto disso, nem vale a pena comentar o seu argumento, na mesma entrevista, de que o fato de ser nordestino pode ter contribuído para a imprensa incluí-lo na “campanha para a retirada de ministros”. No caso dele, a retirada será uma consequência natural menos das denúncias de que é alvo do que da perda do apoio da bancada. De mais a mais, a julgar pelo que dizem os seus desafetos, quem manda de fato nas Cidades é a ministra do Planejamento, Míriam Belchior.


Um ministro de Estado prever que uma disputa partidária na qual está envolvido pode acabar em sangue, mesmo - como se espera - em sentido metafórico, é um instantâneo de uma espécie de mentalidade que infelizmente está longe da extinção na política brasileira. Ou, para sermos mais exatos, na competição corsária pelo butim dos recursos públicos. Porque, no fundo de tudo, é do que se trata. Não está aí o presidente do Senado, José Sarney, achando a coisa mais legítima do mundo fazer turismo na sua sesmaria a bordo de um helicóptero da PM maranhense?



O PT, o PSDB e o PMDB, trazem em si, o DNA do banditismo institucionalizado e da corrupção edêmica. (Cardoso Lira)


“A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.


"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)



Nós somos militares das Forças Armadas, essa é nossa marca. Todos nós somos soldados responsáveis por fazer tudo acontecer. Quem fala é a sociedade, esta é a “Nossa imagem". (Cardoso Lira)


Nas Forças Armadas, um soldado é considerado um bravo, um valente e um guerreiro, quando enfrenta o inimigo com eficiência e eficácia. A Coragem no entanto, é a capacidade de compreender as ameaças reais, mesmo as de difícil identificação, e como agir conforme as circunstâncias, para assegurar o principal objetivo, a aniquilação do inimigo.


Assim sendo, um soldado valente pode atacar, retirar-se, ou optar por lutar até a morte na defesa de um ponto estratégico vital.


No momento o nosso maior inimigo, é o governo do PT. Vamos nos retirar do campo de batalha, ou lutar até morte? Vamos sair da inércia e salvar o nosso país, ou vamos continuar no fundo do poço? Diz aí, Lobo do Mar.


"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DE TODOS OS BANDIDOS  QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)



Por Valmir Fonseca

Vera Cruz, nas últimas décadas, tornou - se uma ilha cercada de corruptos por todos os lados. Se fossem apenas reles ladravazes, tudo bem, mas são criminosos, terroristas, indivíduos da pior espécie.

No início, na colossal ilha abundavam os indolentes nativos. Eram silvícolas que gozavam das riquezas da terra, viviam em paz, cantavam adoidados e promoviam orgias sacanas em determinadas épocas que chamavam de carnaval.

Depois vieram os negros. Trouxeram crendices, muita dança folclórica e se adaptaram e proliferaram no novo paraíso.

Mas um dia, chegaram à ilha os subversivos e terroristas, que valendo - se da baixa cultura existente, aproveitaram - se da boa fé popular e se proclamaram enviados dos deuses. Vamos apelidá – los de Grão – Senhores.

As lanças, os arcos e a flechas, considerados perigosíssimos, foram queimados, e adotadas a foice e o martelo como as armas oficiais da ilha.

Era uma milenar tradição local, o “jeitinho nativo de ser”, hábito salutar de levar vantagem em tudo, transformado pelos novos donos no “meu jeitinho cretino de ser”, cacoete do próprio em levar e até arrancar proveito em tudo e de todos.

Subvertendo a inofensiva inocência, decretaram que a ilha sofreria uma total lavagem cerebral, que o passado não existia, apagaram a sua história e expurgaram os seus antigos heróis.

Para isso, aplicaram a teoria do “dividir para vencer”, e de os “fins justificam os meios”, o que aniquilou com a maioria silenciosa e atraiu para o seu terreiro, as minorias, os incompreendidos. Assim, atingir ao orgasmo da dominação foi como tirar doce de uma criança.

Depois, desprezando a miscigenação, determinaram o predomínio dos negros, pouco se lixando para os seculares moradores da terra. Do mesmo modo, decretaram um tratamento especial para os nativos e nativas pouco afeitos ao sexo oposto, e os denominaram como enviados, grupelho de seres especiais por suas esdrúxulas preferências.

Assim, de proibição em proibição, foram criando uma série de tabus, mas patrocinando outros; proibiram - se a ingestão de uma simples cuia de bebida e a palmada nos curumins travessos; em compensação liberaram e lideraram a corrupção, abençoaram a impunidade e socializaram o consumo de drogas, cooptando mais uma tribo de inconsequentes zumbis para o seu curral.

Quanto às terras, tiravam dos que tinham, não importando o sacrifício que padeceram para obtê – las, e as doavam para os desocupados. Como estes eram às centenas, mais um bando de votantes engrossou as suas hostes.

E o tempo passou, com novas crendices, com novas práticas, até impuseram aos seus súditos a total adoração “do tudo pelo social” e, como primeiro passo, decretaram que nem todos são iguais, pelo menos diante deles.

Em consequência, surgiu uma nova casta de indivíduos, os fora – de - série que durante certo período, conforme os interesses dos Grãos – Senhores eram intocáveis.

Em nome da nova ordem, a da “socialização acima de tudo”, subverteram uma nova mentalidade, adotada rapidamente pelos juízes, que passaram a atropelar as velhas leis, ao seu alvedrio. E a máxima “de cada cabeça, uma sentença” passou a ser praticada à larga. Foi o réquiem da justiça cega, que passou a ter os olhos arregalados para não prejudicar os seus interesses.

Foi como se uma nova civilização surgisse, submissa e conivente, que viveu algum tempo alegre, assistindo a novelas e pelejas de futebol quase que diariamente, e comendo seu pedaço diário do bolo que era preparado pelos outros.

Passada a euforia, muitos perguntam até quando haverá bolo para todos, pois a farinha, o açúcar e outros ingredientes começam a escassear.

Boatos dão conta de que em surdina, vozes comentam sobre a necessidade de serem banidos os Grãos – Senhores, piores do que os antigos donos do terreiro, pois escancaradamente, são mais corruptos, injustos e, ao que tudo indica, como um tsunami de imoralidade mergulharão a incauta ilha nas profundas do inferno.

Infelizmente, os Grãos – Senhores para breve prometem dominar todo tipo de imprensa na tentativa de matar a pau os propagadores daqueles boatos. Pelo andor da carruagem, dominarão.

Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Divisão Reformado.
Postado pelo Lobo do Mar