terça-feira, 31 de agosto de 2010

QUEM TEM DIRCEU TEM MEDO!



















"O socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente é a distribuição equitativa da miséria". (Winston Churchill)

A Narcoguerrilheira e Candidata do PT, fica com receio de Zé Dirceu, recua e se nega a responder se o levaria ou não para o governo. Ontem, os jornalistas perguntaram a Dilma se, afinal, há lugar para José Dirceu em seu governo caso eleita. Ela negou que houvesse qualquer disputa entre Antonio Palocci e o digamos “consultor de empresas privadas”, mas ensaiou: “Ele [Dirceu] não está participando diretamente hoje de atividade do governo e então não acho provável [que participe de um próximo governo petista]“. Hum!!!!! Aí tem!!!

Ficou parecendo conspiração com outro super bandido, Palocci para dizer que ele não é de nada nem está com nada. Quando o Zé que Dirceu, não gosta de alguma coisa, os petistas se preocupam — até Molusco fica tenso. No fim da noite, Dilma foi para a entrevista no Jornal da Globo. Como o Zé chefe do mensalão do PT, estava bravo, ela recuou.

Christiane Pelajo: Candidata, a gente tem visto muitos petistas envolvidos em escândalos na campanha da senhora. José Dirceu, por exemplo. Qual é o papel que ele terá num possível governo da senhora?

Dilma Rousseff: Olha, sabe, Christiane, eu não tenho discutido o futuro governo. Por uma questão, eu acho, que de respeito à população. Pra você começar a discutir um governo, eu teria de estar eleita. Eu acho que a questão que se coloca quando você está em campanha eleitoral é respeitar uma das questões mais importantes na democracia que é o voto do povo dia 3 de outubro. Se eu colocar a carroça na frente dos bois, em vez de eu discutir os programas do governo, em vez de eu dizer o que eu quero pras pessoas me escolherem como "presidenta" do Brasil, eu vou ficar discutindo uma coisa que não aconteceu? Por que, cá entre nós, pesquisa não ganha eleição… Hum!!!!! Essa guerrilheira é esperta!!!!

Viram só? Isso é o que se pode dizer um “recuo”. Como já disse o Zé, um “telefonema” seu é um “UM TELEFONEMA”. Ou por outra: quem tem Dirceu tem medo! Mistificações à parte, Dirceu é uma espécie aterrorizador da facção criminosa dos petralhas. Não é mesmo?

Aposta a impunidade – A enrolação da Receita Federal

Por Leandro Colon, no Estadão:

Depois de anunciar, na sexta-feira, que tinha “indícios de um suposto balcão de compra evendadeinformações”e”pagamento de propina” na delegacia de Mauá (SP), a Receita Federal excluiu essa versão do relatório entregue ontem ao MinistérioPúblico como indiciamento de duas funcionárias investigadas por violar o sigilo fiscaldequatro tucanos.

O Estado teve acesso ao documento e as palavras “propina”, “venda”, “balcão”, “encomenda” não aparecem na representação criminal sobre o acesso ilegal aos dados.

Em apenas cinco páginas, a comissão que investiga o caso aponta apenas a “existência de conduta que,em tese, poderia configurar prática de crime comum pelas servidoras”. A Receita informa que essa representação “não interfere no julgamento do mérito” e diz que ainda não há “convicção quanto à efetiva ocorrência de ilícito administrativo”.

A corregedoria pede que o Ministério Público adote as “providências que entenda cabíveis” contra as servidoras Antônia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves e Adeildda Ferreira dos Santos. Antônia é a dona da senha usada para acessar os dados no dia 8 de outubro de 2009. Adeildda é a responsável pelo computador utilizado para a consulta ilegal às informações fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio e Gregório Marin Preciado, ligados ao alto comando do PSDB. A ação é assinada por Levi Lopez, servidor que preside a comissão de inquérito. Segundo ele, a responsabilidade penal independe da apuração administrativa.

‘Encomenda externa’. O conteúdo da representação contradiz o discurso que a direção da Receita adotou na sexta-feira. O secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, e o corregedor-geral, Antonio Carlos Costa D’ Avila, afirmaram, numa entrevista coletiva convocada às pressas, que a investigação interna descobriu indícios de esquema de vendade dados fiscais mediante, segundo palavras deles, “encomenda externa” e “pagamento de propina”.

“Há indícios de uma intermediação feita por alguém de fora da Receita. Os indícios são de um suposto balcão de compra e venda de informação. Isso nós vamos repassar ao Ministério Público”, disse o corregedor. De acordo com eles, as duas servidoras estariam envolvidas nesse esquema, o que elas negam.

A decisão do governo de indiciar as servidoras e divulgar uma versão de crime comum ocorreu após uma operação política do Palácio do Planalto na quinta-feira à noite.A estratégia era tentar despolitizar a violação fiscal dos tucanos e desvinculá-la da campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT), para onde foi parar boa parte dessas informações dentro de um dossiê contra adversários.

“Nós não identificamos qualquer ilação político-partidária”, fez questão de frisar o corregedor da Receita,cujo discurso foi reforçado pelo secretário Otacílio Cartaxo.

Essa posição da Receita também contraria a condução do inquérito da Polícia Federal sobre o caso. Pelos depoimentos colhidos até agora, que apontam para um interesse político na violação das informações fiscais, a PF mantéma investigação que pode chegar à campanha petista.

COMENTO

Bem, na verdade, a Receita Federal se tornou um curioso organismo de chantagem dos Petralhas. Trata com implacável rigor o contribuinte honesto, tido por definição como um sonegador, desde que não faça parte da facção criminosa deles é lógico.

Em potencial a quem incumbe provar, obedecendo a exigências não raro bizantinas, que está com a sua vida fiscal em ordem. Ao mesmo tempo, para se autoconceder um atestado de inocência política, não se vexa de alegar que o vazamento das declarações de renda de pessoas ligadas a outras correntes de pensamento, da sociedade é praticamente impossível.

Os próprios métodos e valores, da receita Federal, pagos hoje, com desconto em folha, para o funcionalismo público, já caracteriza em si, uma exacerbada corrupçao e bandidagem. Não é mesmo? Só não ver, quem não quer.

Antes da facção criminosa do PT chegar ao poder, a Receita Federal era um orgão sério, hoje dispensa comentários, é isso aí que estamos vendo todos os dias, pessoas estão tendo seus sigilos fiscais defassados, por essa quadrilha de gângsters, que se encontra no poder da República.

Salta aos olhos a quem o golpe sujo poderia interessar, a não ser a facção criminosa do PT. A alegação da Receita, que menciona o comércio de informações confidenciais com “pagamento de propina”, em nada altera a substância dos fatos. Os dados são claros e não deixam dúvidas, só não ver, quem não quer.

Estas informações, passíveis eventualmente de servir de munição à campanha da candidata do presidente Molusco, podem ter sido oferecidos ou procurados, contra pagamento ou de favor. Em qualquer uma das hipóteses, a mercadoria chegou ao destino. A facção criminosa do PT, Certo? NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS EXISTIU ALGO PARECIDO.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

JOBIM VAI À GUERRA



















"O socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente é a distribuição equitativa da miséria". (Winston Churchill)

O desmantelamento, o definhamento e o sucateamento das FFAA começou no desGoverno do corrupto bandido Collor, e o Jobim quer fechar a tampa do caixão. Com a VARIG não foi diferente; se iniciou com o Collor, e o analfabeto molusco bateu o martelo.

QUEM SE OMITE, PERMITE! A AUDÁCIA DOS MAUS SE ALIMENTA DA COVARDIA E DA OMISSÃO DOS BONS.

http://www.istoe.com.br/reportagens/17365_JOBIM+VAI+A+GUERRA

Jobim vai à guerra

O ABOMINÁVEL ministro da Defesa reduz cargos, autonomia e poder político de militares e compra briga com o alto comando.

Hugo Marques

AVANTE Jobim diante das resistências: “Não tenho problema de enfrentamento”

Ao anunciar a nova estrutura das Forças Armadas, o ABOMINÁVEL ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou guerra à caserna. Além de subordinar ainda mais os militares ao poder civil, o projeto prevê a redução de postos de comando, transfere o controle sobre as compras de materiais das três Forças e alija os militares de todas as decisões políticas. Se custaram a digerir a criação do próprio Ministério da Defesa há dez anos, os oficiais do Exército, da Aeronáutica e da Marinha agora terão de engolir uma pílula ainda mais amarga. Na opinião de generais ouvidos por ISTOÉ, o abalo maior atingirá o Exército. Um deles, com posto de chefia no comando do Exército, afirma que as mudanças impostas por Jobim serão funestas para os quartéis. “O foco dessa reorganização é a retirada de poder das Forças Armadas. Militar vai virar enfeite”, revolta-se.

BEM, SEM FORÇA E SEM PODER

Saito, Peri e o almirante Julio Soares não puderam reagir às mudanças

Uma das medidas que tiram o sono dos militares é a criação da Secretaria de Compras do Ministério da Defesa, que vai acabar de vez com a independência das três Forças de adquirir seus respectivos materiais. O principal argumento de Jobim é que a unificação permitirá ganho de escala.

Mas, para os generais, cada Força tem suas necessidades específicas. Outro projeto que assusta os quartéis é a fusão dos comandos do Exército com os distritos da Marinha e os comandos da Aeronáutica. A fusão das três Forças em “Estados-Maiores Regionais” é encarada como uma pulverização do poder militar, que terá como resultado a redução de cargos de chefia.

A cúpula teme o aparelhamento das Forças Armadas por civis e sindicalistas bandidos, como ocorreu em diversas estatais e autarquias controladas pelas facções criminosas PT e PMDB. No pacote de medidas que o ministro enviará nas próximas semanas ao desnorteado Congresso Nacional estão o projeto de lei para a transferência da sede da Escola Superior de Guerra do Rio para juntos dos grandes bandidos da nação em Brasília e outro para a criação de cargos de direção e assessoramento superior na ESG. Trata-se de cargos passíveis de indicação política. Para o presidente do Clube Militar, o general da reserva Gilberto de Figueiredo, certos setores exercem função de Estado. “Estão politizando o que não deve ser politizado. A Receita Federal, por exemplo, funcionava bem”, agora é lástima e uma vergonha, compara.

Na Aeronáutica, a preocupação é com a ideia de Jobim de transformar o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) em órgão civil. Estima-se na Aeronáutica que toda a estrutura de prevenção e investigação de acidentes no País comporte 250 cargos, grande parte DAS 8 e 9, ou seja, os maiores salários, e outros 60 de segundo escalão. Em maio, Jobim disse ao comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, que a nova política segue orientação da ministra da Casa Civil, a super guerrilheira Dilma Rousseff.

O brigadeiro argumentou que o Cenipa é 100% militar e que não há mão de obra civil para assumir as atividades de investigação de acidentes aéreos. “Será uma transição traumática”, disse Saito. E desabafou com auxiliares: “A batalha está perdida.”

Para os militares, Jobim é pródigo em ideias, mas não resolve o problema crônico das Forças Armadas de falta de recursos e os baixos salários dos militares. “O orçamento é pequeno e temos 30% contingenciados”, disse à ISTOÉ o comandante do Exército, Enzo Peri. Segundo um general-de-brigada, o Exército não será contemplado com nenhum dos grandes projetos a serem assinados no dia 7 de setembro pelo abominável presidente Molusco da Silva e o seu colega francês Nicolas Sarkozy. Enquanto a Aeronáutica se prepara para ganhar novos caças e a Marinha, modernos submarinos, o Exército deve se contentar com alguns helicópteros. “Os projetos da Aeronáutica e da Marinha já estavam em andamento há muito tempo”, justifica o general Peri, para apaziguar os seus comandados. Ele ressalta também que há em andamento um projeto de novos blindados.

O ministro já pôs gente de sua total confiança na direção da Agência Nacional de Aviação Civil, na Infraero e nos principais escalões do ministério. E certamente fará o mesmo ao preencher os cargos na nova estrutura das Forças Armadas. Jobim garante que está preparado para a batalha interna.

“Os generais reclamam que queremos reduzir suas autonomias. Isso é verdadeiro, nas atividades que não são exclusivas de militares”, avisou, quando começava a desenhar as novas medidas. “Não tenho problema de enfrentamento”, banca o ministro.

Colaborou Claudio Dantas Sequeira.

COMENTO

Bem, agora chegamos de verdade no fundo do poço. Isto era tudo que a facção criminosa dos Petralhas, queriam, para definhar e subjulgar de uma vez por toda, as Forças Armadas, os militares e o Estado de Direito.
Vamos ver agora, se os oficiais generais, vão sair da inércia. Já chega de tanta humilhação, não é mesmo? Vamos fazer alguma coisa para mudar esse lastimável e caótico quadro de crimes, corrupções e bandidagens, que toma conta dos três poderes da República, no nosso pobre e desmantelado país. Na verdade, O PAÍS DOS PETRALHAS!

domingo, 29 de agosto de 2010

A DESESTRUTURAÇÃO DO ESTADO DE DIREITO

O editorial de hoje do Estadão, Toca numa questão que é vital para o futuro — ou falta dele — do Brasil. Lembrem-se que o lulo-petismo criou a República das Corporações no Brasil. O que vai abaixo é uma advertência contra a grande marcha do atraso.

Propostas de mudança da Constituição em exame pela Câmara dos Deputados aumentam as prerrogativas de funcionários do Executivo e do Judiciário, dão-lhes o poder de decidir sobre seus próprios salários e sobre o orçamento dos órgãos a que pertencem, garantem-lhes vencimentos iguais aos de funcionários de nível salarial mais alto e, sobretudo, asseguram-lhes prerrogativas até aqui exclusivas dos membros dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público, num claro desvirtuamento de funções que desorganiza o Estado.

A Constituição estabelece que compete privativamente ao presidente da República o envio ao Congresso do plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias (LDO) e as propostas de orçamento anual da União. Ela assegura ao Poder Judiciário autonomia administrativa e financeira, que dá aos tribunais a prerrogativa de elaborar suas propostas orçamentárias, “dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais poderes” na LDO. Também o Ministério Público elabora seu orçamento, dentro dos limites estabelecidos pela LDO.

Algumas das propostas de emenda constitucional (PECs) em tramitação na Câmara asseguram autonomia funcional, administrativa e financeira a diversos órgãos públicos, o que os retira da esfera de controle direto dos Poderes a que estão vinculados, transformando-os numa espécie de novos poderes, com funcionários dotados de “superpoderes”, como mostrou reportagem de Denise Madueño publicada segunda-feira pelo Estado.

Os membros da Advocacia-Geral da União (AGU) são beneficiários de duas dessas PECs. Uma delas assegura aos advogados e defensores públicos salário equivalente a 90,25% dos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal, medida que, se aprovada, deverá se estender às demais categorias da advocacia pública. Outra PEC assegura autonomia funcional, administrativa e financeira à AGU, à Procuradoria-Geral Federal e às procuradorias das autarquias federais, além das Procuradorias dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios. Desse modo, os advogados públicos, de qualquer autarquia federal e de qualquer município brasileiro, não responderão mais funcional, administrativa e financeiramente aos dirigentes dos órgãos para os quais trabalham e aos demais poderes constituídos.

Outras PECs estendem a autonomia funcional administrativa e financeira às administrações tributárias da União, dos Estados e dos municípios e garantem a independência e autonomia funcional aos delegados de polícia, os quais passarão a gozar também de garantias como vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de salários, de que gozam os juízes. Os delegados são contemplados por outra PEC que lhes assegura vencimento igual ao dos promotores de Justiça.

Há ainda uma PEC que confere à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a competência - hoje limitada ao presidente da República, aos membros do Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal, aos tribunais superiores, ao procurador-geral da República e aos cidadãos em condições específicas - de apresentar projetos de lei.

É notório o desejo dos autores das propostas de afagar política e financeiramente categorias funcionais importantes, algumas nem tão numerosas, mas todas de grande prestígio na administração pública e na sociedade. São claras também as consequências que essas PECs, se aprovadas, terão sobre as finanças públicas, pois, em certos casos, os benefícios se estenderão automaticamente para outras carreiras ou estimularão a apresentação de outros projetos assegurando essa extensão.

Mas o efeito mais danoso dessas propostas é institucional. Ao ampliar competências e prerrogativas de diferentes órgãos públicos, elas criam poderes paralelos que desestruturam o Estado brasileiro. Do ponto de vista financeiro, a autonomia proposta para órgãos como a advocacia pública e para os órgãos arrecadadores em todos os níveis de governo reduz o alcance e a eficiência das políticas fiscais dos governos, cuja qualidade, pelo menos na esfera federal, já é muito criticável. São muito poucos os ganhadores, mas, com a desorganização do Estado, todos os demais cidadãos perderão.

Quebra de sigilo é fruto de “banditismo”, diz Gilmar Mendes

Por Felipe Seligman, na Folha:

Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, 54, afirmou que a quebra de sigilo fiscal de pessoas vinculadas a tucanos é fruto de “banditismo político” e revela “paradigmas selvagens da política sindical”.

Em entrevista anteontem à Folha, ele disse que “o servidor público não pode usar button”, numa referência àqueles que usam o cargo em benefício de seus partidos.

Mendes criticou o aparelhamento político do serviço público brasileiro, ao dizer que se trata de “uma anomalia que se normalizou”. “Os funcionários públicos precisam entender que não estão a serviço de uma instituição partidária”, declara.

Segundo ele, o episódio do vazamento da Receita Federal é algo típico de “partidos clandestinos que utilizavam dessas práticas como um instrumento de defesa contra um regime ditatorial”.

No comando do STF (2008-2010), o ministro ficou conhecido por críticas que fez ao que chamou de Estado policial e “espetacularização das prisões” pela Polícia Federal, que, segundo ele, estava fora de controle.

Folha - Como o sr. avalia esse vazamento de informações sigilosas da Receita Federal?
Gilmar Mendes - É algo assustador e lamentável. Sobretudo quando ocorre em uma instituição profissionalizada e profissional como a Receita Federal.

O sr. vê alguma relação com o grande número de cargos em comissão?
Claro. O aparelhamento de instituições é algo grave e nocivo ao serviço público do país. Os funcionários públicos precisam entender que não estão a serviço de uma instituição partidária. Quando fazem isso, estão descumprindo o princípio democrático.

Esse aparelhamento é tratado como algo natural no Brasil?
O servidor não pode usar button e isso é algo que se transformou em cultura ao longo do tempo. É uma anomalia que se normalizou.

Mas não existe só na Receita. É algo que se generalizou?
Para atender a interesses partidários, os interesses democráticos são desrespeitados. Isso acontece em qualquer órgão [aparelhado]. É o funcionário da Receita que quebra sigilo fiscal. É o funcionário de um banco que quebra o sigilo bancário.

Como combater isso, já que, como o sr. mesmo diz, se normalizou?
É preciso punir gravemente essa cultura de dossiês no país. Os partidos que se utilizaram disso têm que pedir desculpa. Têm que fazer um mea culpa. Porque isso é típico de partido da clandestinidade e não pode ocorrer em um regime democrático.

O aparelhamento é uma característica genuinamente brasileira?
Em outros países democráticos é pequeno o número de funcionários com ligações partidárias porque existem poucos cargos em comissão.
Aqui costumamos ver funcionários públicos a serviço de siglas partidárias. É coisa de partido clandestino que atuava contra regimes autoritários. Mas é preciso entender que não vivemos mais sob tais condições. Vivemos em um regime democrático e isso é inadmissível.

O sr. atribui o vazamento na Receita apenas à cultura de clandestinidade partidária?
Não. A cultura do vale-tudo da política sindical também pode estar ligada a tudo o que vem acontecendo. Não se pode transpor ao mundo político institucional os paradigmas selvagens da política sindical. Também vejo isso como outra fase do patrimonialismo. Aqueles que estão no poder acham que podem fazer tudo por estarem lá.

COMENTO

Bem, já venho fazendo essas denúncias à muito tempo atrás, desde do início do primeiro governo Lula, só espero que agora as autoridades brasileiras façam alguma coisa, para mudar esse caótico e lastimável quadro de banditismo institucionalizado e corrupção edêmica que se instalou no país desde de 2002, no início do governo dos petralhas.

sábado, 28 de agosto de 2010

ESTADO BRASILEIRO ABRIGA UMA MÁQUINA DE DESTRUIR OS ADVERSÁRIOS DO PT

Bem, já foi explicado aqui algumas vezes como funciona a corrupta máquina petista de moer reputações e destruir os inimigos. É assim: um petista ou alguém a serviço do crime organizado e do PT arruma um “documento” acusando um adversário e passa o papel para um repórter; apura-se ali uma coisinha ou outra e se vai em busca do “outro lado”. Publicada a reportagem, o Ministério Público abre um inquérito. E o adversários dos petistas que se virem para provar que são inocentes. Hoje as coisas estão ainda mais fáceis porque se mobiliza imediatamente a Internet, junto com o aparato do Estado.

A VEJA desta semana traz uma reportagem de Fernando Mello e Rodrigo Rangel sobre a tramóia dos bandidos petralhas na Receita Federal para tentar atingir a candidatura de um candidato de oposição. Há tempos, os Palhaços do Planalto entraram de cabeça numa tentativa de destruir os candidatos de oposição, de qualquer jeito. E se deram muito mal.

Esta super armação começou a ser preparada no ano passado, quando o líder do PR na Câmara, deputado Mabel (GO), aliado do governo, se encontrou no Planalto com Gilberto Carvalho, o corrupto e nocivo chefe de gabinete de Lula. para conversar sobre “uma bomba”. O deputado tinha um conjunto de papéis que, entre outras coisas, mostravam a existência de uma grande conta secreta no exterior em nome de um tucano. A papelada continha extratos bancários de um certo Aztec Group, offshore sediada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Um dos documentos - com timbre do banco suíço UBS- indicava que a Aztec seria dona de uma aplicação de 200 milhões de euros, o equivalente a mais de 440 milhões de reais. Como o material era apócrifo, era necessário que o governo lhe conferisse autenticidade. Adversário de Perillo na política goiana. Mabel saiu do Palácio com a promessa de que o caso seria investigado a fundo, de qualquer jeito.

Com uma mãozinha e os dedos sujos do abominável e corrupto Carvalho, foram abertas as portas do Departamento de Recuperação de Ativos (DRCI), seção do Ministério da Justiça encarregada de mapear no exterior o dinheiro que sai ilegalmente do país. Após falar com o estúpido chefe de gabinete do presidente. Mabel reuniu-se também com o atual ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, a quem o DRCI está subordinado. Como o DRCI não pode agir sem o pedido de outro órgão de investigação, Mabel fez o dossiê chegar às mãos de um promotor de Goiás - que, de pronto, abriu um inquérito para investigar as supostas contas. Os documentos obtidos agora por VEJA atestam que a máquina do estado foi usada para dar ares de legalidade a papéis fajutos.

Em resposta às consultas do Ministério da Justiça, o promotor suíço Daniel Tewlin afirma que uma das principais contas relacionadas no dossiê simplesmente não existe. A mensagem, ele anexou uma comunicação do banco UBS. “O banco ressalta que o documento apresentado como prova de que haveria relações comerciais (entre o UBS e o Aztec Group) é uma falsificação”, escreveu o promotor de Zurique. Há duas semanas, o coordenador-geral do DRCL Leonardo do Couto Ribeiro, encarregou-se de informar o vexatório desfecho da empreitada ao promotor de Goiás que abriu o inquérito. O mesmo á foi arquivado”.

COMENTO

Este senador da República. Também é candidato de um partido de oposição ao governo de seu Estado. Além das prerrogativas do cargo, isso não faz dele um homem acima da lei. Mas também não deveria fazer dele um homem a quem não se garante nem a lei. E é o que tem acontecido aqui no país dos corruptos e bandidos petralhas.

Gilberto Carvalho é outro que deveria estar, a esta altura, na fila do seguro-desemprego. Este canastrão do pau-oco gosta de tirar ares de beato safado, o amaldiçoado se diz de convicções cristãs — chegou a ser seminarista. A Igreja o expulsou sumariamente, por se tratar de um elemento exacerbadamente nocivo.

Se alguém chegar no Palácio com um papelucho apócrifo, com alguma denúncia, contra um petralha, este mega bandido tentará, por acaso, mobilizar a máquina suja com o aparato do Estado para promover uma investigação? Ora, petista pego com malas de dinheiro para pagar dossiês fajutos, sai incólume e ainda vira “empresário”… Olhem o caso dos aloprados do PT.

Já não há mais dúvida nenhuma: o Estado Brasileiro abriga uma máquina suja, cujo objetivo é destruir os adversários do PT, promover o banditismo institucionalizado, corrupção edêmica e a tentativa de se perpetuar no corrupto e sujo poder.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O CRIME CONTINUADO DA FACÇÃO CRIMINOSA DO PT




















Leiam editorial do Estadão:

Foi preciso uma decisão judicial, tomada na terça-feira, para que o vice-presidente do PSDB, pudesse exercer o direito elementar de acesso ao inquérito instaurado na Corregedoria-Geral da Receita para apurar a devassa nas suas declarações de renda - cópias das quais foram parar em mãos de pessoas corruptas ligadas à campanha da candidata petista Dilma Rousseff. E só assim o País ficou sabendo, já tardiamente, que o sigilo fiscal de outros contribuintes também foi quebrado na mesma ocasião.

Em 16 minutos, na hora do almoço do dia 8 de outubro de 2009, na delegacia do Fisco em Mauá, na Grande São Paulo, foram abertas e impressas várias declarações.

Os sistemas de controle da Receita identificaram como pertencendo à analista fiscal Antonia Aparecida Neves Silva a senha utilizada para a invasão no computador da servidora Adeilda Ferreira dos Santos. Antonia, contra quem foi aberto processo administrativo, admitiu ter passado a senha a Adeilda e a outra colega, Ana Maria Caroto Cano. Todas negam envolvimento no caso. O processo depende de uma perícia que não tem data para terminar. É incerto igualmente se aparecerão os nomes dos autores e mandantes do crime. Se aparecerem, não será antes da eleição.

O que parece fora de dúvida é que a devassa foi ordenada de dentro do apparat petista para a formação de um dossiê a ser eventualmente usado contra o outro candidato, conforme revelado pela Folha de S.Paulo, que teve acesso ao material. Na campanha de 2006, quando ele concorria ao governo paulista, o coordenador da campanha do então candidato ao Senado pelo PT, Aloizio Mercadante, envolveu-se com a malograda tentativa de um grupo de companheiros de comprar uma papelada para atacar o tucano. Eles foram presos em flagrante com uma bolada de dinheiro. O presidente Lula limitou-se a chamá-los de aloprados.

Não se sabe se desta vez também há dinheiro envolvido na sujeira afinal desmascarada. Ainda que haja, deve ter prevalecido na montagem da operação o mais autêntico espírito partidário do vale-tudo para tomar e permanecer no poder, como, por palavras e atos, o próprio Lula ensina sem cessar à companheirada. Esse espírito está na origem do mensalão, do escândalo dos aloprados e das demais baixarias que vieram à tona nestes 8 anos. Do PT se pode dizer, parafraseando uma citação clássica, que nada esqueceu e nada deixou de aprender em matéria de vilania política.

Aprendeu, sobretudo, que os fins não apenas justificam os meios, mas dependem de meios eficazes para ser alcançados. O principal deles é o controle - no sentido mais raso do termo - da máquina pública. Dos muitos objetivos a que serve o aparelhamento do Estado, um dos mais importantes é criar um disseminado e leal “exército secreto”, como já se escreveu nesta página, pronto para fazer os trabalhos sujos que dele se demandem. A ordem tanto pode partir dos mais altos escalões do governo ou da facção criminosa como resultar da iniciativa de indivíduos e grupos que conhecem as regras do jogo na casa e sabem a quem recorrer numa ou em outra circunstância.

No caso da violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas a outra legenda, é até possível que Dilma só viesse a saber dela quando já estava em curso ou depois de escancarada. O que teria sido possível graças a inconfidências de membros da campanha em conflito com o setor de onde parece ter partido a decisão de arrombar o cofre de informações da Receita. Mas, na ordem das coisas que contam, o essencial, o assustador, é que se constituiu no governo uma rede de agentes que a qualquer momento pode funcionar como uma mega organização criminosa.

COMENTO

Tenho dito aqui exaustivamente, que os petistas trazem em si o DNA do crime organizado, da bandidagem e da corrupção; este legado é por conta das guerrilhas,
e das organizações criminosas: VAR PALMARES, VAR PARAÍSO, MR-8 e outras mais.

Na verdade essa estrutura, bandida, corrupta e nociva, que se nutre do próprio Estado em que se encastelou, só deverá se fortalecer com a provável vitória suja da candidata guerrilheira e presidencial do PT, cujo o caráter emula como o do próprio Molusco apedeuta. Não podemos esquecer que: Molusco e FHC, são os dois maiores caudilhos do planeta terra, na atualidade. Os fatos são claros, só não ver quem não quer, certo?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O DISCURSO EM QUE MOLUSCO AFIRMA QUE BOLSA FAMÍLIA DEIXA O SUJEITO VAGABUNDO, SEM VONTADE DE PLANTAR MACAXEIRA!!




















Esta é a prova inequivóca e documental de quem foi o criador do nocivo programa eleitoreiro.

"TUDO QUE É PRECISO PARA O TRIUNFO DO MAL, É QUE AS PESSOAS DE BEM NADA FAÇAM" (E.Burke).

Por Reinaldo Azevedo

Como é mesmo? Segundo um novo Datafolha, a diferença entre Dilma e o outro candidato oscilou para 20 pontos? Os corruptos petralhas não descansam nem de madrugada — creiam (devem ganhar bem!) — e anunciam que eu já perdi a eleição? Então eu vou lhes mostrar como me comporto em meio àqueles que já disputam o seu lugar à grama. E por que vou fazer o que segue? Por apreço à verdade. E porque, como escrevi naquele texto quanto estava em Dois Córregos, Corisco só se entrega na morte de parabelo na mão, hehe.

Ontem, na impressionante coleção de invencionices a que se entregou em cima do palanque, Molusco afirmou que setores “elitistas” o criticaram por causa do Bolsa Família. Também é mentira. O único “elitista” contrário ao programa era… Lula!!! E dá para provar. Quando o corrupto Babalorixá chegou ao poder, inventou que o Brasil padecia de uma fome africana — que já havia sido superado havia duas décadas ao menos. E criou o natimorto programa Fome Zero, lembram-se? O que era mero golpe publicitário de Duda Mendonça virou estandarte do governo. Havia quatro programas de renda do governo anterior: Auxílio-Gás, Bolsa Alimentação, Bolsa Escola e Bolsa Renda. Lula os juntou depois e os chamou de Bolsa Família. Isso é história. Mas, antes de fazê-lo, falou muita bobagem. E depois também. E continua falando até hoje.

No dia 9 de abril de 2003, com o Fome Zero empacado, Lula fez um discurso no semi-árido nordestino, na presença de Ciro Gomes, em que disse com todas as letras que acreditava que os programas que geraram o Bolsa Família levavam os assistidos à vagabundagem. Querem ler? Pois não!

Eu, um dia desses, Ciro [Gomes, ministro da Integração Nacional], estava em Cabedelo, na Paraíba, e tinha um encontro com os trabalhadores rurais, Manoel Serra [presidente da Contag - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura], e um deles falava assim para mim: “Lula, sabe o que está acontecendo aqui, na nossa região? O povo está acostumado a receber muita coisa de favor. Antigamente, quando chovia, o povo logo corria para plantar o seu feijão, o seu milho, a sua macaxeira, porque ele sabia que ia colher, alguns meses depois. E, agora, tem gente que já não quer mais isso porque fica esperando o ‘vale-isso’, o ‘vale-aquilo’, as coisas que o Governo criou para dar para as pessoas.” Acho que isso não contribui com as reformas estruturais que o Brasil precisa ter para que as pessoas possam viver condignamente, às custas do seu trabalho. Eu sempre disse que não há nada mais digno para um homem e para uma mulher do que levantar de manhã, trabalhar e, no final do mês ou no final da colheita, poder comer às custas do seu trabalho, às custas daquilo que produziu, às custas daquilo que plantou. Isso é o que dá dignidade. Isso é o que faz as pessoas andarem de cabeça erguida. Isso é o que faz as pessoas aprenderem a escolher melhor quem é seu candidato a vereador, a prefeito, a deputado, a senador, a governador, a presidente da República. Isso é o que motiva as pessoas a quererem aprender um pouco mais.

Notaram a verdade de suas palavras? A convicção profunda? Então…

No dia 27 de fevereiro de 2003, Lula já tinha mudando o nome do programa Bolsa Renda, que dava R$ 60 ao assistido, para “Cartão Alimentação”. Vocês devem se lembrar da confusão que o assunto gerou: o cartão serviria só para comprar alimentos?; seria permitido ou não comprar cachaça com ele?; o beneficiado teria de retirar tudo em espécie ou poderia pegar o dinheiro e fazer o que bem entendesse?

A questão se arrastou por meses. O tal programa Fome Zero, coitado!, não saía do papel. Capa de uma edição da revista Primeira Leitura da época: “O Fome Zero não existe”. A imprensa petista chiou pra chuchu.

No dia 20 de outubro, aquele mesmo apedeuta Molusco, que acreditava que os programas de renda do governo anterior, geravam vagabundos, que não queriam mais plantar macaxeira, fez o quê? Editou uma Medida Provisória e criou o Bolsa Família? E o que era o Bolsa Família? A reunião de todos os programas que ele atacara em um só. Assaltava o cofre dos programas alheios, afirmando ter descoberto a pólvora. O texto da MP não deixa a menor dúvida:

O programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação - “Bolsa Escola”, instituído pela Lei n.° 10.219, de ir de abril de 1001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação - PNAA, criado pela Lei n.° 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Saúde - “Bolsa Alimentação”, instituído pela medida provisória n.° 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo Decreto n.° 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto n.° 3.877, de 24 de julho de 2001.

Compreenderam? Bastaram sete meses para que o programa que impedia o trabalhador de fazer a sua rocinha virasse a salvação da lavoura de Lula. E os assistidos passariam a receber dinheiro vivo. Contrapartidas: que as crianças freqüentassem a escola, como já exigia o Bolsa Escola, e que fossem vacinadas, como já exigia o Bolsa Alimentação, que cobrava também que as gestantes fizessem o pré-natal!

E qual passou a ser, então, o discurso do abominável Molusco?
Ora, Lula passou a atacar aqueles que diziam que programas de renda acomodavam os plantadores de macaxeira, tornando-os vagabundos, como se aquele não fosse rigorosamente o seu próprio discurso.

No dia 23 de março de 2005, em Cuiabá, atirava contra as pessoas supostamente contrárias ao Bolsa Família. Leiam e confrontem com o que ele próprio dizia em 2003:
Eu sei que tem gente que fala: “Não, mas esse presidente está com essa política do programa Fome Zero, do Bolsa Família, isso é proselitismo, isso é esmola.” Eu sei que tem gente que fala assim. Lógico, o cidadão que toma café de manhã, almoça e janta todo santo dia, para ele Bolsa Família não significa nada, ele não precisa. E ainda mais se ele puder fazer uma crítica a mim tomando uma Coca-Cola em um bar, um uísque ou uma cerveja. Agora, tem pessoas que, se a gente não der essa ajuda, não conseguem comer as calorias e as proteínas necessárias à vida humana. E se for uma criança de antes de seis anos de idade, nós sabemos que essa criança poderá ter o seu cérebro atrofiado e nunca mais se recuperar.

Quando eu vou parar de evidenciar as mistificações de Lula? Nunca! Quanto mais “popular” ele fica, mais considero este trabalho uma obrigação moral.

COMENTO

É lógico que esta 'popularidade molusquiana' não existe, haja visto que eu não conheço ninguém que defenda esse corrupto e nocivo apedeuta que, desde quando chegou ao poder da República, não faz outra coisa a não ser cometer crimes, de bandidagens, corrupções e outros mais. Ninguém pode simplesmente esquecer os mensalões do PT, PSDB, DEM, Sanguessugas, CC, Várig, Brasil Telecon/OI, malditos aloprados e ainda tem à Petrobrás, o banco do Brasil e CEF financiando parte destes crimes e muitas outras bandidagens, sem falar do BNDES, E DO BANCO CENTRAL. Certo?

Bem os fatos estão aí e estão vindo à tona, Cabe ao povo brasileiro e as FFAA darem um basta neste banditismo institucionalizado e nesta exacerbada corrupção edêmica.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

FRANKLIN MARTINS, LIDER DO MR-8, DEIXA CLARO QUE TERRORISTAS E TORTURADORES TINHAM A MESMA LÓGICA





















Bem, a diferença é que uns viraram heróis, e outros foram para a justa lata do lixo! Ou: esta gente está no poder da República?

Por Reinaldo Azevedo

Vocês sabem quão fascinante acho o pensamento de Franklin Martins, ministro da Verdade de Luiz Inácio Babalorixá da Silva. Ainda anteontem, na inauguração da TV do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, este ex, mas jamais conformado, militante do MR-8 prometia quebrar as pernas da imprensa brasileira, acabando, como ele disse, com o poder dos “aquários”, referindo-se aos comandos das redações de jornais, revistas e TVs Brasil afora. Franklin já teve uma arma não mão é péssimas idéias na cabeça. As péssimas idéias continuam. Sua arma, hoje, é a publicidade oficial — incluindo a de estatais —, que ele distribui segundo seus corruptos critérios “democráticos”.

Também decidi entrar nessa história. Os cineastas Silvio Da-Rin e Suzana Amado filmaram cenas para um documentário chamado “Hércules 2456″, mesmo nome de registro do avião que transportou ao México, no dia 7 de setembro de 1969, os seqüestradores do embaixador americano Charles Elbrik. Os diretores do filme reuniram alguns dos que participaram daquela ação para ouvir seus depoimentos, saber como viam a história — para glorificá-los, é claro!

Participam da mesa-redonda Cláudio Torres (camisa azul e primeiro que fala), Paulo de Tarso (camisa branca), Franklin Martins (que dispensa caracterização), Monoel Cyrillo (que aparece no quadro enquanto Franklin dá seu depoimento), Silvio Da-Rin e Daniel Aarão Reis (que não aparecem nesse trecho).

Vou transcrever o diálogo porque se trata de um registro histórico. O primeiro a dar seu desassombrado depoimento é Cláudio Torres, que dirigiu o carro da embaixada, tomado então pelos terroristas. Com Franklin, ele era membro da DI-GB - “Dissidência Guanabara”, grupo que havia saído do PCB porque optara pela luta armada, contra a orientação do partido. A DI-GB daria origem ao MR-8. Vamos lá.

CLÁUDIO TORRES - Se os caras [o governo] não aceitassem a troca [de Charles Elbrick pela libertação de presos], nós executaríamos ou não o embaixador? Essa pergunta foi feita para mim no Cenimar (risos) no intervalo de duas sessões de porradas.

O Cenimar a que ele se refere era o Centro de Informações da Marinha. Durante os piores anos do regime militar, funcionou como um centro de interrogatório de presos políticos e de tortura — Torres faz alusão às “porradas”. Voltemos com eles. Notem que, para a voz que fala em off, “matar ou não matar” é uma questão “babaca”

VOZ EM OFF - É a famosa pergunta babaca!

Aí entra o contundente depoimento de Franklin Martins, com aquele seu ar sério, próprio de quem era um terrorista muito consciencioso, ciente de seus deveres. Vamos à sua fala inequívoca, escandindo com as mãos as sílabas para que a gente também não tenha dúvida nenhuma.

FRANKLIN MARTINS - Eu não tenho dúvida nenhuma! A decisão era de executar. Você pode chegar e dizer: “Podia na hora o cara tremer?” Bom, mas a decisão era de executar. Disso eu não tenho a menor dúvida. E, felizmente, não chegamos a isso. E eles não tinham dúvida nenhuma sobre isso…

Volta Cláudio Torres para expressar a moral elevada da turma, evidenciando que concorda com aqueles princípios até hoje — com o apoio evidente de Franklin.

CLÁUDIO TORRES - Quando eu fui questionado sobre isso, foi dentro do Cenimar, no meio da porrada. E o cara me perguntou: “Você executaria o embaixador?”

Atenção, agora, para este trecho: com a leveza de um anjo da morte, ar cínico, como se falasse de uma mosca, Torres responde:

CLÁUDIO TORRES - Sim, eu cumpro ordens. Se me mandassem executar, eu executaria (sorrindo).

Deve haver um tanto de bravata aí, de autoglorificação. É que Torres deve achar heróica, ainda hoje, a possibilidade de matar alguém. Por que digo isso? Os torturadores atuavam para quebrar a resistência dos presos, obrigá-los a denunciar seus parceiros. Por que ele confessaria a intenção de matar o embaixador se essa informação era irrelevante para quem o interrogava e para a causa e só poderia prejudicá-lo? Torres não liga em parecer burro para parecer herói — ainda que um “herói” que se confessa um potencial assassino ao menos. E, então, entra Franklin Martins para fazer a síntese escandalosa da fala. Prestem atenção! É ele quem resume como ninguém a moral profunda do grupo:

FRANKLIN MARTINS - Essa lógica, ele entendeu perfeitamente!

CLÁUDIO TORRES (como quem tivesse recebido uma iluminação) - É a lógica dele [do torturador]!!!

Todos gargalham satisfeitos. Alguém ainda diz, num contexto não muito claro: “Mas era você que dava ordens, cara!”

Conforme sempre quis demonstrar
Anteontem, escrevendo sobre a fala “babaca” de Franklin Martins na inauguração da TV sindical, escrevi:
“A gente sabe que Franklin é determinado no confronto com o “inimigo”. Quando lutava para implantar uma ditadura comunista no Brasil, seqüestrou um embaixador e ameaçou matá-lo caso algumas exigências não fossem atendidas. A ameaça está na carta que ele redigiu, de que tanto se orgulha. Tem em comum com Dilma o indisfarçável orgulho de ter pertencido a um grupo terrorista. Sua guerrilha, agora, é outra: quer minar o poder da “mídia”, dos “aquários”, com o apoio aos meios “independentes” de divulgação da notícia. O interessante é que essa “independência” é financiada com dinheiro público e é sempre favorável ao governo.”

Até houve algumas reclamações de boa-fé: “Pô, Reinaldo, você não exagera?” Não! Eu não exagero. Acredito no que Franklin fala: eles, de fato, iriam matar o embaixador porque, como confessa o agora ministro de Lula, a “lógica” dos torturadores e dos terroristas era a mesma. É Franklin que confessa isso! É Cláudio Torres quem confessa isso. Eles reconhecem: assim como os agentes do Cenimar torturavam “cumprindo ordens”, os terroristas matavam — e eliminaram muita gente — também “cumprindo ordens”.

Qual era mesmo a diferença de moral entre os torturadores e eles? Nenhuma! Se diferenças há, são de outra natureza. Os torturadores encontraram seu justo lugar na lata de lixo da história. Já os terroristas redigiram a versão do próprio “heroísmo”, transformaram-na em “história oficial”, e muitos deles foram bater a carteira dos brasileiros, pedindo, e obtendo, indenizações.

A tortura e o terrorismo estão entre os crimes mais asquerosos da política — até porque política não são. O que dizer de um agente do estado que faz um prisioneiro, culpado ou não, e o submete a sevícias? O que dizer de um “libertador do povo” que seqüestra um inocente e confessa que pode matá-lo se suas exigências não forem cumpridas?

Notem que não há a menor sombra de arrependimento em Torres e Franklin. Como, não custa lembrar, não há em Dilma. Nada! É como se aqueles mesmos seqüestradores e potenciais assassinos estivessem ali, vivinhos na silva, em todos eles. Isso nos força a um desdobramento puramente lógico: se, em nome da causa, podiam matar, e muitos mataram, inocentes, o que não fazem hoje em nome das causas de agora?

Não sei que pito toca esse tal Torres aí. Franklin Martins eu sei muito bem o que faz. De trabuco na mão — se matou alguém, não sei; o MR-8, a que ele pertenceu, tem diversos assassinatos nas costas —, ele seqüestrou um embaixador e confessa, entre gostosas gargalhadas, que o homem seria, sim, executado se as exigências não tivessem sido satisfeitas. Hoje, até onde sei, não anda com um revólver na cinta. Tornou-se o czar da publicidade oficial e está empenhado em derrotar a “mídia”. Entenda-se por “mídia” qualquer texto jornalístico que não cante as glórias do presidente Lula e que não endosse as suas mistificações. E, aí, vale tudo mesmo.

O mais curioso é que, durante um bom tempo — no governo FHC —, o rapaz, então contratado da Globo, fez a linha “progressista moderno”, interessado apenas em fazer uma análise sem paixões da política. Um monte de gente caiu no truque. A chegada de Lula ao poder foi lhe despertando, parece, antigos apetites. Demitido da emissora, vimos despertar o antigo militante da DI-GB, do MR-8. Mas agora com alguns bilhões para “fazer política”. Ora, se ele não renega, como se nota acima, o passado terrorista e ainda explica a sua estranha racionalidade, vai ver a publicidade oficial é só o terrorismo exercido por outros meios.

COMENTO

Bem, dizer o que? O texto do TIO REI, está simplesmente impecável e mostra o grau de nocividade criminalidade e bandidagem, que esses super bandidos desta mega facção criminosa que hoje se encontra no poder da República, são capazes de cometer.

Infelizmente o povo brasileiro se encontra com os olhos vendados e não está sendo capaz de perceber o óbvio ululante. Agora cabe as Forças Armadas, não deixar essa facção criminosa, se perpetuar no poder. Vamos ter que usar medidas mais ortodóxas e radicais, para conter essa criminosa quadrilha e esses gângsters, que estão no poder da República.

Franklin Martins, Dilma, Serra/FHC e o abominável molusco, fazem parte da mesma orda e da mesma hidra de corrupções, bandidagens e crimes. Só não ver, quem não quer, quem é cego, ou ainda aqueles, que são beneficiados por essa facção criminosa. Certo?